Um baixo-relevo do físico paranaense será instalado na FA; obra é fruto de pesquisas realizados pela equipe do NAPI Paraná Faz Ciência
A Fundação Araucária (FA) vai homenagear, nesta sexta-feira (16), o paranaense Cesare Mansueto Giulio Lattes. Entre as atividades que comemoram os 100 anos do mais famoso físico brasileiro, está a entrega de um baixo-relevo de Lattes à sociedade. A obra, produzida a pedido do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência, vai ganhar lugar de destaque na sala Vinicius Nagem, da sede da Fundação.
O cientista conhecido como César Lattes é curitibano, filho de imigrantes italianos. Seu feito foi descobrir a existência da partícula méson pi, em 1946. Esta é uma partícula subatômica que permite a interação nuclear e a movimentação de prótons e nêutrons no núcleo das células. Este experimento ganhou o Nobel de Física, em 1950. Porém, quem ficou com o prêmio não foi Lattes, mas o chefe dele, o estadunidense Cecil Powell.
No Brasil, Lattes foi fundador de duas instituições voltadas à pesquisa científica: o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o nosso CNPq. O sistema utilizado para cadastrar os currículos de cientistas, pesquisadores e estudantes brasileiros se chama “Plataforma Lattes”. Uma homenagem do CNPq ao físico.
Centenário – A história da confecção do baixo-relevo (forma escultórica em superfície plana) para marcar o centenário de Lattes começou com uma provocação do professor Ildeu Moreira, presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ele entrou em contato com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), dizendo que seria interessante fazer uma homenagem ao paranaense.
Moreira pesquisou e encontrou jornais antigos que mostravam que César Lattes esteve em Curitiba – cidade em que nasceu – no ano de 1948, quando ele já era um cientista mundialmente consagrado. Uma matéria dizia que o cientista havia posado para João Turin, um importante escultor paranaense.
A partir dessa possibilidade, o grupo da UFPR, liderado pelo professor Rodrigo Reis, um dos articuladores do NAPI Paraná Faz Ciência, entrou em contato com o escritório responsável pelo acervo de Turin. A equipe questionou se havia por lá alguma obra que parecesse com Lattes. E a resposta foi sim.
“O baixo-relevo estava no acervo de originais em gesso e, por isso, não era do conhecimento do público”, afirma Samuel Ferrari Lago, gestor do acervo artístico de João Turin. “Para nós, a justa homenagem ao centenário do renomado cientista com uma obra assinada por Turin é motivo de alegria. É também a comprovação de que um acervo artístico consolidado há décadas continua vivo e atual”, completa.
O professor Rodrigo Reis diz que a possibilidade de homenagear o cientista curitibano, Cesar Lattes, nas comemorações do seu centenário, é um movimento de valorização da ciência e dos cientistas brasileiros.
“O NAPI Paraná Faz Ciência tem o papel de divulgar a ciência paranaense e faz isso, também, a partir do reconhecimento de seus cientistas. O Lattes talvez seja o mais importante da história do Brasil. Seu reconhecimento mundial é notável e seu papel como ator, inclusive político, no cenário da ciência brasileira é uma inspiração para cientistas atuais e futuros. Tudo isso se torna ainda mais relevante pelo fato de a homenagem vir a partir de uma obra do João Turin, artista do movimento paranista. A equipe do NAPI Paraná Faz Ciência se sente honrada de possibilitar, junto à Fundação Araucária, essa homenagem”, declara Reis.
A cerimônia de instalação da obra na Fundação Araucária vai contar com integrantes dos projetos do NAPI Paraná Faz Ciência; e do Sistema de Ciência e Tecnologia do Paraná. A solenidade ocorre na sexta-feira, dia 16, às 10 horas, na sala Vinicius Nagem.
Porém, a programação em homenagem ao centenário do físico paranaense continua, à tarde. Representantes do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia, amigos, ex-alunos e familiares de César Lattes vão ao Parque das Ciências, onde será realizada outra cerimônia, organizada pelo Parque e pela Secretaria Estadual de Educação (SEED).
A Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná fechou os primeiros balanços com resultados positivos, consagrando a premissa do evento: divulgar os avanços tecnológicos das diferentes áreas de conhecimentos produzidos pelo sistema superior de ensino do estado.
O Paraná Faz Ciência 2023 ocorreu entre os dias 6 e 10 de novembro, no campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), reunindo mais de 20 mil visitantes presenciais. O evento contou com 1500 expositores, 300 oficineiros, 20 palestrantes e 397 monitores e guias.
Entre as diversas atividades simultâneas, a Mostra Interativa de Projetos, proporcionou a 12 mil estudantes da rede básica de ensino ações experimentais das universidades, além da exposição de 240 de projetos por 650 expositores, totalizando 500 horas de atividade.

Fonte: ASC-UEM
Já as Visitas Técnicas receberam cerca de 1400 visitantes em ambientes especializados da UEL, correspondendo a 360 horas de operação.
Os eventos acadêmicos como o Por Extenso, Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), de Iniciação Científica Jr (EAIC Jr) e o Pró-Ensino tiveram 2225 trabalhos apresentados.
NAPIs

Abertura da II Semana Geral dos NAPIs
Além disso, durante a semana foram apresentados 38 dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação na II Semana Geral dos NAPIs. Segundo o diretor da Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa, o evento superou as expectativas. “Os resultados que os NAPIs estão entregando contribuem para os avanços de ciência e tecnologia do Estado. Isso nos leva a reforçar a estratégia de apoio, ampliando os recursos que podemos obter. Estamos em um momento de celebração”.

Diretor da Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.
Entre os apoiadores da Semana de Ciência e Tecnologia estão as universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste (Unicentro), de Maringá (UEM), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Norte do Paraná (Uenp) e estadual do Paraná (Unespar); das universidades Federal do Paraná (UFPR), Federal da Integração Latino-Americana (Unila), da Fronteira Sul, Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC). Também participaram como apoiadores as secretarias da Educação do Estado e de Londrina, além do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel).
O Paraná Faz Ciência é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Agência Araucária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Paraná (Fundação Araucária), a Secretaria Estadual de Modernização, Transformação e Inovação (SEI). A próxima edição do evento já tem local marcado, sendo sediado na Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Mais de 30 mil visitantes participarão do maior evento científico do Estado, que será realizado entre os dias 6 a 10 de novembro na Universidade Estadual de Londrina. Durante a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência 2023, diversos serviços estarão disponíveis à comunidade, que vai poder conferir o que é produzido no campo de ciência e tecnologia nas universidades. As inscrições para o evento se encerram nesta terça-feira (31) e são gratuitas.
