PROJETOS

Projetos do Napi

Projetos Parceiros

NOSSAS
PRODUÇÕES

MULTIMÍDIA

EVENTOS

II WORKDHOP DO NAPI PARANÁ FAZ CIÊNCIA

Quando a curiosidade encontra método, os clubes se transformam em espaço de criação

Fotografia em ambiente interno de uma escola. No centro da imagem, há um grande painel branco decorado com letras coloridas formando a frase “Jeremias Thiago Parabéns”, acompanhado de pequenos balões de fala com mensagens e fotos das atividades do clube. Em frente ao painel, sentados no chão, está um grupo numeroso de estudantes, a maioria usando uniforme azul e branco. Atrás deles, outros estudantes estão em pé ao lado do painel. À esquerda, aparece um homem de chapéu claro, camisa social e gravata, e outro homem de camiseta azul. À direita, há mais professores e estudantes em pé. O grupo posa para a foto em clima de celebração, sugerindo um momento de homenagem ou reconhecimento ao trabalho realizado pelo clube na escola.
Pesquisa, dedicação e reconhecimento: estudantes celebram premiação na FECCI 2025 (Foto/Marilaine Martins)

Nos Clubes de Ciência conectados ao Paraná Faz Ciência e que se encontram dentro de escolas públicas do estado, o método científico não é apenas conteúdo de livro. Ele aparece em cada dúvida, em cada tentativa, no cuidado com os registros e na curiosidade que move os estudantes. Entre observações, experimentos e conversas, os grupos aprendem a investigar o mundo a partir das próprias experiências.

Cada clube encontra seu próprio caminho para transformar perguntas em investigação. Em alguns, o ponto de partida está na natureza que cerca a escola. Em outros, nas rotinas da comunidade. Em outros ainda, na vontade de entender como certas práticas funcionam e por que funcionam. O que une todos esses grupos é o processo de observar, levantar hipóteses, testar, comparar e comunicar.

No Colégio Estadual Maria Aguiar Teixeira, de Curitiba, o Clube Exploradores da Ciência transforma perguntas do cotidiano em investigação estruturada. A estudante Luiza conta que o grupo começou estudando o consumo de água na escola e, para isso, elaborou e aplicou um questionário entre os colegas, analisando os dados coletados para entender padrões de uso e possíveis desperdícios. Na etapa seguinte, o clube voltou a atenção para os refrigerantes, realizando experimentos sobre composição e discutindo os impactos do consumo excessivo na saúde. 

Luiza explica que descobriram um alto consumo de refrigerante e vários efeitos negativos, como diabetes. A partir desses resultados, o grupo produziu ações de divulgação para conscientizar a comunidade escolar. Agora, os estudantes iniciam uma nova fase de pesquisa, voltada ao trânsito no entorno da escola, o que reforça como a investigação científica acompanha as perguntas que surgem da vida cotidiana.

A pesquisa sobre refrigerantes chamou atenção na FECCI 2025, a Feira de Cultura Científica do Paraná Faz Ciência, realizada entre 4 e 6 de novembro, em Curitiba, ocasião  em que o clube foi reconhecido com um prêmio na categoria Saúde. 

Para o professor coordenador, Jeremias Ferreira da Costa, a premiação representa o valor do percurso realizado. Ele destaca que o projeto trabalhou com foco na saúde e investigou os conhecimentos envolvendo o refrigerante, e afirma que receber o prêmio foi uma honra e uma coroação do trabalho desenvolvido. Costa disse que o reconhecimento reforça o compromisso do grupo com a pesquisa científica. Entre os estudantes, o sentimento também é de celebração. 

A aluna Sofia Gabriele lembra do esforço coletivo ao longo dos meses de investigação e diz que ficou muito feliz ao saber que a pesquisa havia sido premiada, já que o grupo trabalhou intensamente desde o ano anterior.

Outro exemplo de aprendizagem baseada em investigação está no Colégio Estadual Máximo Atílio Asinelli, também em Curitiba, onde o Clube de Ciências Máximo tem uma pesquisa dedicada à horta escolar e também foi premiado na FECCI 2025. 

O grupo se organiza a partir do trabalho com a terra, da observação das plantas e do acompanhamento do cultivo, desde o preparo do solo até o desenvolvimento das espécies escolhidas. Os estudantes verificam as condições das mudas, monitoram possíveis pragas, registram o que está funcionando e planejam próximas etapas. O processo envolve tanto conhecimento científico quanto cuidado, paciência e reflexão sobre o ambiente da escola. A horta se torna um espaço de aprendizagem, mas também de planejamento e responsabilidade coletiva, articulando teoria e prática de forma contínua.

