Na segunda edição, a Feira amplia o número de vagas, as categorias especiais e reforça o incentivo a projetos de comunicação, cultura oceânica, empreendedorismo e meninas e mulheres na ciência

Mais uma etapa da FECCI 2026 começa nesta semana. A partir de terça-feira, 19 de maio, estudantes e professores dos clubes de ciência e de equipes de pesquisa do país todo poderão inscrever seus projetos para a segunda edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência. Neste ano, o evento traz mais vagas, novas categorias especiais e uma programação ainda mais voltada à troca de experiências, inovação e divulgação científica. No mesmo local da edição anterior, o campus Neoville da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, entre os dias 4 a 6 de novembro.
O sistema de submissão de projetos ficará aberto de 19 de maio até 19 de junho. O processo de inscrição será todo online, via plataforma Even3, neste link. Um espaço será dedicado ao cadastro de professores e outro para os estudantes. As categorias continuam as mesmas da primeira edição: FECCI Kids, FECCI Junior e FECCI Jovem, incluindo toda a gama de estudantes do Ensino Básico: do Ensino Fundamental I e II, passando pelo Ensino Médio, Educação Profissional Técnica e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As inscrições são gratuitas e cada projeto submetido à Feira poderá incluir até três estudantes e um professor orientador. Esta etapa inicial, de avaliação dos trabalhos para seleção, será também virtual. Os modelos específicos para descrição dos trabalhos serão cedidos pela organização e serão disponibilizados de acordo com cada categoria de inscrição. Estarão acessíveis na mesma plataforma de inscrição.
O caminho para a garantir a participação na FECCI é, primeiramente, fazer o download do modelo (ou template) de acordo com a categoria que se pretende participar. Após preenchê-lo corretamente com os dados solicitados, o arquivo deverá ser anexado novamente, devidamente preenchido, no ato da submissão online. Os formatos de arquivo aceitos são Word (.doc ou .docx) ou LibreOffice (.odt).
Serão então dois arquivos a serem enviados no ato de submissão do projeto: um com identificação dos autores, e o outro, sem a identificação. A organização ressalta que é de responsabilidade dos autores a correta inserção desses arquivos na plataforma de inscrição.
Para quem já leu o editar e tem dúvidas, pode ser que algumas delas sejam as mesmas respondidas na live do programa Quarta com Clubes, que vai ar em 27 de maio, no canal de You Tube do EducartGeo .Todas as informações e atualizações relativas à FECCI 2026 podem ser acompanhadas pelo site do evento fecci.net.br ou pelo perfil de Instagram @fecci_prfc.
As férias acabaram e os clubistas voltaram com ânimos renovados para dar continuidade aos seus projetos

O dia 5 de fevereiro marcou o retorno das aulas em todos os colégios do Estado do Paraná e, com isso, a retomada das atividades dos Clubes de Ciência. No Instituto Federal do Paraná (IFPR) campus Palmas, os encontros foram reiniciados com foco no planejamento das próximas etapas dos projetos e na organização das atividades previstas para o semestre. Conversamos com professores de três desses clubes para entender como está sendo esse início de semestre.
O projeto doClube ODS em Ação envolve a construção de uma miniusina de laboratório voltada à reciclagem de óleo de cozinha usado. O professor clubista e engenheiro Vinícius Bordim explicou que este período tem sido marcado pela reestruturação dos espaços de pesquisa. Segundo ele, o clube está organizando um setor específico de análises no laboratório, com a instalação de equipamentos em uma sala destinada exclusivamente a essa finalidade. O espaço contará com acesso restrito, garantindo maior segurança e controle no uso dos materiais, além de melhores condições para o desenvolvimento das atividades científicas realizadas pelos clubistas.