Aqui está um guia prático sobre onde comer, como chegar, como se locomover com transporte particular ou público e até o que fazer em caso de alguma emergência de saúde no maior evento científico do estado. A UEL está preparando uma grande estrutura para acolher a toda a comunidade externa que deseja conferir de perto todas as inovações produzidas pelo sistema de ciência e tecnologia do Paraná.

Todos os acessos à UEL estarão liberados para facilitar o trânsito nos dias do evento. Para os que pretendem vir de ônibus, a Transportes Coletivo Grande Londrina (TCGL) oferece, entre outras, sete linhas urbanas e duas metropolitanas com paradas em diferentes pontos da UEL. Com saída do Terminal Central, as linhas 305, 307 e 315 ligam o centro da cidade ao Campus. Além disso, saindo dos terminais Acapulco e Vivi Xavier, a linha 904 faz o trajeto Conjunto São Lourenço/ Jardim Sabará (interbairros da Zona Sul). Já a linha 913 sai do Terminal Shopping Catuaí em direção à UEL.
A linha 835 realiza o percurso do Terminal Milton Gavetti rumo ao Centro de Educação Física e Esportes (Cefe) da Universidade. Por fim, a linha 932, passando com menor frequência pelo Campus, liga o Terminal Vivi Xavier ao Terminal Oeste. No sentido metropolitano, entretanto, existem as linhas 1907, que sai do centro de Cambé rumo ao Shopping Catuaí, e 1920, que sai do Terminal Ibiporã até ao Terminal Shopping Catuaí.
Da rodoviária, há a opção de pegar a linha 109 para o Terminal Central. Já do Aeroporto, há a linha 108, no sentido Jardim Albatroz. Em ambas as situações, o visitante chegará ao centro de Londrina, onde poderá recorrer às linhas 305, 307 e 315 para vir à Universidade. O preço da tarifa é de R$ 4,80 para o público em geral e de R$ 2,40 para estudantes.
Já para os que vão ao Campus com veículo privado, como carro e moto, as principais vias de acesso são pela Rua Constantino Pialarissi, Avenida das Peróbas e Rua Ipê Branco (Guarita da UEL). Para estacionar, os participantes poderão utilizar o espaço da Usina Fotovoltaica, que fica ao lado da Clínica Odontológica Universitária (COU). Nos oito centros de estudos, há ainda outras opções de estacionamento gratuito – haverá um local próprio para a instalação do Centro de Ciências da Saúde (CCS) no Campus, ao lado do prédio do Cefe.
Mais informações sobre linhas de ônibus podem ser consultadas no site da TCGL.
Durante o Paraná Faz Ciência, diversos locais de alimentação no Campus funcionarão normalmente. Na Rua Manacá, dentro da UEL, o Restaurante Universitário (RU) abre as portas aos visitantes das 11h às 14h e das 17h30 às 19h30. O cardápio é publicado na página @rudauel diariamente. Para evitar filas, a aquisição de créditos deve ser realizada nos terminais de autoatendimento, situados do lado de fora do ambiente, ou de forma online, através dos portais do Estudante e Servidor. É proibido o uso de garrafinhas no recinto para o consumo do refresco, mas o público pode levar copos e canecas. O RU não fornece copos descartáveis nem canecas para uso pessoal.
Os preços variam de acordo com o cliente. É necessário apresentar carteirinha física ou digital para a liberação nas catracas. Para estudantes de pós-graduação, graduação e cursinho, o valor fixo é de R$ 4,70; para beneficiários da moradia estudantil ou de outro subsídio ampliado, R$ 1,00; e para alunos indígenas, R$ 2,70. Já para os visitantes, a refeição sai por R$ 15. Os interessados devem apresentar o número do CPF e um cartão bancário de débito ou crédito nos terminais de autoatendimento do RU. Por fim, crianças entre 5 e 14 anos pagam R$ 8,30, enquanto adolescentes, aprendizes e estudantes do colégio de aplicação pagam R$ 2,70.

Além do RU, atualmente, existem na UEL sete pontos de alimentação. São quatro cantinas: na praça próxima ao Centro de Ciências Biológicas (CCB), no Centro de Educação Física e Esportes (Cefe) e outras duas no Centro de Educação, Comunicação e Artes (Ceca) e no Centro de Estudos Sociais Aplicados (Cesa). Além disso, há três quiosques: um no Calçadão, entre a Biblioteca Central (BC) e o Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), outro no Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) e, por fim, um no Ceca.
Como em qualquer evento de grande porte, o suporte de ambulâncias e brigadistas, exigido por lei, estará à disposição para toda a comunidade no evento. No entanto, a UEL disponibiliza aos estudantes, servidores e professores serviços gratuitos na área de saúde. Para cuidados primários, a comunidade universitária deve recorrer à Divisão de Assistência à Saúde da Comunidade (Dasc), que fica no Ambulatório de Especialidades do Hospital Universitário (AEHU), no Campus.
Durante o evento, os seguranças da UEL estão orientados a tirar as dúvidas dos presentes. Espalhadas pelo Campus, placas de sinalização ajudarão os visitantes a se localizar.
O Paraná Faz Ciência 2023 é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em parceria com a Araucária, a Secretaria Estadual de Modernização, Transformação e Inovação (SEI) e a Universidade Estadual de Londrina.
Os eventos acadêmicos da Semana Estadual de Ciência e Tecnologia – Paraná Faz Ciência 2023 vão receber centenas de estudantes e pesquisadores para mostrar resultados obtidos nos projetos desenvolvidos pela UEL, no âmbito do Ensino, Pesquisa e Extensão. De 7 a 10 de novembro, de forma simultânea, diversas propostas relacionadas ao Eixo 6 do programa pretendem movimentar o Campus da UEL: o 32º Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC 2023) e 4º Encontro Anual de Iniciação Científica Júnior (EAICjr); o 6º Encontro Anual de Extensão Universitária e 12º Simpósio de Extensão (Por Extenso); a 5º Mostra Anual de Atividades de Ensino (Pró-Ensino 2023); o 1º Encontro de Comitês de Suporte à Pesquisa do Paraná; o 1º Encontro de Editores e Jornalistas Científicos do Estado; e o Encontro de Docentes e Coordenadores de Programas de Pós-Graduação das Universidades Paranaenses.
Com programação própria a cada evento, os interessados em participar deverão se inscrever na página da programação do Eixo 6. De acordo com a professora Silvia Meletti, pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPPG) da UEL, será uma oportunidade única para a comunidade conhecer tudo o que a vida universitária oferece. “Você vai se surpreender”, garante.
A seguir, detalhes acerca dos projetos em exposição. O Paraná Faz Ciência 2023, maior evento científico do estado, será realizado na UEL entre os dias 6 e 10 de novembro e deve reunir cerca de 30 mil pessoas durante uma semana.