Os exemplos ilustram como o método científico ganha sentido quando se aproxima do cotidiano. Entre questionários, experimentos, cuidados com o cultivo e ações de divulgação, os estudantes descobrem que pesquisar é perguntar, registrar e revisitar o tema sempre que necessário. A investigação se torna parte da rotina e permite que cada grupo enxergue a escola como lugar de descoberta e criação de conhecimento. A premiação já na primeira edição da FECCI reforça o valor desses processos e destaca o potencial transformador dos Clubes de Ciência no território escolar.

Os Clubes UENP levaram para o Norte Pioneiro premiações em inovação, sustentabilidade e divulgação científica

Membros do Clube Inovar se emocionam ao ganhar prêmios
Membros do Clube Inovar emocionados ao ouvir a premiação (Foto/Ana C. Amaral)

Os Clubes de Ciências vinculados à Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) tiveram desempenho de grande destaque na edição 2025 da Feira de Ciência, Cultura e Inovação (FECCI). O evento teve sua primeira edição em 2025 durante os dias 4, 5 e 6 de novembro, em Curitiba.

Com projetos que envolveram sustentabilidade, tecnologia e empreendedorismo, os clubistas voltaram ao Norte Pioneiro com premiações em diversas categorias. Conheça mais sobre os trabalhos premiados dos Clubes UENP.

Clube de Ciências Inovar

Clube Inovar em frente ao painel da FECCI (Foto/Ana C. Amaral)

O Clube Inovar, do Colégio Estadual Barbosa Ferraz, em Andirá, é orientado pelas professoras Karoline de Azevedo Ferreira Rodrigues e Silvia Renata Zanon. Foi um dos grandes destaques da feira. Ao todo, o clube conquistou 6 pódios! O grupo garantiu colocações em diferentes categorias, refletindo o forte engajamento dos estudantes e a qualidade excepcional dos projetos apresentados.

1º lugar – Ciências Exatas (Júnior)

Projeto: NewBit: a nova moeda da escola para reconhecer o esforço e a participação dos alunos

3º lugar – Comunicação (Júnior) e 2º lugar – Empreendedorismo (Júnior)

Projeto: Do Lixo ao Luxo Verde: Compostagem educando para a Sustentabilidade

Clube Inovar recebendo um dos seis prêmios conquistados (Foto/Ana C. Amaral)

2º lugar – Desenvolvimento de Produto (Júnior)

Projeto: BioProtect: Bioplástico biodegradável como alternativa sustentável para a redução de resíduos plásticos

3º lugar – Ciências Exatas (Júnior)

Projeto: Gotas de Consciência: o impacto da captação de água de chuva na horta escolar do Barbosa Ferraz

3º lugar – Ciências Exatas (Jovem)

Projeto: Recicla: App ambiental unindo tecnologia e consciência na luta por um futuro mais limpo

Clube Inovar e equipe UENP mais uma vez no palco recebendo prêmios na FECCI (Foto/Ana C. Amaral)

Clube Exploradores da Ciência

Localizado em Santo Antônio da Platina, o Clube Exploradores da Ciência, do Colégio Estadual Edith de Souza Prado de Oliveira, é orientado pela professora Jessica Christina de Moura. Os clubistas foram premiados por seu trabalho ligado à Dengue. 

1º lugar – Desenvolvimento de Produto (Jovem)

Projeto: Ciência e Sustentabilidade no Combate à Dengue

Clube Exploradores da Ciência recebendo prêmio no palco (Foto/Ana C. Amaral)

Clube de Ciências Hidronautas

Representando o NRE Ibaiti, o Clube Hidronautas, do Colégio Estadual Cívico-Militar Professor Segismundo Antunes Netto, de Siqueira Campos, foi premiado na categoria Robótica. O clube é orientado pelo professor Eduardo Henrique Xavier de Oliveira.

3º lugar – Inovação Tecnológica e Robótica (Jovem)

Projeto: Chocadeira com componentes da Robótica

Clube Hidronautas e a equipe UENP mostram os prêmios recebidos (Foto/Ana C. Amaral)

Clube de Ciências Mundo Verde

O Clube Mundo Verde, do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, em Assaí, e parte do NRE – Cornélio Procópio celebrou o primeiro lugar na categoria mais disputada pela comunidade: a Escolha do Público. Como orientadora, está a professora Aparecida Cândida Duarte.

