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II WORKDHOP DO NAPI PARANÁ FAZ CIÊNCIA

Curso de formação promovido pelo NAPI Paraná Faz Ciência permite troca entre professores e gestores de vários estados

Curso de formação de feiras de ciências promovido pelo NAPI Paraná Faz Ciência (Imagem)

Feiras de ciências promovem o ensino por investigação, nem sempre possível de ser aplicado no cotidiano da sala de aula, e acontecem devido ao compromisso dos gestores, professores e alunos, uma base teórica e pedagógica e ao apoio financeiro. A partir dos clubes de ciências, que orientam a observação de fatos do cotidiano e promovem o pensamento crítico e a metodologia científica, será possível ter feiras de ciências robustas onde o aluno é o protagonista.

Este é o pensamento que compartilham os mais de 100 participantes do curso on-line de formação em feiras de ciências promovido pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência. Realizado na noite de quinta-feira, 23, as duas palestras do segundo eixo foram sobre ‘Metodologias investigativas e projetos científicos na Educação Básica’. 

“Ao propor o curso, nós já sabíamos que era grande o interesse para aprender sobre como organizar e promover feiras de ciências, ou aprimorar práticas para algumas pessoas. Porém, o interesse nos surpreendeu positivamente e irá, com certeza absoluta, fortalecer a realização de eventos científicos no Paraná, e também no país”, enfatizou a articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, professora da Universidade Estadual de Maringá, Débora de Mello Sant’Ana. 

Com o objetivo de oportunizar a troca de conhecimentos e experiências, além de consolidar a Rede de Feiras Paraná Faz Ciência, o curso demonstra que muitos professores e gestores estão dispostos e, de certa forma, ansiosos para implantar os conteúdos ofertados pelos organizadores em seus territórios.

Novos aprendizados e a troca de experiências tem sido a tônica do curso de formação

Método próprio

“As feiras de ciências não brotam do nada. Não importa a idade, todos podem desenvolver projetos investigativos desde que seja respeitada cada etapa do estudante e sua capacidade de planejar um estudo e registar nos diários de bordo. Do Fundamental I e II, que chamamos Kids, ao Jovem, que vai até o final do Ensino Médio, as feiras de ciências são espaços de exposição do aprendizado científico do que eles produzem a partir do que vivenciam na sua realidade”, enfatizou a professora Edinalva Oliveira. 

Doutora em Ciências Biológicas e integrante da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências e do Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE), Ednalva trouxe para o curso a sua experiência com os clubes e feiras de ciências realizadas no Paraná  exemplos de projetos que podem inspirar outros jovens talentos. Também enfatizou que o PICCE é um programa desenvolvido pelo NAPI Paraná Faz Ciência, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), e oferece gratuitamente 22 protocolos para os alunos experienciarem a ciência. 

O objetivo do programa é popularizar a ciência, criando metodologias de ensino e de aprendizagem das ciências mais articuladas com os conhecimentos contemporâneos e a inovação, sem esquecer a realidade de cada aluno e escola. 

Ciência e vida

Na segunda palestra, a professora Marilene de Oliveira, coordenadora da Feira de Ciências do município de Alto Alegre, de Roraima (FECIMAA/RR), falou da realidade do estado no extremo Norte do país, onde há apenas duas feiras de ciências e escassos recursos, mas muita criatividade e compromisso de professores e alunos com a ciência.

“A feira de ciências é um trabalho em rede para colocar os alunos no mundo da ciência, para estarem se apropriando de métodos, de conceitos e caminhos que eles vão seguir com os projetos”, destacou a professora de Roraima. 

Com sua longa experiência em vencer as dificuldades e oportunizar experiências produtivas e marcantes para os alunos e professores, Marlene mostrou que foi possível verificar outro aspecto neste contexto, que vai muito além da pesquisa. “A experiência de vida que eles têm é muito gratificante e se reflete no trabalho que fazemos aqui, conseguindo impactar no nível de cada na participação social, seja na Educação Básica ou no futuro”, explicou Marlene.

Apesar de viver numa região isolada, com muitos problemas sociais e ambientais, muita violência, nunca se deixa de fazer ciências. “Pelo contrário, a ciência ajuda a tirar esses meninos e meninas da área de garimpo e do crime e os transforma em escritores, pesquisadores, engajados e prontos para observar, entender e transformar o mundo que os cerca.”, disse a coordenadora. 