O 32º Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC) e 4º Encontro Anual de Iniciação Científica Júnior (EAICjr) serão realizados de 7 a 9 de novembro. Sob coordenação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (ProPPG) da UEL, eles têm como objetivo disseminar os avanços nas diferentes áreas de conhecimento, através da troca de experiências entre estudantes, docentes e pós-graduandos. Neste ano, a expectativa é que a celebração ultrapasse a marca de 1000 participantes, segundo professor Claudemir Zucareli, coordenador-geral do EAIC.
Podendo concorrer à menção honrosa por mérito científico, as análises abrangem oito grandes temas: Ciências Agrárias; Ciências Biológicas; Ciências da Saúde; Ciências Humanas; Ciências Exatas e da Terra; Ciências Sociais e Aplicadas; Engenharias; e Linguística, Letras e Artes. A edição atual conta com apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Agência Araucária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Paraná.
O Por Extenso 2023, representado pelo 6º Encontro Anual de Extensão Universitária e 12º Simpósio de Extensão, é de realização da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Sociedade (Proex) da UEL, em parceria com a Agência Araucária. De 6 a 10 de novembro, as ações do programa têm como foco a integração da comunidade acadêmica com a sociedade, por meio da apresentação de pesquisas e mesas-redondas.
A estimativa é que, ao menos, 250 trabalhos se classifiquem para essa etapa, segundo diretora de Eventos, Cultura e Relações com a Sociedade da Proex, professora Ana Luisa Boavista.
O Pró-Ensino: 5º Mostra Anual de Atividades de Ensino será realizado no dia 10 de novembro, com apresentações dos trabalhos no período matutino e vespertino, nas salas do Centro de Estudos Sociais Aplicados (Cesa) da UEL. O evento, promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), visa à divulgação de projetos de Pesquisa em Ensino, Programas de Formação Complementar (PFC), Residências Pedagógicas, Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), Programas de Educação Tutorial (PETs), Empresas Juniores e Núcleo de Acessibilidade da UEL. Também objetiva promover atividades de ensino vinculadas a outras universidades paranaenses.
O prazo de inscrição e submissão de pesquisas termina às 23h59 do dia 27 de outubro. Com taxa única de R$40, os interessados devem escolher entre quatro modalidades: apresentador (a) de trabalho – estudante ou docente da UEL; apresentador de trabalho (a) – estudante ou docente de outras instituições do Estado; orientador (a); e participante – sem apresentação de trabalho. O certificado confere carga horária total de 12h.
Do dia 9 a 10 de novembro, reúnem-se no Campus da UEL a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA), Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (CEP), Comitê de Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (CPGEN) e Comissões Internas de Biossegurança (CIBio).
As discussões dos grupos giram em torno de quatro palestras: “Princípios éticos nas pesquisas envolvendo animais e legislação atual” (CEUA); “Experiências e vivências no sistema CEP/CONEP e Plataforma Brasil no período Covid-19” (CEP); “Biossegurança laboratorial e as pesquisas em alta contenção biológica” (CIBio); e “SISGEN e a Lei da Biodiversidade Brasileira” (CPGEN).
De acordo com a professora Adriana Lourenço Soares Russo, coordenadora do CEP na UEL, o principal papel da instituição é proteger o participante da pesquisa e respaldar o pesquisador em relação a projetos que envolvam seres humanos direta ou indiretamente. Além disso, por ser um dos maiores e mais antigos da região, o Comitê também capacita outros que estão em fase de formação, com credenciamento junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Segundo ela, a expectativa do evento é permitir a troca de vivências, por meio de dilemas que propiciam crescimento mútuo.
No dia 9, os pesquisadores também poderão participar do Encontro de Docentes e Coordenadores de Programas de Pós-Graduação das Universidades Paranaenses. Entre às 14h e 16h, os envolvidos conferem a mesa-redonda “Pós-graduação no Paraná: desafios e perspectivas”, com os professores Giovani Marino Favero (UEPG) e Silvia Meletti (UEL).

Voltado a debater a importância da divulgação científica, o 1º Encontro de Editores e Jornalistas científicos do Estado do Paraná apresenta à sociedade o impacto da ciência que é produzida na esfera acadêmica. A partir das 8h30, no dia 10 de novembro, o Campus da UEL se torna um espaço de diálogo entre pesquisadores, profissionais da comunicação, estudantes e o público em geral. A iniciativa é de realização da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPPG) da UEL em parceria com a Coordenadoria de Comunicação Social (COM).
De acordo com a coordenadora de Comunicação Social, Beatriz Botelho, da comissão organizativa, é a primeira vez que o jornalismo científico ganha terreno em uma programação mais ampla que envolve outras instituições de ensino. “Ouvir as experiências de alguns em nível nacional, como é o caso do pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Jorge Duarte Menna) , ouvir as próprias experiências que os nossos pesquisadores do Paraná têm ou de ações de divulgação científica que eles já fazem. Isso tudo é muito rico, é um espaço em que a gente pode debater, pode ouvir essas outras experiências e, também, enriquecer nosso próprio conhecimento”, ela afirma.
Para os relatos de experiência, o professor André Azevedo da Fonseca, do Departamento de Comunicação (Ceca) da UEL, em conjunto com a docente Ana Paula Machado, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), articula um panorama do jornalismo especializado no meio digital. Com intuito de demonstrar os desafios da divulgação científica nesse âmbito, ele relembra outras alternativas offline que considera mais eficazes.
O youtuber, que conta com um canal de mais de 100 mil inscritos reconhecido pela comunidade do Science Vlog em produção científica de alta qualidade, declara que “as redes sociais não são espaços adequados para esse tipo de atividade (divulgação científica) e têm efeitos limitados, e, às vezes, superestimados pelas instituições de pesquisa”. “As universidades foram convencidas de que era inevitável levar os saberes acadêmicos às redes sociais para atrair a atenção dos jovens. Mas, hoje, não tenho dúvidas de que foi uma armadilha, fruto de uma propaganda intensa promovida pelas empresas que desenvolvem as plataformas”, completa o professor.
“Redes sociais são espaços saturados de ruídos que intensificam a ansiedade e prejudicam gravemente a capacidade de concentração. Os usuários são induzidos ao consumo recorrente e insistente de dados aleatórios e desconexos, que sobrecarregam a atenção e inviabilizam a aprendizagem. Ao meu ver, um dos papeis essenciais da divulgação científica hoje é precisamente retirar os jovens das redes sociais e atraí-los para a universidade.”Professor André Fonseca, do Departamento de Comunicação (Ceca).
As inscrições para as rodas de conversa são gratuitas e já estão disponíveis no link.