1º lugar – Escolha do Público, com 17.305 votos

Projeto: “Compostagem e Horta Escolar”

Clube Mundo Verde posa com prêmios no palco (Foto/Ana C. Amaral)

Clube Agrociência

Mostrando a força das iniciativas voltadas à sustentabilidade, o Clube Agrociência, do Colégio Estadual Maria Francisca de Souza, do município de Barra do Jacaré e ligado ao NRE Jacarezinho, foi orientado pela professora Vagna Aparecida da Silva Munhão. Eles conquistaram um primeiro lugar:

1º lugar – Meu Clube é Show (Agroecologia)

Projeto: Chamas do Futuro: Estudantes transformando resíduos em energia e sustentabilidade

Clube Agrociência com o coordenador da equipe UENP, Lucken Bueno Lucas (Foto/Ana C. Amaral)

Clube Exploradores da Ciência

O Clube Exploradores da Ciência, do Colégio Estadual Marcílio Dias, na cidade de Itambaracá (NRE Cornélio Procópio) foi o vencedor na categoria Divulgação Científica. Os orientadores do clube são Ana Paula Vieira e Guilherme César Cordeiro dos Santos.

1º lugar – Divulgação Científica (Júnior)

Projeto: Da Sala de Aula para o Canteiro: uma horta didática com sistema de irrigação controlado por sensores

Clube Exploradores recebendo prêmios no palco da FECCI (Foto/Ana C. Amaral)

Os prêmios são apenas parte de todas as conquistas dos Clubes UENP ao longo do projeto. Ter a possibilidade de conhecer outros lugares, profissionais da área e reencontrar amigos de outras feiras são alguns exemplos das conquistas que já estão no coração e na história de todos os membros da equipe. E que venha 2026, para mais encontros que incentivem a ciência possam acontecer por todo estado!

Clubes e equipe UENP posando para foto com prêmios da FECCI 2025 (Foto/Ana C. Amaral)

Após muito preparo e com mais de 30 projetos, clubes de ciência de Curitiba e região apresentam suas pesquisas na feira de cultura científica do Paraná

Um grupo de nove pessoas está reunido sobre um palco, sorrindo para a foto durante uma cerimônia de premiação. Ao centro, uma mulher segura uma grande caixa de papelão, simbolizando o prêmio recebido. As pessoas vestem crachás do evento e roupas formais ou esportivas, com destaque para camisetas pretas usadas por parte do grupo, indicando pertencimento a uma mesma equipe. O fundo exibe um telão colorido com luzes cenográficas. O clima é de celebração e reconhecimento pelo trabalho apresentado.
Integrantes do clube Zardo Faz Ciência recebem o prêmio Meu Clube é Show (Foto / Marilaine Martins)

A dedicação que movimentou os Clubes de Ciência de Curitiba e região ao longo dos últimos meses ganhou o palco na Feira de Cultura Científica (FECCI 2025), realizada entre 4 e 6 de novembro, no campus Neoville da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Além dos Clubes de Ciência, os Clubes Maker e os Clubes de Meninas na Ciência, que também integram a Rede Paraná Faz Ciência, apresentaram ao público pesquisas que transformaram curiosidade em experimentação científica.

Os projetos nasceram dentro das escolas públicas e refletem o esforço coletivo de professores e estudantes que, desde o início do ano letivo, se dedicam à observação, investigação e criação de soluções para problemas reais. As temáticas variam entre sustentabilidade, saúde, tecnologia, biodiversidade e práticas culturais, sempre com o olhar voltado ao cotidiano das comunidades.

Para muitos clubes, participar da FECCI é o ponto alto do trabalho desenvolvido ao longo do ano. “A preparação para a feira foi um momento que permitiu aos clubistas aprofundar o entendimento da pesquisa, desde o desenho dos objetivos até a elaboração da comunicação dos resultados. Acredito que eles realmente conseguiram contextualizar e colocar em prática o que vínhamos trabalhando em teoria”, afirma Felipe Gonçalves, professor coordenador do Lattes Clube.

Nas semanas que antecederam a feira, o clima foi de intensa preparação nas escolas. No Colégio Estadual Lúcia Bastos, o experimento levado à FECCI foi apresentado durante o recreio do contraturno, reunindo estudantes e professores. No Colégio Estadual Teotônio Vilela, o jogo educativo sobre o descarte adequado de resíduos sólidos foi testado com os professores, que participaram ativamente da atividade. Já no Colégio Estadual Theodoro de Bona, o site e o jogo desenvolvidos sobre macroinvertebrados aquáticos (também levados à feira) foram destaque na Feira do Conhecimento da escola, realizada no dia 13.