Marlene de Oliveira, coordenadora da Feira de Ciências do município de Alto Alegre, de Roraima (FECIMAA/RR) (Imagem)

Para ela, “trabalhar com feiras de ciências na Educação Básica não é só dar noções de pesquisa, a gente pode fazer muito mais. Depende até onde você (professor) quer ir, seus objetivos com esse conhecimento passado aos alunos”, completou a professora.

Marlene defendeu ainda que o lugar de novos doutores é na Educação Básica.”Nada contra quem quer seguir carreira na academia, mas o trabalho com crianças e jovens é a certeza de que a ciência poderá fazer a diferença para eles e a sociedade”, finalizou.

Estudantes da rede estadual pública de ensino retornam às escolas esta semana com muitas novidades nos Clubes de Ciências



Com as voltas às aulas programadas para esta quarta, 5 de fevereiro, os Clubes de Ciências têm a missão de construir ambientes em que os estudantes possam mergulhar no contexto científico e tecnológico, aproximando a ciência da vida cotidiana.  

Lançada em julho do ano passado, a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência está transformando a rotina dos alunos das escolas que fazem parte do projeto de divulgação científica. Em seis meses, 200 clubes foram criados em 31 Núcleos Regionais de Educação do Paraná, envolvendo cerca de seis mil alunos da rede básica de ensino, aproximadamente mil profissionais da educação básica e 360 do ensino superior participam dos clubes e apresentam aos alunos o universo da ciência.

Implantada no contexto do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência, a proposta dos Clubes  é oferecer a crianças e adolescentes um novo olhar sobre o mundo que os cerca, trazendo-os para o universo da ciência. Com investimento de R$ 23,5 milhões, o projeto de divulgação científica tem fomento da Fundação Araucária e apoio das secretarias da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Educação (Seed).

Essa iniciativa ainda vai se juntar, em 2025, com o Projeto Paraná Faz Ciência Maker, que recebeu R$ 4,5 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para implantar mais 45 Clubes. Com isso, será possível abranger escolas de todos os 32 NRE do Estado .

“Nossa expectativa é que os clubes de ciências avancem e fortaleçam a formação de iniciação científica dos clubistas participantes. Esperamos que importantes projetos sejam desenvolvidos buscando compreender e responder a desafios locais e regionais”, afirma uma das coordenadoras da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora de Mello Sant’Ana. Ela espera, em breve, mostrar para a comunidade os resultados dos projetos de pesquisa dos 245 Clubes.

Clubistas Clube de Ciências Little Scientist – do Colégio Estadual Euzébio da Mota – Curitiba



O presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, ressalta a importância do incentivo ao gosto e valorização da ciência desde a formação das crianças. “A formação dos cientistas precisa começar na infância, desde a educação básica, porque leva tempo para que eles amadureçam. É um início e eu espero que mais escolas possam ter os seus clubes de ciência e que possamos ter, não somente os 23 mil doutores que temos hoje no Paraná, mas chegar em 2035 em torno de 40 mil doutores”, afirmou durante o lançamento da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.

O Paraná possui aproximadamente dois mil colégios da rede estadual de ensino que estão preparados para recepcionar os cerca de um milhão de estudantes. Vencida a primeira etapa da implementação de 200 Clubes Paraná Faz Ciência em 2024, agora o objetivo é ampliar a abrangência, amplificando a cultura científica dos estudantes das escolas da Rede Estadual de Ensino do Paraná e habilitando esses jovens para desenvolver a ampla cidadania.

Formação continuada

Para a coordenadora institucional do Paraná Faz Ciência, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mariana Andrade, as expectativas são muito positivas para esse começo de ano, porque já houve uma compreensão do potencial inovador da Rede de Clubes. “No ano passado, nós já tivemos um curso inicial de formação para os professores da Rede básica e, agora, vamos efetivamente começar de uma forma mais robusta as atividades de pesquisas com os Clubes”, avalia Mariana, que acumula a coordenação do e coordenadora do Paraná Faz Ciência MAker.

Mariana informa que as universidades também já estão com os seus bolsistas que vão dar suporte administrativo e, principalmente, pedagógico para as escolas. “Junto com o professor, nós vamos ter os bolsistas pedagógicos, mais pesquisadores em nível de pós-graduação, todos conversando com essas escolas, potencializando o que vai ser desenvolvido”, completa.