Quem for à UEL entre os dias 7 e 9 de novembro terá contato com diferentes práticas laboratoriais, protótipos e experimentos técnicos elaborados por 24 instituições parceiras da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência 2023. Das 8h às 18h, ocorrerá, de forma simultânea, nos centros de estudo, atividades da Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação. A mostra integra o Eixo 2 do evento e promete levar o visitante a jornadas imersivas pelo mundo acadêmico, através da exposição de projetos, startups e Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napis). O Paraná Faz Ciência 2023, maior evento científico do estado, será realizado na UEL entre os dias 6 e 10 de novembro.
Durante os três dias, uma grande estrutura será montada no estacionamento do Centro de Ciências Biológicas (CCB). No local, serão instalados os estandes das instituições parceiras, que vão mostrar seus projetos e pesquisas à comunidade. Já os projetos da UEL serão expostos em todo o Campus Universitário, nos centros de estudo.
A lista de projetos escolhidos pelas comissões científicas contempla mais de cem nomes e pode ser consultada online. Entre os projetos, estão a Empresa Junior do curso de Agronomia da UEL (Consoagro), que oferece consultoria a pequenos e médios produtores de Londrina e região, e o Hora Americana, projeto de Extensão da História em formato de podcast que narra a história e a cultura dos países do continente americano.
De acordo com Giovanna Okino, sócia da startup londrinense Gral Bioativos, a feira será uma ótima oportunidade para divulgar seu principal produto, a Nanoverde Ag, e apresentar soluções menos poluentes para a bioagricultura. Em razão de sua “excelente atividade antimicrobiana”, as partículas de prata pode substituir artefatos químicos tóxicos nas áreas agrárias, cosméticas e sanitárias. Tudo sobre esse valioso recurso será explicado por Okino e Marcelly Chue, mestre em Microbiologia pela UEL, no dia da exposição.
Outra iniciativa no ramo das startups vem da maringaense MS Bioscience. A companhia tem como missão promover a pesquisa e o desenvolvimento agrícola, por meio de análises químicas especializadas. Vencedora do prêmio “Mulheres Inovadoras 2022”, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a instituição dividirá seus frutos com a comunidade em geral em estande próprio na UEL.
Já na Mostra do Napis, 17 projetos vinculados à Agência Araucária serão apresentados à comunidade. Com o objetivo de construir o primeiro observatório terrestre aberto de raios gama do mundo, o Napi Fenômenos Extremos do Universo recebeu do Governo do Paraná mais de R$ 1 milhão. Além disso, os avanços do projeto na inclusão de meninas em projetos de astrofísica e astronomia nas escolas devem ocupar papel de destaque na exposição. O Napi estará no Balcão 3, no dia 7, entre às 8h e 12h.
Outro projeto em exposição será o Centro de Inteligência Artificial no Agro (CIA-Agro). Feito em parceria com a UEL, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Fundação ABC, o arranjo de pesquisa busca soluções para o uso da Inteligência Artificial (IA) na agropecuária, principalmente no Paraná. O estande do CIA-Agro ficará exposto no Balcão 2, no período da manhã.
Compreender o papel das tecnologias advindas do contexto pandêmico no futuro do ensino superior. Esse é o objetivo de uma série de debates que ocorrerão entre os dias 7 e 9 de novembro na Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná faz Ciência 2023. Nos três dias, das 19h às 22h, professores e alunos poderão acompanhar as discussões trilhadas por 11 professores convidados no Anfiteatro Cyro Grossi, no Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UEL. As inscrições para o Eixo 1 – Ensino Superior do Futuro são gratuitas e estarão disponíveis no site oficial do evento.
Na terça-feira (7), o Eixo 1 começa com a mesa-redonda “O Primeiro Ano da Inserção da Extensão nos Currículos – desafios práticos”. Na coordenação da mesa, estão a pró-reitora de Extensão, Cultura e Sociedade (Proex) da UEL, professora Zilda Andrade, e a professora Rosimeiri Darc Cardoso, da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Participam como convidados os professores Daniel Pansarelli, da Universidade Federal do ABC (UFABC), e Edina Schi, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Segundo a Resolução nº7 de 18 de dezembro de 2018, do Conselho Nacional de Educação (CNE), as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% do total da carga horária curricular dos cursos de graduação, normativa que passou a valer no último ano nas instituições de ensino superior.
Continuando os ensaios, na quarta-feira (8) é a vez da professora Maria Knuppel, da Universidade Virtual do Paraná (UVPR), e Fabiano Costa, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), presidirem a mesa. O enfoque da noite é argumentar a respeito das “Competências e Formação Docente para o Novo Paradigma de Educação Digital”. Com eles, estarão os professores palestrantes Ig Ibert Bittencourt Santana Pinto, da Universidade Federal do Alagoas (UFAL), que participa remotamente, e Antônio Moreira, da Universidade Aberta (UAb) de Portugal.
Por fim, na quinta-feira (9), o Anfiteatro Cyro Grossi vai receber o professor Paulo Azevedo, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), que vai falar sobre “Evasão no Ensino Superior – O que muda no cenário pós-pandêmico?”. A atividade será mediada pela pró-reitora de Graduação (Prograd) da UEL, Ana Márcia Tucci de Carvalho, e o Osmar Ambrósio de Souza, da Seti. Os certificados devem ser expedidos pela Proex.
Como parte integrante da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2023), o Paraná Faz Ciência 2023 busca reunir, entre os dias 6 e 10 de novembro, toda a comunidade paranaense em torno da atividade científica. O evento é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Agência Araucária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Paraná (Fundação Araucária), a Secretaria Estadual de Modernização, Transformação e Inovação (SEI) e a UEL.
As Visitas Técnicas da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência 2023 já estão com inscrições abertas para interessados percorrem 65 ambientes de desenvolvimento tecnológico e científico em Londrina. De 7 a 9 de novembro, o público poderá vivenciar experiências imersivas em locais pertencentes à Universidade Estadual de Londrina, como o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), localizado no Hospital Universitário (HU), através do agendamento online. As visitas integram o Paraná Faz Ciência 2023, que será realizada na UEL, entre os dias 6 e 10 de novembro, e deve celebrar a ciência produzida nas instituições do Paraná.
As inscrições para as Visitas Técnicas, destinadas a colégios e grupos grandes, vão até 31 de outubro, são gratuitas e podem ser feitas na programação do Eixo 3 do site do Paraná Faz Ciência. Os visitantes devem selecionar reservas individuais ou em grupo para os passeios descritos no site, respeitando o limite de vagas de cada período. O preenchimento da ficha técnica com dados do responsável necessita ser efetivado em até 15 minutos.