Da Feira do Conhecimento para a FECCI, as pesquisas alcançam novos públicos (Foto / Arquivo)

A professora Lucimary Steinke Deconto Pesaroglo, coordenadora do Bio Clube do Colégio Estadual Lúcia Bastos, destacou o envolvimento dos estudantes em todo o processo. “A gente veio mostrar trabalhos de mais de um ano de clube. Teve toda uma preparação para entender o método científico, aprender a buscar referências, reconhecer material científico de qualidade e colocar a mão na massa. Foram muitos encontros de produção, teste e troca. Para a FECCI, até os novos integrantes ajudaram a preparar tudo”, conta.

Projetos premiados

Entre os clubes vinculados à Universidade Federal do Paraná (UFPR), destacaram-se iniciativas que uniram criatividade e compromisso social, como os projetos apresentados pelo clube Zardo Faz Ciência, do Colégio Estadual Professor Francisco Zardo. Anunciado como um dos vencedores do prêmio “Meu Clube é Show”, promovido pela Secretaria de Educação do Paraná (SEED), já na abertura do evento, o clube também se destacou na categoria Ciências Aplicadas e recebeu o primeiro e o segundo lugar. Os projetos desenvolvidos pelo grupo estudam o comportamento de adolescentes em relação ao uso do celular e materiais pedagógicos que possam trabalhar na conscientização da temática.

“Os prêmios são frutos do trabalho de estudantes clubistas, estagiários, coordenadora, C.E. Prof. Francisco Zardo, SEED, Paraná Faz Ciência e UFPR”, conta a professora Izabela Paulini de Jesus. “Apesar dos obstáculos, conseguimos desenvolver uma ótima pesquisa e a premiação é um grande reconhecimento. Nos motiva a continuar pesquisando e ampliando a divulgação dos resultados em outros meios e eventos científicos”, comemora.

A emoção também foi compartilhada pelos estudantes. “Eu me sinto muito feliz pela pesquisa estar sendo reconhecida e pelas pessoas se interessarem por ela. Eu me sinto muito feliz e muito grata por ter ganhado o primeiro lugar, o que eu não achei que ia acontecer. Então me surpreendeu. Eu me sinto orgulhosa e contente pela pesquisa ter dado resultado”, conta Maria Carolina Porate, integrante do clube Zardo Faz Ciência. 

Outro destaque entre os clubes vinculados à UFPR foi o Friends of Science, da Escola Estadual Euzébio da Mota, premiado com o segundo lugar Junior na categoria Década dos Oceanos, com um projeto de protótipo de seguidor solar com arduino, em sua primeira vez participando de uma feira. “Participar da FECCI 2025 foi uma experiência e tanto! Essa foi a primeira vez do Clube de Ciências Friends of Science em uma feira de ciências e eu tenho certeza que foi um momento de muito aprendizado para as meninas. O prêmio representa uma valorização a todo esforço, curiosidade e comprometimento dos clubistas ao longo do ano, além de inspirá-los a acreditar em si e na ciência!”, relata a coordenadora do clube, Gabriele Cristine da Silva.

Para a clubista Hasly Aviles, a experiência foi especial. “Ver as pessoas se interessando, perguntando e elogiando fez a gente perceber que todo o trabalho valeu a pena. Receber o prêmio foi uma sensação de orgulho enorme, não só pelo reconhecimento, mas porque mostrou que, mesmo com dificuldades, quando a gente acredita no projeto e trabalha em equipe, dá certo. Foi um momento que marcou muito a gente”.

Além deles, outros clubes da Rede Paraná Faz Ciência vinculados à UFPR também foram premiados em diferentes categorias da FECCI 2025, evidenciando a diversidade temática e a qualidade das pesquisas desenvolvidas nas escolas públicas.