Em 2025, a coordenadora adianta que haverá mais um curso de formação para professores com novas abordagens em relação ao curso do ano passado, inclusive, com conteúdo originado a partir de um e-book que está sendo construído com diferentes temáticas ligadas aos clubes de ciência.

O Conexão Ciência – C² desta semana está recheado de histórias interessantes. Uma bióloga da Universidade Estadual de Maringá (UEM) fala sobre os serviços que os peixes “prestam” para gente. Isso mesmo… a simples existência de algumas espécies e o equilíbrio delas em uma determinada localidade, um determinado ambiente beneficiam outras espécies como nós… seres humanos. São os serviços ecossistêmicos que os peixes nos oferecem. O nome do texto é “Nossos amigos, os peixes do Rio Paraná”.

A discussão da reportagem leva a gente a refletir sobre a importância do Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia), da UEM, ao qual a bióloga Carla faz parte. Há 40 anos, inúmeras vezes, uma enorme equipe se desloca para Porto Rico, cidade a 172 km de Maringá, e despende horas coletando peixes e outros organismos de diferentes locais da região. 

Esse ritual transformou esse grupo em um verdadeiro protetor das espécies que vivem na planície de inundação, único trecho livre de barragens do alto rio Paraná. É um trabalho riquíssimo que precisa ser registrado, já que dá conta de reunir informações fundamentais sobre um ecossistema único, importante para o equilíbrio ecológico da bacia hidrográfica e para a economia da região; isto é, fundamental para garantir alguns dos serviços ecossistêmicos citados no estudo publicado acima.

O grupo, inclusive, coordena o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Taxonline, que trabalha com conservação de biodiversidade, e o NAPI Biodiversidade, que transita pela  Inovação em estratégias biotecnológicas. 

Mudi – Mas tem gente viajando para garantir o bem-estar físico e mental. E, de quebra, ganha conhecimento. O C2 conta, na matéria “Viajar: muito mais que apenas uma atividade de lazer”, que os benefícios de sair por aí vão muito além da diversão. Quando o roteiro turístico não se limita apenas aos pontos mais conhecidos do destino, trazemos de volta para casa uma bagagem cultural e científica muito maior do que antes. 

Nosso personagem é o professor de ensino básico Paulo Cesar de Oliveira, que já participou de várias viagens com a Associação dos Amigos do Mudi (Amudi), do Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi), também UEM. Quando ele usa as viagens para exemplificar conteúdos dados em sala de aula, o aprendizado fica mais leve e divertido. Ainda tem mais: também é possível desenvolver as nossas habilidades sociais e intrapessoais por meio das atividades turísticas. 

Esses são apenas alguns dos benefícios de viajar. Quer saber mais sobre os outros? Então, não deixe de conferir a matéria na íntegra.

Plantas e bichos são sua praia, então… considere as Agrárias

Fala aí. Se você gosta do campo, se liga na natureza e curte os animais, as Ciências Agrárias têm tudo a ver com seu jeito de ser. A área envolve tudo sobre exploração da terra, criação de animais e cultivo de vegetais. 

Agronomia, Medicina Veterinária, Agroecologia, Zootecnia e Agronegócio, além das engenharias Florestal, de Alimentos, de Recursos Hídricos e de Pesca, são alguns ramos das Agrárias, que também usa os conhecimentos em Ecologia, Climatologia, Tecnologia da Informação e Engenharia Genética para aprimorar seus métodos. É muita coisa mesmo. 

E quanto ao planeta, preocupado? Sente o drama. Atualmente, alguns dos maiores desafios desta atividade é aumentar a produção alimentar, utilizando os recursos naturais com responsabilidade e aprimorar as tecnologias preservando o meio ambiente. Isso é top.

Eae. Já parou pra pensar se essa ciência que alimenta o mundo faz todo o sentido para você? Então dá uma olhada no que o professor Júlio Damasceno, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), conta no vídeo Hora Ciência, do Conexão Ciência.

Num papo reto, o professor e atual reitor da UEM fala da longa jornada para chegar onde está, da paixão pela vida de pesquisador e como é fantástico mergulhar e se envolver com a ciência. Ele explica as várias formas de atuação nas Agrárias, dá dicas valiosas e te convida a fazer parte desse mundo mágico de cientistas. O reitor também declara seu amor pela Universidade, conta da sua ligação, expõe o ranking que ela ocupa atualmente e fala da importância da UEM para nossa região, Estado e sociedade. 