Segundo Leandro Martins, coordenador do projeto Museu Didático de Anatomia Professor Carlos da Costa Branco, do Departamento de Anatomia do Centro de Ciências Biológicas (CCB), quem participar do tour guiado no museu perceberá diversas melhorias no acervo. Entre elas, destaca a inclusão de QR Code nas peças, nova iluminação com lâmpadas LED e reconstrução 3D. Os monitores do espaço também abordaram as principais anomalias em animais e humanos, bem como a história por trás dos elementos em exposição.

Já para os amantes da comunicação, a Rádio UEL FM, do Centro de Educação, Comunicação e Artes (Ceca), abrirá suas portas entre os dias 7 e 9 de novembro. A programação é restrita à entrada de até dez indivíduos por passeio e inclui a ida aos três estúdios, à discoteca e ao mini museu. Joabe Viera da Costa, funcionário do setor, deve auxiliar nas visitas, que devem durar em média 15 minutos.
No caso do Laboratório de Tratamento de Água e Resíduos – Labtar, do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), a docente Emília Kuroda explica que a mostra prevê uma apresentação dos estudos em andamento pelo grupo vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Com limite de 15 pessoas por equipe, o espaço receberá excursões sequenciais guiadas das 9h às 12h, no dia 8 de
novembro.
As Visitas Técnicas são uma realização da UEL em parceria com Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Agência Araucária e Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI). Para mais informações sobre o Paraná Faz Ciência 2023, acesse os eixos temáticos do evento.
Voltadas para o desenvolvimento de atividades práticas e temáticas com pequenos grupos, as oficinas da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência 2023 já estão com inscrições abertas. As atividades são gratuitas, disponibilizadas de modo presencial e remoto e fazem parte de um dos seis eixos temáticos da Semana, que será realizada na UEL entre os dias 6 e 10 de novembro. Para participar, os interessados devem realizar inscrições individuais exclusivamente por meio do site do evento, até o dia 31 de outubro.
Distribuídas nos três períodos – manhã, tarde e noite -, as oficinas temáticas compõe o Eixo 4 do evento e serão realizadas nos dias 7, 8 e 9 de novembro. Por isso, são voltadas aos mais diversos públicos, de estudantes da educação básica a professores do ensino superior e à comunidade externa.
Os professores interessados em abordar a temática da energia solar em sala de aula irão encontrar, por exemplo, uma oficina voltada à “Construção de células fotovoltaicas com materiais de baixo custo para fins didáticos”. O primeiro dia também traz oficinas sobre a produção de mudas florestais; compostagem; esportes equestres; preservação e organização de acervos fotográficos; princípios básicos e moleculares dos testes de paternidade; ritmos e expressão corporal africano; introdução ao Arduíno (plataforma de projetos eletrônicos), entre muitas outras.
No segundo dia de atividades práticas, estudantes de Direito e o público em geral terão duas oportunidades – manhã e tarde – para terem contato com perspectivas e experiências do Programa de Pós-Graduação em Direito Negocial da UEL. Além deste tema, a programação de 8 de novembro trará uma oficina voltada a demonstrar a composição nutricional dos principais produtos alimentícios adquiridos em supermercados, além de orientar os consumidores sobre os riscos à saúde do consumo excessivo de certos alimentos. Já proprietários e amantes de cachorros poderão se interessar pela oficina sobre Medicina Transfusional de Cães, voltada a apresentar como funciona a doação de sangue que pode salvar a vida de um animalzinho.
Ao acessarem o site, os interessados irão encontrar as principais informações, como horário e local, além de um breve resumo dos objetivos e o currículo dos docentes responsáveis pelas atividades. A UEL será responsável pela certificação de todos os envolvidos nas atividades, desde que comprovada a participação. A carga horária dependerá do tempo de duração das oficinas.
As inscrições para as Visitas Técnicas do Paraná Faz Ciência, direcionadas a grandes grupos, como colégios, também estão abertas.
Paraná Faz Ciência 2023
Parte da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2023), o Paraná Faz Ciência 2023 é uma iniciativa do Governo do Paraná por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Agência Araucária, Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI) e a UEL.
Objetivo é celebrar a cultura científica e tecnológica no Paraná,
através de ações integrativas divididas em seis grandes eixos temáticos.
O maior evento científico do Paraná está chegando. A Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná faz Ciência 2023 terá como sede o Campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), de 6 a 10 de novembro. Com atividades integrativas organizadas em seis grandes eixos temáticos, o Paraná Faz Ciência 2023 vai divulgar avanços tecnológicos das mais diferentes áreas de conhecimento, produzidos por todo o sistema de ensino paranaense.
Como parte integrante da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2023), a iniciativa busca reunir toda a comunidade paranaense em torno da atividade científica. O Paraná Faz Ciência é uma parceria entre a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Agência Araucária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Paraná (Fundação Araucária), a Secretaria Estadual de Modernização, Transformação e Inovação (Semti) e a UEL.
O evento conta com apoio das universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), de Maringá (UEM), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Norte do Paraná (Uenp) e do Paraná (Unespar); das universidades Federal do Paraná (UFPR), Federal da Integração Latino-Americana (Unila), da Fronteira Sul, Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e do Instituto Federal do Paraná (IFPR). Também conta com apio da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR – Grupo Marista), da Secretaria da Educação (SEED) do Governo do Estado do Paraná, da Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura Municipal de Londrina e do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel).
A abertura do evento será no dia 6, no Cine Teatro Ouro Verde, a partir das 18h, com a presença de autoridades estaduais. Na ocasião, será revelado o vencedor do Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado – Prime 2023. O Prime tem como objetivo prospectar propostas acadêmicas com potencial mercadológico e transformar resultados científicos em novos negócios. A Orquestra da UEL (Osuel) também vai se apresentar na atividade de recepção.
Eixos temáticos:
A programação do evento é orientada conforme a divisão das ações interativas em seis grandes eixos temáticos:
Eixo 1: Ensino Superior do Futuro
O Eixo 1 discute o futuro do Ensino Superior, compreendendo o papel das novas tecnologias no cenário educacional de pós-pandemia. De 7 a 9 de novembro, das 19h às 22h, os debates articulados têm como público-alvo estudantes de graduação, pós-graduação e docentes das universidades paranaenses. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas antecipadamente.
Eixo 2: Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação
Este segmento é subdividido em Mostra Interativa de Projetos; Exposição de Startups; e Mostra dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napis). As mostras ocorrerão entre os dias 7 e 9 de novembro, das 8h às 18h, e objetivam apresentar à sociedade os novos programas desenvolvidos pela UEL e instituições parceiras.
Por meio de experiências interativas, pretende-se incentivar a participação da comunidade externa, além de estudantes e professores da Educação Básica e do Ensino Superior.