1º Lugar Junior categoria Ciências Aplicadas

COMPORTAMENTO DE ADOLESCENTES EM RELAÇÃO AO USO DO CELULAR

Clube Zardo Faz Ciência (Colégio Estadual Professor Francisco Zardo)

Coordenadora: Izabela Paulini de Jesus

2° Lugar Junior categoria Divulgação Científica

Além de robôs: contribuições das competições de robótica para a cultura STEAM – 

Acrux Robocep (Colégio Estadual do Paraná)

Coordenador: Tony Marcio Groch

2° Lugar Junior categoria Desenvolvimento de Produto

Sabão sustentável: conservação ambiental e geração de renda – 

Bio Clube (Colégio Estadual Lúcia Bastos)

Coordenadora: Lucimary Steinke Deconto Pesarolgo

2º Lugar Junior categoria Ciências Aplicadas

MATERIAIS PEDAGÓGICOS PROBLEMATIZADORES SOBRE O USO
CONSCIENTE DO CELULAR

Clube Zardo Faz Ciência (Colégio Estadual Professor Francisco Zardo)

Coordenadora: Izabela Paulini de Jesus

2° Lugar Junior categoria Década dos Oceanos

PROTÓTIPO DE SEGUIDOR SOLAR COM ARDUINO

Clube Friends of Science (Colégio Estadual Euzébio da Mota)

Coordenadora: Gabriele Cristine da Silva

3º Lugar Jovem Total categoria Ciências Biológicas

Comunidade de macroinvertebrados aquáticos como ferramenta de avaliação da qualidade da água do Parque Ambiental Aníbal Khury – Almirante Tamandaré

Clube Bona (Colégio Estadual Theodoro de Bona)

Coordenadora: Vânia Eloiza Cerutti

3º Lugar Junior categoria Ciências da Saúde

Compreendendo a composição dos refrigerantes e os efeitos na saúde e no meio ambiente – Clube Exploradores da Ciência (Colégio Estadual Profª Maria Aguiar Teixeira)

Coordenador: Jeremias Ferreira da Costa

3° Lugar Junior categoria Ciências Agrárias

Agroecologia no espaço escolar: potencialidades para a educação ambiental crítica – Clube de Ciência Máximo (Colégio Estadual Professor Máximo Atílio Asinelli)

Coordenadora: Simone de Fátima Campagnoli de Oliveira

Essas conquistas reforçam o compromisso dos clubes de ciência com a educação pública, a sustentabilidade e a formação de jovens pesquisadores engajados com suas comunidades.

Primeira edição da Feira de Cultura Científica foi palco para projetos de jovens cientistas do Paraná todo

A foto mostra cinco pessoas posando sorridentes em um estande de feira científica. Três estudantes e duas professoras estão lado a lado, com crachás roxos pendurados no pescoço. Atrás deles, há pôsteres de pesquisa com gráficos, textos e ilustrações, identificando projetos de colégios estaduais do Paraná. À frente, sobre uma mesa de madeira, há notebooks, garrafas de água e materiais de apoio. O ambiente é bem iluminado, com várias outras apresentações visíveis ao fundo.
Clube de Ciências NPI, do Colégio José de Alencar (Foto/Cassia Naomi)

Os projetos de pesquisa dos clubes de ciências vinculados à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) estão entre os trabalhos selecionados para a Feira de Cultura Científica (FECCI) 2025. A Feira integra o programa do NAPI – Paraná Faz Ciência e teve sua primeira edição realizada em Curitiba, no Campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – Sede Neoville), entre 4 e 6 de novembro. 

O evento traz grande relevância à Iniciação Científica produzida na Educação Básica e a aprovação dos projetos de Clubes de Ciências articulados pela UFFS é um importante reconhecimento das investigações realizadas nas escolas e das parcerias com professores e pesquisadores da Universidade. A Feira proporciona um espaço de aprendizado e visibilidade para o trabalho de campo e de laboratório desenvolvidos pelos clubistas. Além de o evento em si ser uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento pessoal dos participantes.

PROJETOS SELECIONADOS 

A seguir, confira os cinco clubes de ciências ligados à UFFS e os títulos dos nove projetos de pesquisa selecionados para a Feira de Cultura Científica (FECCI) 2025:

A imagem mostra três estudantes posando atrás de uma mesa na feira científica FECCI, usando camisetas da rede estadual do Paraná. À frente deles, há uma maquete colorida que representa um ambiente natural com vegetação, rio e solo. Um notebook e cartazes com informações complementares estão sobre a mesa. No fundo, um painel apresenta o projeto intitulado “O herói desconhecido: a importância da presença de crustáceos Aegla parana Schimitt 1942, como bioindicadores na região sudoeste do Paraná”, desenvolvido pelo Clube Heróis da Sustentabilidade.
O herói desconhecido: pesquisa dos clubistas de Pinhal de São Bento (Foto/Diego Malahel)