No Clube Somos Fãs de Lavoisier, do Colégio Estadual do Campo Cely Tereza Grezzana, em Chopinzinho, o semestre começa com a continuidade de projetos já consolidados. Um deles é “O Curso da Vida”, que envolve uma maquete de cerca de cinco metros de comprimento sobre o Rio Iguaçu e seus afluentes. Atualmente, o modelo integra a rota turística oficial do município e está aberto à visitação, promovendo educação científica, valorização ambiental e integração social, com a participação dos estudantes como mediadores no Barracão Pedagógico.
Segundo a professora Lidiane Scariot, o projeto seguirá em expansão, com a ampliação da maquete para abordar as camadas da crosta terrestre. Também terão continuidade o projeto com abelhas e as ações de pesquisa e visitação já em andamento. Além disso, há a previsão de iniciar o projeto Acerte seu Relógio, voltado à construção de um espaço para a comunidade, com foco na divulgação do conhecimento científico sobre plantas medicinais.
No Clube de CiênciasRaízes D’Água, do Colégio Estadual do Campo São Roque, em Pato Branco, o início do semestre marca a retomada das atividades práticas e dos cuidados com os espaços de cultivo. O clube desenvolve pesquisas voltadas a formas sustentáveis de produção de alimentos, com destaque para sistemas que dispensam o uso do solo e assim otimizam recursos naturais.
Neste período, as ações estão concentradas na preparação da estufa e dos recipientes de cultivo, etapa essencial para garantir a saúde das plantas e a continuidade das pesquisas. Também está previsto o início do manejo de morangos em sistema de semi-hidroponia, ampliando as investigações do grupo sobre técnicas alternativas de produção agrícola em ambientes controlados.
Na semana em que se comemora o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, integrantes dos Clubes de Ciência do Paraná Faz Ciência participam do “Meninas nas Exatas”, na UFPR

Banners coloridos, experimentos em funcionamento e atividades práticas movimentaram o Campus Politécnico da UFPR durante o “Meninas nas Exatas”. As meninas, no entanto, não estavam ali apenas como visitantes. Parte delas assumiu a condução das atividades: explicaram dados, orientaram colegas e responderam às perguntas do público. Entre as participantes estavam integrantes dos Clubes de Ciência do Paraná Faz Ciência, que sustentaram suas pesquisas e compartilharam os resultados do que produzem nos clubes.
A participação no evento, realizado em 11 de fevereiro, marcou não apenas a presença dessas estudantes na universidade pública, mas a consolidação de um percurso construído dentro dos clubes. Ao longo do dia, alguns grupos visitaram laboratórios e acompanharam oficinas; outros apresentaram investigações desenvolvidas nos clubes e conduziram atividades para colegas de diferentes instituições. A universidade, nesse contexto, deixou de ser apenas espaço de visita e se tornou ambiente de troca e produção.
A experiência repercutiu diretamente na maneira como as meninas passaram a se enxergar dentro das áreas científicas. A clubista Milena Formankuevisky, de 15 anos, integrante do Clube de Meninas Sônia Guimarães, que já manifesta interesse por engenharia mecânica, contou que nunca se sentiu particularmente próxima da física. Durante o evento, ao acompanhar uma apresentação envolvendo luz ultravioleta e infravermelha e observar um experimento elétrico que reagia ao toque dos dedos, passou a reconsiderar essa distância. “Eu não sou muito fã de física, mas uma das apresentações me fez olhar diferente para a área. Me interessou bastante.” O contato direto com os experimentos ampliou referências e alterou sua percepção sobre a própria trajetória.

Para Milena, participar do “Meninas nas Exatas” também fortaleceu a convicção sobre o próprio lugar na educação pública. Ao circular pelos espaços da universidade e interagir com pesquisadoras e estudantes de graduação, ela afirmou que a trajetória acadêmica não estava determinada pela origem escolar. “Muitos dizem que escola particular tem mais oportunidade. Mas eu acredito que não importa se você é de escola pública ou privada. Você pode chegar longe, independente de onde vem.” A experiência no campus reforçou, segundo ela, a ideia de que a universidade pública também poderia ser um caminho possível para estudantes como ela, da rede estadual.
Além de visitar, algumas meninas apresentaram suas próprias investigações. No estande do Clube de Ciência Nise da Silveira, duas estudantes compartilharam uma pesquisa sobre tédio e solidão associados ao tempo de tela no celular. O trabalho reuniu levantamento de dados, organização de informações e análise de comportamentos relacionados ao uso intenso de dispositivos móveis entre jovens. A pesquisa despertou interesse de quem circulou pelo evento.