Segundo edital 04/2023, dez startups e 17 Napis foram selecionados para visitação nessa etapa. É o caso da empresa londrinense GRAL Bioativos. Especializada em soluções antimicrobianas verdes com baixa toxicidade, ela terá um estande próprio no Campus para a divulgação de sua marca.
Eixo 3: Visitas Técnicas
No Eixo 3, os visitantes vão participar de jornadas imersivas em espaços fundamentais para a produção científica, como os laboratórios de pesquisa. Com horários próprios, as atividades estão programadas para ocorrer entre os dias 7 e 9. A entrada é gratuita e aberta a todos, porém é necessário se inscrever.
De acordo com o edital 04/2023, foram elencados 65 locais na universidade para apresentação. Da Cardiologia Veterinária, do Centro de Ciências Agrárias (CCA), ao TelecomB5G – Grupo de Pesquisa Telecomunicações da UEL.
Eixo 4: Oficinas
Voltadas a atender à comunidade leiga, além de estudantes e professores da Educação Básica e do Ensino Superior, as oficinas desenvolverão práticas relacionadas à temática do Paraná Faz Ciência 2023. De 7 a 9, as informações acerca dos projetos disponíveis constarão no site.
Esta edição conta com 10 exibições remotas, a exemplo da discussão “Metaverso: desafios e potencialidades”, e 111 presenciais, como “Vidlunnia: a poesia ucraniana nas vozes brasileiras”.
Eixo 5: Cultura e Arte
Visa à divulgação de ações culturais e artísticas, promovendo o encontro de grupos, projetos, coletivos e iniciativas diversas da área. Aberta ao público em geral, ocorre de 7 a 10 de novembro, em segmentos específicos da UEL, sem necessidade de inscrição prévia ou agendamento.
Para este ano, foram selecionadas 18 mostras do gênero, desde Apresentação do espetáculo teatral “Fagulha”, da companhia Núcleo Ás de Paus, a Videodança “Caderno de estudos 2023”.
Eixo 6: Eventos acadêmicos
Esta seção contempla o XXXII Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC 2023), VI Encontro Anual de Extensão Universitária e XII Seminário de Extensão (Por Extenso 2023); V Mostra Anual de Atividades de Ensino da UEL (Pró-Ensino 2023), bem como o Encontro Paranaense de Comitês de Suporte à Pesquisa Científica e Tecnológica e Encontro Paranaense de Editores e Jornalistas Científicos.
Com o objetivo de divulgar os resultados da pesquisa acadêmica produzida pela UEL até agosto de 2023, a programação das feiras estará disponível, em breve, no site. Assim, os interessados em participar deverão realizar a inscrição pelo link, priorizando o limite de vagas.
Cronograma
O Paraná Faz Ciência 2023 disponibilizou o cronograma do evento, que pode ser conferido abaixo. Segundo o diretor da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPPG) da UEL, Eduardo José de Almeida Araújo, não haverá aulas durante a semana e todas as atividades dos alunos serão voltadas ao evento.
Inscrições
Os interessados devem acessar o site oficial do evento para se inscrever. A visitação será aberta à comunidade, de forma gratuita. Grupos menores do que dez pessoas não necessitam de agendamento prévio. Grupos escolares ou não escolares com mais de dez pessoas devem realizar inscrição prévia, visando garantir o bom atendimento e a circulação segura no local das atividades. O cadastro de turmas visitantes pode ser feito por este formulário.
A UEL, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Sociedade (Proex), será responsável pela certificação de todos os envolvidos no evento, desde que comprovada a participação. A carga horária dependerá do tempo de duração das atividades.
A comissão organizadora da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência 2023 divulga o resultado do edital de seleção de propostas de atividades científicas, culturais e artísticas nos diferentes Eixos Temáticos. Foram inscritas 254 atividades que serão apresentadas durante o evento, a ser realizado de 6 a 10 de novembro de 2023, no Campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), em Londrina.
Dos seis Eixos Temáticos do evento, quatro deles fizeram parte do Edital 01/2023 para receberem submissão de propostas. Dentro da Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação (Eixo 2), foram inscritas 24 instituições parceiras para a Mostra Interativa de Projetos, além dos 9 Centros de Estudos da UEL; 10 startups inscritas na Exposição de Startups; e ainda 17 Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napis) na Mostra de Napis.
No Eixo 4, de Oficinas, foram selecionadas 111 propostas de oficinas presenciais e 10 remotas. Já no Eixo 5, 18 propostas de Cultura e Arte foram aprovadas. Além disso, 65 espaços da UEL farão parte de programação das Visitas Técnicas (Eixo 3). O edital completo, com todas as propostas selecionadas, pode ser conferido da página do Paraná Faz Ciência 2023.
O Eixo 1 (Ensino Superior do Futuro) e Eixo 6 (Eventos Acadêmicos) não receberam propostas, pois terão sua programação definida pela comissão organizador. Confira todos os Eixos Temáticos do evento.
Paraná Faz Ciência
A Semana Estadual de Ciência e Tecnologia – Paraná Faz Ciência 2023 integra a 20ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT 2023). A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), Fundação Araucária (FA) e UEL.
Pela primeira vez em formato presencial, o evento contará com a participação de diversos parceiros que apresentarão à comunidade um pouco do que a ciência paranaense produz.
Com atividades simultâneas, os participantes poderão escolher livremente as áreas a serem visitadas e a participação em atividades agendadas, criando o próprio itinerário a partir de seus interesses. A programação será lançada em breve na página do Paraná Faz Ciência.
O último dia de apresentações da II Semana Geral dos NAPIs contou com a apresentação de quatro arranjos. Os novos arranjos apresentados foram: NAPI Cia-Agro, NAPI Trinacional, NAPI Neurociências e NAPI Vacina COVID.
NAPI Norte Cia-Agro (Centro de Inteligência Artificial no Agronegócio)
O NAPI Norte Cia-Agro (Centro de Inteligência Artificial no Agronegócio) foi apresentado no início da manhã de sexta-feira (10) pelos professores doutores Marcelo Canteri e Daniel dos Santos Kaster da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Fabricio Martins Lopes da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR-CP). Segundo Canteri, o objetivo central do NAPI é ser um agente transformador de desenvolvimento social e técnico para a criação de riqueza e bem-estar com o uso da Inteligência Artificial (IA) aplicada na área agropecuária, especificamente no Paraná.
Na sequência, o professor abordou o número de projetos que já vêm sendo desenvolvidos e de que maneira os trabalhos do NAPI Cia-Agro já se entrelaçam em colaboração com pelo menos outros quatro arranjos. Ainda, o professor Fabricio e o professor Daniel apresentaram, em detalhes, alguns dos subprojetos desenvolvidos pelo grupo de pesquisadores no que diz respeito à inteligência artificial aplicada à agropecuária, como é o caso da cultura da soja.