O Clube de Ciências Heróis da Sustentabilidade, coordenado por Jeferson da Silva, do Colégio Estadual Presidente Vargas, em Pinhal de São Bento, teve 2 projetos aprovados: 

A imagem mostra quatro pessoas em um estande da feira científica FECCI, com um cartaz do projeto “Captação e reuso de água da chuva no Colégio Estadual José de Alencar”, do Clube de Ciências NPI. Elas posam ao lado de uma maquete feita de madeira e tubos que simula o sistema de captação de água da chuva. No fundo, há painéis brancos e o logotipo da FECCI.
Maquete do Clube NPI, simula reuso de água em Nova Prata do Iguaçu (Foto/Diego Malahel)

De Nova Prata do Iguaçu, o projeto “Captação e reúso de água da chuva no Colégio Estadual José de Alencar’, do Clube de Ciências NPI, coordenado por Juraci de Maria Morais, no Colégio Estadual José de Alencar, foi premiado com o 1º lugar na categoria Década dos Oceanos – SNCT (Semana Nacional de Ciência e Tecnologia) – JOVEM, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) entre os dias 21 e 26 de outubro.

O Clube de Ciências Aquavida, coordenado por Denice Beal, do Colégio Estadual Arnaldo Busato, em Verê, teve 3 projetos aprovados, são eles:

Membros do Clube de Ciências QUESC com o projeto de queijo artesanal (Foto/Diego Malahel)

Projeto ‘Quesc – Queijo Artesanal São Cristóvão’, do Clube de Ciências QUESC, coordenado por Maria Aparecida de Almeida Zanlucchi, do Colégio Estadual São Cristóvão, em Manfrinópolis;

O Clube de Ciências Jovens Cientistas, coordenado por Claudia Gonçalves Machado, do Colégio Estadual Dr. Eduardo Virmond Suplicy, em Francisco Beltrão, teve 2 projetos aprovados:

A FECCI dá uma importante oportunidade de os clubistas submetam seus trabalhos ao crivo científico de uma banca avaliadora, como também os desafia a aprimorar suas habilidades de comunicação científica, explicando métodos e resultados para públicos diversos. O evento consolida o papel do clube de ciências como um motor no desenvolvimento da autonomia investigativa dos jovens e no fortalecimento da articulação entre as universidades e a educação básica do Paraná.

Parabenizamos todos os clubistas e seus professores pela dedicação e pelo excelente trabalho nos projetos!

Feira de Cultura Científica celebra a pesquisa de base e incentiva a comunicação científica dos jovens no Paraná

A foto mostra um grupo de estudantes e professores posando em frente a um ônibus branco e cinza da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O ônibus está estacionado sobre um gramado, e o logotipo da universidade aparece em destaque na lateral. As pessoas estão sorrindo e fazem gestos de alegria, como joinhas e acenos. A maioria veste uniformes escolares azuis e brancos; duas pessoas usam roupas casuais. O clima parece nublado, e há vegetação e uma estrutura alta ao fundo.
Clube Jovens Alquimistas, em visita ao Campus Apucarana da UTFPR (Foto/Gabriel Cardoso Ribeiro)

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) celebra a participação de 15 clubes de ciências da região selecionados para a Feira de Cultura Científica (FECCI) 2025. O evento, que faz parte do calendário do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência, é uma das mais importantes vitrines para a pesquisa desenvolvida por estudantes da Educação Básica no estado.

A FECCI tem como principal objetivo fomentar a cultura científica, proporcionando aos jovens cientistas uma plataforma para apresentar soluções criativas a problemas reais, utilizando o rigor do método científico.

Importância para a Rede de Clubes

Para os Clubes de Ciências ligados à UTFPR, a aprovação de projetos na FECCI representa um reconhecimento crucial. A seleção atesta a qualidade das investigações realizadas nas escolas, muitas vezes em parceria com professores e pesquisadores da Universidade.

A Feira é um espaço valioso que estimula o desenvolvimento da autonomia investigativa, aprimora a comunicação científica dos clubistas e valoriza o empenho de professores e alunos. Além disso, a participação fortalece a articulação entre a UTFPR e a Educação Básica, um dos pilares essenciais da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.

Projetos Aprovados para a FECCI 2025

A seguir, confira os clubes de ciências ligados à UTFPR e os títulos dos projetos de pesquisa selecionados para a Feira de Cultura Científica (FECCI) 2025:

Celebramos o empenho e a dedicação de todos os estudantes, professores orientadores e coordenadores nestes trabalhos!