Para esclarecer um pouco mais, o conexão Ciência, ou C², é um projeto da UEM que desvenda o que os cientistas estão fazendo por lá. 

A série de lives Hora da Ciência, foi produzida pelo C², para crianças e jovens curiosos entenderem como é bacana saber sempre mais e quem sabe se tornarem cientistas.

Mais uma coisa legal é saber que, todo mês de outubro, o Paraná comemora a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia. Na última edição, em 2021, o Hora da Ciência apresentou lives fáceis de entender sobre várias áreas. Liga o radar que esse ano tem mais. 

Depois de conferir o papo do professor Júlio é só stalkear o C², o Hora da Ciência e correr pra contar pra galera. Bora lá!

Confira aqui o vídeo do Hora da Ciência e saiba mais sobre as ciências agrárias

Papo sério sobre o professor

Formado em Zootecnia, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), é mestre em Zootecnia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e doutor em Agronomia (Energia na Agricultura), pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/Botucatu). Fez dois pós-doutorados, na área de sistemas de produção de leite, no Institute Nationale de la Recherche Agronomique (INRA/França). É professor do departamento de Zootecnia da UEM e membro fundador da International Association of Work in Agriculture.


O que será que uma tem a ver com a outra? Bora descobrir!

O ano era 1886. Um farmacêutico americano inventou uma mistura líquida de cor caramelo e água com gás, e vendia o remédio como “tônico para o cérebro” indicado, na época, para curar dor de cabeça. 

A história do refri super famoso tem mais babado, mas o foco aqui é falar sobre a profissão de farmacêutico, que muita gente acha que é só para vender remédio.

Se você gosta de ajudar as pessoas a ficarem bem e não desmaia ao ver sangue, considere essa diversificada área da saúde, que tem muita coisa bacana para se fazer, inclusive ser um CSI. Isso mesmo, com o curso de Farmácia na mão, você pode até ser um perito criminal. Sabia?

Pois é. E para conhecer o que mais se pode fazer, escuta o que a “profe” Patrícia Bonfim, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), fala no Hora da Ciência . Ela conta em detalhes o que é, o que executa e como se faz para ser “profissa” desse território gigante chamado Farmácia. 

Quer um spoiler de atuação na área? Indústria alimentícia, análises clínicas, análises ambientais, análises toxicológicas, perícia criminal, atendimento hospitalar, farmácia industrial (cosmética, higiene, fármacos entre outros). A lista tem fim, mas é grande pra caramba. Confere no Hora da Ciência, do Conexão Ciência.

Se gosta de surpresa pule esse parágrafo! Mas… no final da apresentação, a “profe” faz um convite muito legal. Para quem curte essa vibe, ela convida a fazer parte do grupo de pesquisa de fungos que ela coordena. Entra lá pra conhecer o Micotec.

Explicando melhor o que é o Conexão Ciência, ou C², saiba que é um projeto de extensão da UEM, que mostra tudo o que os cientistas de lá estão fazendo.

O Hora da Ciência é uma série de lives que foram gravadas, bem legais, fáceis de entender, produzidas pelo C², para crianças e jovens curiosos em descobrir como a ciência é bacana e como o cientista é importante para a vida das pessoas.

Outra coisa legal é saber que todo mês de outubro o Paraná comemora a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia. Na última edição, em 2021, o Hora da Ciência apresentou essas lives sobre várias áreas. Se esperta que esse ano tem mais. 

Confere o vídeo da professora e dá uma espiada no insta prof.dra.patríciabonfim que tem dicas super legais e é aberto a perguntas. Veja como é show e grita pra galera. Não sem antes stalkear o C², o Hora da Ciência. Simples assim.

Confira aqui o vídeo do Hora da Ciência e saiba mais sobre o mundo farmacêutico

Papo sério sobre a “profe”

Analista clínica, mestre e doutora em Ciências da Saúde, pós-doutora em Biociências e Fisiopatologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) . Docente da UEM, no Ddepartamento de Análises Clínicas e Biomedicina, é pesquisadora no grupo de Micologia Médica – Grupo de Pesquisas em Tecnologias Aplicadas às Infecções Fúngicas (Micotec). Atua, ainda, em terapia fotodinâmica como alternativa para terapia antifúngica. É coordenadora do Grupo de Pesquisa em Evidências Científicas sobre Covid-19, da UEM, e divulgadora científica. 


