O documento traz diretrizes para publicações, cuidados éticos e legais e canais permanentes de apoio aos pesquisadores

A segunda reunião oficial do Comitê Científico do NAPI Paraná Faz Ciência ocorreu na sexta-feira, 29 de maio, remotamente, e contou com a presença de 39 integrantes do Arranjo, dentre eles articuladores que compõem o Comitê, docentes e pesquisadores.
O encontro foi realizado para apresentação do ‘Guia de orientação para o desenvolvimento de pesquisas’, produzido pelo Comitê. O documento foi detalhado ao grupo pelo coordenador Lucken Bueno Lucas, docente da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP).
O material reúne orientações sobre registro e publicação de projetos de pesquisa, diretrizes sobre os cuidados éticos e legais na produção dos materiais, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o uso de Inteligência Artificial (IA), e procedimentos para ampliar a visibilidade das pesquisas do Arranjo.
Além do Guia, a reunião contou ainda com a apresentação de um canal permanente de acompanhamento e suporte aos pesquisadores. A proposta é oferecer orientação sobre questões relacionadas às pesquisas e fortalecer a articulação entre os participantes da rede.
“Nós entendemos que seria importante elaborar e compartilhar esse material com vocês […] nós queremos estabelecer alguns padrões e apresentar orientações para que nossas pesquisas tenham mais visibilidade, e também para que nós tenhamos um maior ciência sobre os cuidados éticos e legais que nós precisamos seguir”, explicou o coordenador Lucken.
Durante o encontro, o articulador ainda reforçou a importância do registro das produções acadêmicas vinculadas ao NAPI, uma vez que as informações servirão de base para um levantamento sistemático da produção científica realizada pelo Arranjo.
A iniciativa do Comitê tem como objetivo, também, consolidar o NAPI Paraná Faz Ciência como uma rede de produção de conhecimento e pesquisa articulada entre as instituições que integram o NAPI.
Débora de Mello Gonçales Sant’Ana, articuladora do NAPI e integrante do Comitê, agradeceu “a participação de todo mundo, especialmente, o professor Lucken, que está à frente dessa nova etapa do Comitê científico, pelo trabalho e pela qualidade do que ele está nos entregando hoje. Eu acho que, para nós, isso é muito importante e, claro, para além do Comitê Científico.”
Rodrigo Arantes Reis, articulador do NAPI e integrante do Comitê, concluiu: “eu acho que a gente tem um perfil de atuação e de intervenção muito direta, na área de divulgação e educação científica. Mas é importante a gente mostrar e reforçar essa organização do Comitê Científico, mostrar que nós somos um projeto de pesquisa também, que tem muita produção de conhecimento sendo desenvolvida dentro do Paraná Faz Ciência”.
Nove professores compõem o grupo que retoma as atividades a partir deste mês

A primeira a primeira reunião oficial dos novos integrantes do Comitê Científico do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência ocorreu nesta sexta-feira, 15 de maio, de forma remota.
No encontro, a recomposição foi apresentada pelo novo coordenador, o professor Lucken Bueno Lucas. O docente da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) apresentou as propostas de ações para curto, médio e longo prazos.
Além disso, o grupo avançou na materialização de eixos estratégicos, deliberando sobre o Guia de Orientações para o Desenvolvimento de Pesquisas do NAPI. O material será publicado em breve.
A articuladora do NAPI e integrante da Comissão, a professora Débora Sant’ Ana, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), disse que, por causa das inúmeras atividades do Arranjo Paraná Faz Ciência, era “necessário retomar as atividades do Comitê. Agradeço a esse grupo pela disponibilidade de dar apoio à organização dos processos de gerenciamento dos dados de pesquisa produzidos pelo NAPI”.
Fazem parte da nova composição do Comitê, além da articuladora Débora e do coordenador Lucken, os seguintes professores: Rodrigo Reis, também articulador do NAPI e docente da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Mariana Bologna Andrade, da Universidade Estadual de Londrina (UEL); Fernanda Meglhioratti, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste); Josiane Figueiredo, da Universidade Estadual do Paraná- Campus Paranaguá (Unespar); Priscila Caroza Frasson Costa, da Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP, campus Luiz Meneghel, Bandeirantes; Marquiana de Freitas Vilas Boas Gomes, daUniversidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro); e Bettina Heerdt, também da Unicentro.