Dentre as ações do NAPI, o professor Marcelo Canteri destaca a criação de cursos como o de Ciência de Dados e Inteligência Artificial na UEL, fomento de startups, transformação digital, produção científica e intelectual. Nesse sentido, as principais ações do NAPI estão focadas no atendimento das demandas dos especialistas e principais interessados na área do agronegócio que podem ser solucionadas pela IA. E também no uso de uma ferramenta (framework) de descoberta de conhecimento para modelar soluções em IA, de forma objetiva, seguindo métricas de qualidade para gerar produtos.
O trabalho desenvolvido pelo arranjo pode ser visto, na íntegra, no site do NAPI.
NAPI Trinacional – Desenvolvimento Sustentável da Região Trinacional 2020 – 2040 (Fase 02)
A apresentação da fase 02 do NAPI Desenvolvimento Sustentável da Região Trinacional foi conduzida pelo professor Dr. Samuel Klauck da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). O articulador comenta que o arranjo tem como objetivo principal promover o desenvolvimento sustentável da região Oeste do Paraná, território que abrange a tríplice fronteira (Argentina-Brasil-Paraguai), por meio da pesquisa e inovação.
O professor apresentou, ainda, quais ações são esperadas ao longo do desenvolvimento dessa segunda etapa do projeto, que em um primeiro momento contou com estudos, pesquisas de campo e de ateliers que traçaram um panorama da tríplice fronteira. Agora neste segundo momento, de acordo com o articulador, estão focados principalmente na produção científica e intelectual, além do impacto positivo visado para a região estudada, com o auxílio da formação técnica e profissional e relatórios de referência.
O articulador encerrou sua apresentação destacando que o NAPI Trinacional tem diversas oportunidades, sendo algumas delas o “resgate” do MERCOSUL, o uso da bioeconomia pautada na produção de alimentos e geração de energia limpa e serviços sustentáveis além da abertura de universidades.
Quer conferir a apresentação? O vídeo completo sobre o NAPI Cia-Agro e o NAPI Trinacional pode ser visto no canal do YouTube da Fundação Araucária.
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NAPI Neurociências
O NAPI Neurociências foi apresentado pelo professor Dr. Eduardo José de Almeida Araújo da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Segundo o pesquisador, o arranjo, ainda em seu primeiro ano, tem como objetivo central estruturar uma rede sólida e fomentar a pesquisa em Neurociências no estado do Paraná, além de integrar pesquisadores e grupos de trabalho científico disponibilizando laboratórios multi-usuários e estimulando ações e inovações no Estado.
Para isso, o professor explica a importância desse momento inicial de mapeamento dos projetos e pesquisadores, bem como das pesquisas que já vêm sendo desenvolvidas, para, na sequência, serem desenvolvidos projetos relacionados às temáticas como dependência de drogas e doenças neuropsiquiátricas. O professor ainda explicou quais os projetos que já foram aprovados no presente ano e estão sendo desenvolvidos
Se você quer saber mais sobre o NAPI Neurociências, é só acessar o conteúdo completo no site do arranjo.
NAPI Saúde – Vacina COVID-19 | NAPI Vacinas
O NAPI Vacina COVID foi apresentado pelo pesquisador Dr. Breno Castello Branco Beirão, que destaca que o arranjo nasceu no contexto da pandemia com o objetivo de desenvolver uma nova vacina contra a COVID-19 baseada em nanopartículas funcionalizadas com antígenos do vírus SARS-CoV-2 de forma econômica e sustentável.
Entretanto, o pesquisador argumenta que se mostra necessário abrir o leque de produção dentro do arranjo, promovendo um trabalho que se direcione para criar diferentes vacinas e um trabalho que vise futuras possíveis doenças ou surtos de infecção, como foi o caso do coronavírus.
Que tal assistir a apresentação completa? O vídeo sobre os NAPIs Neurociências e Vacina COVID pode ser visto no canal do YouTube da Fundação Araucária.
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Chega ao fim uma semana recheada de encontros e trocas
A manhã de sexta-feira contou com o encerramento da II Semana Geral dos NAPIS com uma fala do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa, que agradeceu o trabalho e participação de toda equipe, ouvintes, pesquisadores e professores.
O diretor ainda finalizou destacando que os próximos desafios, no que diz respeito aos NAPIs são: a reabertura do processo de criação e consolidação dos NAPIs, melhorias na gestão e novos modelos evolutivos (LabX).
A tarde de quinta-feira (09) da II Semana Geral dos NAPIs foi recheada de apresentações. Os novos arranjos apresentados foram: NAPI Emergência Climática, NAPI Educação Para o Futuro, NAPI Educação e Difusão de CT&I, NAPI Biodiversidade: Restore, NAPI Biodiversidade: Recursos Genéticos e NAPI Biodiversidade: Serviços Ecossistêmicos.
NAPI Emergência Climática
O NAPI Emergência Climática foi apresentado pela professora Dra. Dayani Bailly Fernandes. A articuladora iniciou a apresentação com um panorama da situação mundial no que diz respeito à temática da emergência climática, salientando o recorte sobre a situação no Paraná: estiagem e seca em diversas regiões, precipitação extrema e alteração nas temperaturas nos últimos anos.
De acordo com a professora, entre os principais objetivos do NAPI estão: o desenvolvimento de estudos e projetos de tecnologia e inovação visando avaliar o impacto das mudanças climáticas, inventário da emissão de gases e aerossóis atrelados ao efeito estufa e a quantificação do impacto e redução dos riscos ecológicos, sociais e econômicos em face ao cenário atual.
O arranjo está dividido em cinco eixos temáticos que têm metas interligadas no que diz respeito ao diagnóstico da situação climática no Paraná e o entendimento do panorama geral. Além da pesquisa, os eixos visam desenvolver prognósticos futuros e projetos que contribuam para o desenvolvimento de políticas públicas, ações, perspectivas educacionais e comunicacionais que minimizem os impactos da emergência climática.
Alguns resultados já apresentados pelo NAPI são: realização de seminários, ferramentas de transformação digital com softwares, criação de uma rede de pesquisadores, construção de bancos de dados. Além disso, a criação de um Programa de Educação e Comunicação ambiental sobre Emergências Climáticas nas universidades paranaenses, construção de um Sistema de Alerta a Desastres Climáticos
NAPI Educação Para o Futuro
O NAPI Educação Para o Futuro, apresentado na tarde de quinta-feira (09) pela professora Dra. Maria Aparecida Crissi Knuppel, da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), ainda está na fase final de implementação das propostas e visa começar as atividades no começo de 2024.