Ao ouvir a explicação das estudantes, Miriam Valentim de Oliveira, que atua na área de engenharia de software e acompanhou a feira naquele dia, destacou a consistência do trabalho apresentado. “Vim ouvir aqui a pesquisa sobre tédio e solidão no tempo de telas com celular e achei incrível a pesquisa das duas meninas. Elas fizeram um trabalho maravilhoso, com muitos dados riquíssimos. Tem muitos dados ainda a serem explorados e é um contexto muito rico de pesquisa.” O reconhecimento externo reforçou a seriedade da investigação desenvolvida no clube e evidenciou que as produções dialogaram com temas contemporâneos relevantes, que ultrapassaram o espaço escolar.
A participação no evento não ocorreu de maneira isolada. Ela foi resultado de um processo contínuo construído no interior das escolas. A professora Karin Schellmann, coordenadora do Clube Sônia Guimarães, do Colégio Estadual Paulo Leminski, relembrou que, quando estava no ensino médio, teve acesso à universidade por meio de um curso de extensão e conviveu com pesquisadoras que realizavam investigações científicas. Essa vivência marcou sua trajetória e orienta sua atuação atual. Ao integrar o colégio à Rede de Clubes de Ciência, procurou oferecer às alunas experiências semelhantes, ampliando horizontes e fortalecendo expectativas acadêmicas.

Segundo Karin, o clube começou com sete integrantes e atualmente reúne 16 alunas, além de contar com um espaço próprio na escola para reuniões e desenvolvimento de projetos. A existência desse ambiente favoreceu a continuidade das atividades e contribuiu para a construção de uma identidade coletiva vinculada à pesquisa. “Ser menina, ser mulher não é empecilho para nada”, afirmou. “Eu digo para elas: vão, façam, tentem. Quem impede o sonho é você mesma.” A fala sintetizou uma orientação que se traduziu em incentivo constante à participação em feiras, visitas técnicas e eventos científicos.

O impacto do clube também se estendeu ao corpo docente da escola. Ainda de acordo com Karin, professores que antes se sentiam distantes da pesquisa, após anos dedicados exclusivamente à sala de aula, passaram a demonstrar interesse em se reaproximar desse universo. Alguns se ofereceram para colaborar com as atividades do clube e ministrar oficinas, contribuindo com suas próprias experiências e conhecimentos. O movimento fortaleceu, dentro da própria escola, uma cultura de valorização da investigação científica.
Nesse contexto, o “Meninas nas Exatas” assumiu um significado que foi além da programação de uma data simbólica. Ao circular pelos corredores da universidade ou apresentar seus próprios dados ao público, as estudantes deixaram de se perceber apenas como visitantes ocasionais e passaram a se reconhecer como possíveis futuras integrantes daquele espaço acadêmico. A universidade pública, antes vista como distante por muitas, tornou-se concreta e acessível. Essa vivência, construída entre pesquisa, orientação docente e experiências acumuladas, contribuiu para que a ciência passasse a integrar de forma mais consistente os projetos de futuro dessas meninas.
Professores e membros da organização da FECCI podem responder ao formulário de opinião no site da Feira

Milhares de pessoas participaram da Feira de Cultura Científica (FECCI), promovida em novembro desse ano. Agora, é hora de avaliar o evento. A ideia é que essas informações sejam usadas para que ele se torne ainda melhor, em 2026.
Para isso, pedimos a contribuição de todos aqueles que participaram da organização e das atividades da FECCI. É essencial conhecer a opinião de professores, articuladores, orientadores, pós-doutorandos, bolsistas BTNS e demais integrantes da gestão.
O instrumento para levantar essas informações é um formulário que está disponível no site da FECCI (fecci.net.br).
A pesquisa é dirigida apenas a professores e parceiros do NAPI Paraná Faz Ciência, estudantes não devem responder!
O articulador do NAPI Paraná Faz Ciência e coordenador da feira, Rodrigo Reis, lembra que “todo evento, apesar do sucesso, pode ser melhor. E é isso que essas informações coletadas vão permitir, em 2026.”
Já a outra articuladora do NAPI e também coordenadora da FECCI, Débora Sant’Ana, lembra que esse processo avaliativo é uma parte importante de todas as ações desenvolvidas pelo NAPI. “Especialmente, a FECCI, uma das maiores iniciativas do Arranjo. Contribuam!”
Evento reuniu estudantes e professores de todo o estado, destacando projetos inovadores e o entusiasmo pela pesquisa científica