A coisa não é tão tensa, a tal da matemática não desgruda e é top

É isso mesmo. A Física estuda o que acontece na natureza, suas leis, teorias e faz a gente entender o porquê de muita coisa que perguntamos desde criança. 

Os chamados fenômenos naturais estudados pela Física acontecem o tempo todo, em qualquer lugar, na nossa vida, no planeta e em outras galáxias próximas ou distantes. É muito punk porque ela é capaz de explicar todo o universo, no passado, no presente e até no futuro! 

Se você curte essa vibe, entenda um pouco mais sobre as possibilidades que a Física tem com a 10/10 Mariana Ferrareze Casaroto, no Hora da Ciência. No vídeo, ela explica direitinho o que é a profissão, a diferença entre licenciatura e bacharelado, as áreas de pesquisas da Física e, claro, fala também da pesquisa que faz no doutorado.  

Atenção! Aqui vale um spoilerzinho. No final da apresentação, Mari comenta e lamenta como ainda são poucas as meninas que fazem Física. Confere no canal do youtube do Conexão Ciência.

Detalhe. Mari só tem 24 anos. Já se formou, fez mestrado e está no doutorado. Detalhe do detalhe… No colégio, ela falava em fazer  educação física. Só no terceirão que ela decidiu fazer Física. Normal. 

Achou pouco o que essa menina faz e já fez? Então segura mais uma. Mari é musicista e tem uma banda de pop rock formada só por meninas chamada Sweet Poison. Curte lá. 

Para entender melhor o que rola por aqui, o Conexão Ciência é um projeto da Universidade Estadual de Maringá, que fala tudo o que os cientistas da UEM fazem por lá. 

O Hora da Ciência é uma série de lives, produzidas pelo C², para crianças e jovens curiosos entenderem como é bacana conhecer sempre mais e, quem sabe, se tornarem cientistas também.

Outra info bacana é saber que, todo mês de outubro, o Paraná comemora a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia. Na última edição, em 2021, o Hora da Ciência apresentou lives fáceis de entender sobre várias áreas. Se liga. Esse ano tem mais. 

Depois de conferir o vídeo da Mariana falando sobre Física, bora stalkear o C², o Hora da Ciência e contar pra galera. Partiu.

Confira aqui o vídeo do Hora da Ciência e saiba mais sobre a física

Papo sério sobre a Mari

Bacharela e Licenciada em Física pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Cursando o doutorado na área de Física da Matéria Condensada (UEM). Pesquisa no grupo de Teoria de Fluidos Complexos, sob orientação dos professores Rafael Soares Zola e Rodolfo Teixeira de Souza, com financiamento da CAPES. Tem experiência em Física dos Cristais Líquidos, atuando com problemas de efeito de superfície em amostras confinadas e simulações de Monte Carlo.


Olha essa parada e depois decide se é deus me livre ou quem me dera 

Sabe aquela matéria que fala de todos os tipos de seres vivos, como funcionam… desenrola sobre metabolismo, reprodução, evolução e tals? Issoo. Biologia! Se você gosta, vai passar a amar. Se odeia, respire e repense seu jeito de ver antes de cancelar essa disciplina. 

O lance é que a biologia serve para saber como o mundo vivo funciona e esse conhecimento é usado para melhorar a vida das pessoas sem comprometer a existência do planeta. Legal, né? 

Mais legal ainda é saber que a divertida e criativa profe Thaís Sanches fala sobre tudo isso em um dos vídeos do Hora da Ciência, produzido pelo Conexão Ciência (ou C²), e pode ser acessado no canal do YouTube.

Confira aqui o vídeo do Hora da Ciência e saiba mais sobre o mundo da biologia

Spoiler… Thaís conta que queria ser professora. Mas, quando estava na sala de aula e achava que estudar era chato, ficava se perguntando se ensinar teria que ser daquele jeito: turma sentadinha, quietinha, só ouvido o professor falar. Descubra o que ela fez para mudar essa relação estudante e mestre, e conta pra galera do C² se curtiu.

Se você ainda não conhece a professora de ciências e biologia, vale a pena conferir o thaisplicando.ciencias Ela usa e abusa da criatividade, dá aulas bem divertidas, espalha esse jeito bacana de ser e posta todo seu conhecimento com conteúdos deliciosos produzidos por ela mesmo. Vale copiar as ideias da “profe” e pedir pra sua escola fazer isso, também.