Segundo a professora, o NAPI busca inovação no sistema de educação básica pública, no cenário pós pandemia, contribuindo com políticas públicas por meio de pesquisas e projetos que favoreçam o desenvolvimento da educação no Estado.
O arranjo tem alguns eixos de atuação, que são: o Observatório da Educação Básica Pública que busca tornar os dados e informações acessíveis à população e ajudar na elaboração de políticas públicas; o mapeamento da proficiência da aptidão de professores com tecnologias e a capacitação desses profissionais para um ensino digital com mais qualidade; e o Desenvolvimento Endógeno Sustentável com o estabelecimento de diretrizes para políticas educacionais.
Dessa maneira, o NAPI Educação Para o Futuro acompanhará as políticas públicas direcionadas ao ensino básico público em mais de 100 municípios, além de trabalhar em conjunto com outros NAPIs ajudando na divulgação científica.
Para acompanhar mais sobre o trabalho do NAPI Educação do Futuro, basta acessar o site do arranjo.
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NAPI Educação e Difusão de CT&I
O NAPI Educação e Difusão de CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação), apresentado na tarde de quinta-feira (09) pela professora Dra. Deborah Bernett Leal da Silva, está sediado na Fundação Araucária e é um arranjo estratégico do Governo do Estado. O NAPI CT&I tem como função estabelecer e auxiliar nas diretrizes de indicadores de CT&I para monitoramento e avaliação dos NAPIs em vigência e a implementação de uma rede de pesquisa.
Além disso, a articuladora ainda explica que o arranjo é um ator central na relação entre todos os NAPIs já em atividade. Por isso, busca promover a integração entre as redes de pesquisadores e difundir e alavancar os seus resultados, além de melhorar suas atividades. Isso também possibilita, de acordo com Bernett, uma aproximação com os órgãos públicos para a difusão da atuação dos NAPIs.
Na segunda parte da apresentação, o pesquisador e professor Dr. Armando Heilmann explicou que o arranjo desenvolveu uma metodologia para avaliar a atividade dos NAPIs, uma vez que compreender e quantificar as atividades dos arranjos possibilita formas de atuação mais precisas e melhores resultados por meio de melhores práticas na gestão, além de impactar em uma melhor difusão da inovação realizada no Estado.
Quer conferir as apresentações na íntegra? No canal do YouTube da Fundação Araucária é possível saber mais sobre o NAPI Emergência Climática, NAPI Educação Para o Futuro e o NAPI Educação e Difusão de CT&I.
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NAPI Biodiversidade – Restore
O professor Dr. Halley Caixeta de Oliveira da Universidade Estadual de Londrina (UEL) apresentou, na tarde de quinta, o NAPI Biodiversidade Restore. O nome Restore, de acordo com o articulador, é a sigla para natuRe-basEd SoluTions for imprOving REforestation, numa tradução livre, “soluções baseadas na natureza para melhorar o reflorestamento”. Esse arranjo foi o precursor do NAPI Biodiversidade, que incorporou ainda, posteriormente, o NAPI Biodiversidade Recursos Genéticos e Biotecnologia e o NAPI Biodiversidade Serviços Ecossistêmicos.
De acordo com o articulador, entre os objetivos do NAPI Biodiversidade está a integração de uma rede multidisciplinar de pesquisadores que atuam em áreas relacionadas à diversidade biológica, com ênfase na mitigação das mudanças climáticas e na conservação e uso sustentável dos recursos biológicos. O objetivo do NAPI Restore, mais especificamente, está em compreender os efeitos da seca sobre espécies arbóreas e microrganismos associados de três ecossistemas florestais e, com isso, desenvolver estratégias para programas de restauração florestal.
Oliveira apresentou ainda as ações que já vêm sendo realizadas pelo NAPI como estudos do efeito da seca na microbiota do solo e sobre mudas de espécies arbóreas da Mata Atlântica, além da aceitação social das soluções elaboradas e balanço econômico dessas soluções. Portanto, estão sendo realizadas ações de divulgação e formação científica.
Para saber mais sobre o NAPI Biodiversidade – Restore, basta acessar o site do arranjo.
NAPI Biodiversidade – Recursos Genéticos e Biotecnologia
A professora Dra. Jesiane Stefânia da Silva Batista da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) apresentou, na sequência, o NAPI Biodiversidade Recursos Genéticos e Biotecnologia. De acordo com a articuladora, o NAPI tem como meta aliar o conhecimento e a conservação dos recursos genéticos do Estado – bactérias, fungos, plantas, animais – as estratégias de utilização das potencialidades biotecnológicas.
As atividades do NAPI, de acordo com a professora, se relacionam com a prospecção da biodiversidade microbiana, vegetal e animal para o desenvolvimento de produtos biotecnológicos aplicados à saúde, agricultura e meio ambiente; nanotecnologia e biotecnologia aplicadas na melhoria da produção de mudas; avaliação dos estoques de biodiversidade para desenvolvimento de instrumentos de conservação e de manutenção dos serviços de ecossistemas terrestres ameaçados do Paraná; e a relação com a sociedade e divulgação do conhecimento.
A professora ainda apresentou alguns projetos que estão em andamento dentro do arranjo – que foi implementado somente no ano de 2023 – mas que já conta com trabalhos desenvolvidos e uma dezena de resultados positivos são esperados para os próximos meses.
Para saber mais sobre o NAPI Biodiversidade – Recursos Genéticos e Biotecnologia, basta acessar o site do arranjo.
NAPI Biodiversidade – Serviços Ecossistêmicos
A pesquisadora Dra. Claudia Costa Bonecker da Universidade Estadual de Maringá (UEM) apresentou o NAPI Biodiversidade Serviços Ecossistêmicos. A professora apresentou, inicialmente, o escopo de atuação do arranjo, que são os serviços ecossistêmicos. De acordo com a articuladora, são produtos e bens da natureza que proporcionam qualidade de vida e a manutenção das atividades econômicas, além de gerar fluxos financeiros.
Nesse sentido, a professora mostrou de que maneira a degradação ambiental tem comprometido a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos e como será a atuação do NAPI. Algumas das entregas já realizadas para a sociedade são: curso de formação de professores em ciência cidadã; guia de campo sobre saúde pública; palestras; e artigos científicos.
O arranjo, ainda no início dos seus trabalhos, tem como alguns dos objetivos e áreas de atuação ainda: softwares para o biomonitoramento da saúde ambiental; a criação de um Observatório de Espécies Não-nativas e/ou Invasoras; e a organização de informações para o desenvolvimento de políticas públicas ambientais.
Para saber mais sobre o NAPI Biodiversidade – Serviços Ecossistêmicos, basta acessar o site do arranjo.
Para assistir as apresentações completas dos NAPIs, basta acessar o canal do YouTube da Fundação Araucária.