No dia 2 de outubro, Guarapuava recebeu a I Mostra da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, um evento que reuniu clubes de diversas regiões do estado para apresentar projetos científicos em andamento. A Unioeste teve destaque com a participação de 16 clubes e 34 trabalhos expostos, abordando temas variados que refletem o potencial e a criatividade dos estudantes.
A clubista Emilly Vitória Queiroz Gomes, integrante do clube Meninas na Ciência – Projeto Caminhos na Ciência, do Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone, de Cascavel, relatou sua alegria em participar da mostra. “Estou muito feliz, a experiência está sendo muito legal. Eu sou integrante de um clube feito por 5 meninas, e poder expor o trabalho feito por mim e por minhas amigas para tanta gente é muito gratificante”, comemora.

A professora Tatiane Staub, do Colégio Estadual Teotônio Vilela, de Santa Helena, apresentou com seus alunos um projeto de reutilização de óleo de cozinha para produção de velas aromáticas e sabão. Ela destacou a importância da vivência. “É a primeira experiência dos meus alunos com esse tipo de evento científico, e eles estão muito empolgados. Querem continuar, querem fazer mais ciência, e isso me deixa muito feliz”, conta a docente.
O entusiasmo dos participantes reforça o papel transformador dos Clubes de Ciências, que incentivam o protagonismo estudantil, a curiosidade científica e o aprendizado prático em todo o Paraná.
Clubistas saíram de Mariluz para aprender um pouco mais sobre ervas fitoterápicas no projeto da Unipar, de Umuarama

O Clube de Ciências CEJAA, do Colégio Estadual José Alfredo de Almeida, da cidade de Mariluz, conheceu o Horto Medicinal da Universidade Paranaense (UNIPAR), na cidade de Umuarama. A viagem teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre as ervas medicinais, opções de cultivo e as possibilidades de pesquisa na área da fitoterapia.
Hortos medicinais são espaços destinados ao estudo, cultivo e preservação de plantas com propriedades fitoterápicas. Além de contribuir para a conservação da biodiversidade, ele tem um papel fundamental na difusão de saberes tradicionais e científicos, resultando no fortalecimento da relação entre natureza, saúde e ciência.
Durante toda a visita, os clubistas tiveram contato direto com diversas espécies e puderam compreender melhor os benefícios que várias dessas plantas oferecem enquanto produtos fitoterápicos. O entusiasmo ficou evidente entre os clubistas, que puderam reconhecer no aprendizado uma oportunidade de aproximar teoria e prática.

A professora do Clube de Ciências, Renata Bazanela Lins de Oliveira, e o orientador pedagógico da Rede de Clubes, Josimar Ribeiro dos Santos, acompanharam a atividade. Para o orientador, estar em contato com a prática fortalece a educação científica e desperta o interesse dos estudantes para além da sala de aula: “Em passeios como esse, nós conseguimos fazer com que os clubistas vejam e sintam na prática o que estão estudando, o horto é uma sala de aula”, destacou Josimar.
A atividade foi uma experiência única que reforça a importância da educação científica e ambiental, mostrando que a pesquisa em hortos medicinais pode abrir portas para inovações no campo da saúde, além de incentivar nos estudantes o uso responsável dos recursos naturais.
A equipe debateu sobre o combate à violência contra a mulher e a importância da conscientização