Só pra saber, o C² – Conexão Ciência é um projeto da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que mostra o que os cientistas de lá aprontam. O Hora da Ciência foi pensado para crianças e jovens curiosos que sempre querem saber como algo funciona ou pode melhorar a vida da gente. Como todo e qualquer cientista.

Anota essa também. Todo mês de outubro, o Paraná comemora a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia. Na última edição, em 2021, o Hora da Ciência deu um show de informações fáceis de entender. 

Com tanta coisa boa rolando, que tal stalkear o C², o Hora da Ciência e hitar com a galera. Só vai.

Papo sério sobre a “profe”

Graduada em Ciências Biológicas, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), e em Pedagogia, pela UniCesumar, é mestre na área de Divulgação Científica, pelo Programa de Biologia Comparada da UEM, e doutoranda, no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Biociências (Fiocruz). Ainda tem os títulos de especialista em Ensino de Biologia, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), e em Métodos e Técnicas de Ensino, pela Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR). Desde 2013, atua como professora de ciências e biologia na educação básica.


Vamos descobrir o que é e saber se você já comeu ou usou 

Você sabe dizer o que é ou o que são chips? Olha isso! Até nessa hora o português faz diferença. “Chips é, chips são…”

Na real, o termo chip vem do inglês antigo (ou arcaico) ‘ċipp’, que significa ‘lasca de madeira’. São os pedacinhos que surgem quando se corta um tronco, por exemplo. Então, pequenas coisas como estilhaços, fragmentos em geral, moedas, batatas e os pequenos dispositivos eletrônicos são chamados de ‘chip’. Ou seja, você já deve ter comido e, com certeza, usado muitos chips!

E por que todo esse papo sobre chip? Para falar mais sobre outro assunto que tem tudo a ver com a nossa vida: a ciência. É ela que faz tudo acontecer e para saber mais, tem uns vídeos bem bacanas chamados Hora da Ciência que podem ser acessados pelo canal do YouTube do Conexão Ciência.

O Conexão Ciência, ou C², é um projeto da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que mostra tudo o que os cientistas da Universidade estão aprontando. O Hora da Ciência foi pensado para jovens e crianças curiosas como todo e qualquer cientista que sempre quer saber como algo funciona ou pode ser melhorado para ajudar a vida da gente.

Todos os anos, no mês de outubro, o Paraná comemora a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT). Na edição de 2021, o Hora da Ciência apresentou cinco lives no evento para falar do assunto de forma mais leve e fácil de entender. Essa ideia foi da “profe” Linnyer Ruiz Aylon, que fala no primeiro vídeo sobre a área da tecnologia. Lá, ela conta suas aventuras para se tornar cientista, fala da carreira e do Projeto Manna Team, que você PRECISA conhecer! Confere o squad goals e, depois, fala pra gente aqui do C². 

A diva e professora conta que, ainda pequenininha, com apenas quatro aninhos, já sabia ler, queria ser cientista, ter uma Kombi vermelha e um filho chamado Laranja, mds!

Ela conta várias histórias top de como se tornar cientista, como a ciência é importante na nossa vida, como conheceu o mundo e o que ela fez para ser uma cientista que comanda todos os pesquisadores do Brasil que fazem chips

Chega de spoiler! Vamos stalkear o C², o Hora da Ciência e lacrar cazamigas, brothers e contatinhos. 

Confira aqui o vídeo do Hora da Ciência e saiba mais sobre os chips

Papo sério sobre a “profe”

Presidente da Sociedade Brasileira de Microeletrônica (SBMicro), coordenadora do Comitê de Assessoramento de Microeletrônica do CNPq e bolsista do CNPq. Possui graduação em Engenharia de Computação, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), mestrado em Engenharia Elétrica e Informática Industrial, pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), e doutorado em Ciências da Computação, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participa de diversos comitês e conselhos, entre eles o Comitê da Área de Tecnologia da Informação, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Comitê Assessor de Área da Fundação Araucária; Conselho Administrativo da Evoa Aceleradora de startups; e do Laboratório de Internacionalização Capes/Fulbright, entre outros. É assessora na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UEM e líder do Ecossistema Manna Team e do Programa PAT (Mulheres em Microeletrônica), da SBMicro.