A violência contra a mulher é um tópico urgente que precisa ser debatido. Pensando nisso, foi criada a campanha Agosto Lilás, um movimento nacional para conscientizar a população. Neste contexto, uma das ações do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Londrina foi convidar o clube de ciências de meninas Marie Curie, do Colégio Estadual Cívico-Militar Attílio Codato, de Cambé, para falar sobre o assunto.
A proposta surgiu justamente por conta do protagonismo feminino no projeto, característica que destaca a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência Meninas. Articulado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o clube é composto apenas por alunas e propõe atividades como mesas-redondas e informativos sobre mulheres cientistas, os quais são distribuídos na própria escola.
Para visitar o NRE de Londrina, as estudantes também elaboraram um documento informativo. O material teve como foco a campanha do Agosto Lilás, trazendo explicações sobre os diferentes tipos de violência, os dados estatísticos e as formas de denunciar. A equipe foi recebida pela chefe do Núcleo, Jéssica Pieri, e gravou um vídeo a ser divulgado nas redes sociais do departamento.

Segundo a professora Milene Baratta, coordenadora do clube, receber o convite para falar de um assunto tão importante foi uma honra não só para ela, mas para as alunas também. “Fiquei extremamente orgulhosa com o empenho delas, pela dedicação, pelo interesse”, conta. “O resultado de um trabalho de anos do colégio está se refletindo na postura das alunas enquanto clube de ciências.”
Além de reforçar o combate à violência contra a mulher, o Agosto Lilás busca informar, proteger e conscientizar a sociedade com foco em ampliar o conhecimento sobre direitos garantidos pela legislação. O mês foi escolhido como referência à sanção da Lei Maria da Penha (Lei 11.240), em 7 de agosto de 2006.
Infelizmente, ainda existem muitas vítimas, como mostram os dados levantados pelas estudantes do clube Marie Curie. O “cronômetro de violência” elaborado por elas mostra que há 1 estupro a cada 11 minutos, 5 espancamentos a cada dois minutos, 503 vítimas de agressão a cada hora e 1 mulher assassinada a cada 2 horas.

O Ligue 180 é o canal oficial do Governo Federal para denúncias de violência contra a mulher no país. É gratuito, sigiloso e disponível 24 horas por dia. Também é possível acioná-lo pelo Whatsapp, no número (61) 9610-0180.
A formação terá como foco temáticas relacionadas à rotina dos clubes de ciências em escolas da Educação Básica

Para dar sequência ao curso realizado em 2024, a Rede de Clubes do NAPI – Paraná Faz Ciência vai oferecer mais um momento de formação para os professores. Desta vez, os encontros irão se aprofundar nas temáticas sobre os clubes de ciências em escolas da Educação Básica. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 15 de setembro, no site da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
O curso “Fundamentos, Práticas e Reflexões para a Cultura Científica na Educação Básica” será no formato remoto assíncrono. A plataforma Moodle será ser utilizada, em parceria com a Universidade Virtual do Paraná (UVPR). A primeira etapa deve ocorrer entre os dias 15/9/2025 e 23/11/2025, enquanto a segunda está prevista para ser entre 23/2/2026 e 13/07/2026.
No total, serão 15 módulos de 4 horas. Cada módulo vai durar duas semanas não prorrogáveis, ou seja, devem ser concluídos dentro desse período. As reuniões garantem aos professores um certificado pela UEL, com 60 horas completas. O documento será disponibilizado ao final de todas as atividades propostas, valendo como progressão de carreira.
A participação é obrigatória para docentes da Rede de Clubes geral e da Rede de Clubes Maker, conforme os projetos da Fundação Araucária e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), respectivamente. Solicita-se, também, a convocação dos BTNS (bolsistas técnicos de nível superior) pedagógicos das Instituições de Ensino Superior. Professores da Rede de Clubes Meninas estão convidados, mas a participação é opcional.
Curso: “Fundamentos, Práticas e Reflexões para a Cultura Científica na Educação Básica”
Inscrições: até 15/9, neste link
Formato: remoto assíncrono (Google Meet)
Realização: 15/9/2025 a 13/7/2026