Na pauta a história e o funcionamento da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência

A professora Débora Sant´Ana, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), é uma das articuladoras do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência, e foi responsável pela apresentação dos bolsistas integrantes da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, da região coordenada pela UEM. A palestra da professora ainda abarcou a origem dos NAPIs e o estágio atual de seus programas integrados para o fomento dos ecossistemas de inovação no Estado, a exemplo da Rede Clubes.
A reunião com os Bolsistas Técnicos de Nível Superior (BTNS) da UEM envolveu os integrantes do núcleo pedagógico e de comunicação do projeto. Os bolsistas pedagógicos são professores graduados selecionados para atuar como suporte no andamento das atividades junto aos professores que coordenam os Clubes de Ciências nas escolas da rede pública. Os atuais 245 Clubes de Ciência do Estado estão divididos entre os cerca de 150 bolsistas pedagógicos, alocados em diferentes universidades públicas, os quais terão a responsabilidade de acompanhar o trabalho nos Clubes, sanar dúvidas e ser ponto de contato entre professores clubistas e a gestão da Rede Clubes PRFC.
Já os BTNS de Comunicação foram selecionados por região do Estado e vão atuar produzindo conteúdo sobre os Clubes dessas regiões, seguindo a subdivisão regional dos Núcleos Regionais de Educação (NRE), da Secretaria Estadual de Educação (SEED). Sob a coordenação da jornalista Ana Paula Machado Velho, também da UEM, serão 12 bolsistas atuando em um grupo que funcionará como uma agência de informação sobre a Rede Clubes PRFC. A equipe terá como mestas apresentar ao público cada clube, os alunos e professores coordenadores, eventos relacionados à ciência, curiosidades e conteúdos pensados para ampliar a divulgação científica e a cultura da inovação pelo Estado.

Toda essa iniciativa em rede faz parte de um movimento pensado para articular de forma integrada a popularização da ciência do Paraná, como explica a professora Débora Sant´Ana. “Esse é um movimento social pela ciência, tendo como uma das metas fazer a diferença na formação profissional das novas gerações. Esses alunos [a partir do 5º ano do Fundamental] que estão participando dos Clubes de Ciência vão trazer retorno para o Estado futuramente, e uma das expectativas é atingir a marca de 40 mil doutores, superando os atuais 25 mil, em poucos anos.”
A iniciativa dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação – NAPIs teve origem na Fundação Araucária. A ideia é fomentar a pesquisa e inovação no Paraná e já conta com mais de 40 Arranjos em todo o estado. O NAPI Paraná Faz Ciência engloba 12 universidades: UEM, UEL, UENP, UEPG, Unioeste, Unicentro, Unespar e mais as federais UFPR, UTFPR, Unila, UFFS e IFPR. O financiamento para as atividades planejadas vem aumentando desde 2020. Hoje, já chega ao valor total inédito de R$ 36 milhões em divulgação da ciência.
As atividades e comunicações relativas à Rede de Clubes Paraná Faz Ciência podem ser acompanhadas no Instagram: @clubesparanafazciencia
Projeto do Clube de Ciências da Escola do Campo de Barão de Lucena promove conscientização ambiental e incentiva boas práticas de gestão de resíduos sólidos

Os alunos da Escola do Campo de Barão de Lucena realizaram uma pesquisa sobre o descarte de resíduos sólidos na comunidade local. O projeto, conduzido pelo Clube de Ciências da escola, incluiu visitas a locais de descarte, debates sobre impactos ambientais e soluções sustentáveis para a redução de danos ao meio ambiente.
Durante o estudo, os alunos analisaram os efeitos da disposição irregular de resíduos e discutiram temas como consumo acelerado, biodegradabilidade e obsolescência programada, com foco especial nos eletrônicos. Para aprofundar a investigação, realizaram uma visita a um ponto de descarte na comunidade, onde documentaram a situação por meio de fotografias e entrevistas com moradores.
Com base nas informações coletadas, os estudantes participaram de pesquisas orientadas em periódicos acadêmicos no laboratório de informática da escola. As análises apontaram que a reciclagem e a destinação correta dos resíduos para aterros sanitários são as alternativas mais viáveis para minimizar os impactos ambientais. Para disseminar esse conhecimento, o Clube de Ciências desenvolveu uma maquete ilustrativa de um aterro sanitário, apresentada à comunidade escolar.

O professor Gilvan Andrade, um dos responsáveis pelo projeto, destacou a importância da iniciativa para a formação dos alunos: “Tive a oportunidade de explorar um tema essencial que muitas vezes não está presente no currículo tradicional. O engajamento dos estudantes foi impressionante, pois perceberam que suas ações podem transformar a realidade ao seu redor”.
Para este ano, o Clube de Ciências já tem novos planos. O professor Gilvan está desenvolvendo um projeto de horta agroflorestal na escola, com o objetivo de ampliar o impacto da iniciativa para além da comunidade escolar. “Essa nova etapa permitirá aos alunos aprenderem sobre solos, microbiologia, alimentação saudável e preservação ambiental, promovendo um diálogo direto com a comunidade”, acrescentou o professor.
O projeto reforça o compromisso da Escola do Campo de Barão de Lucena com a educação ambiental e a formação de cidadãos conscientes e atuantes na preservação do meio ambiente. A iniciativa também demonstra a importância da ciência na solução de problemas locais, incentivando o pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes.

Essa será a primeira edição oficial da Feira de Ciência organizada pelo NAPI PRFC
Na segunda-feira (24), coordenadores e integrantes do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência e da equipe da Rede de Clubes realizaram a primeira reunião de planejamento da Feira de Cultura Científica (FECCI) 2025. O evento ocorrerá entre os dias 7 e 9 de outubro, no Parque Científico e Tecnológico (PCT-CT), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na Cidade Industrial de Curitiba. Estiveram presentes à reunião os articuladores do NAPI PRFC, Débora de Mello Gonçales Sant’Ana e Rodrigo Arantes Reis; a equipe do Arranjo; o pesquisador e professor da UTFPR, Charlie Antoni Miquelin; além de representantes das Secretarias Municipal e Estadual de Educação.

A reunião abordou a escolha do local do evento, as estratégias de comunicação e o equilíbrio entre o caráter político da feira e seu protagonismo estadual. Foram definidos grupos de trabalho focados em infraestrutura, logística e comissão científica, com o objetivo de otimizar recursos e assegurar a participação dos clubes de ciência. Além disso, discutiu-se a busca por patrocínios e o cronograma do evento, com ênfase na definição de prazos para organização e transporte dos participantes.
O FECCI 2025 também é importante porque marca o primeiro evento dos NAPI PRFC para atender especificamente os Clubes de Ciência. Atualmente existem 273 clubes na Rede. Durante a reunião, foi discutido que cada clube deve participar de pelo menos uma feira. Embora não seja obrigatória em todas, a participação em pelo menos uma é incentivada.
A expectativa é que a presença dos Clubes de Ciência seja priorizada nas inscrições. No entanto, de acordo com o articulador do NAPI PRFC, Rodrigo Arantes Reis, a feira permanecerá aberta a todos, incluindo escolas particulares e de outros estados.
A FECCI tem como objetivo “fortalecer a cultura científica no estado, incentivando a participação de jovens pesquisadores e a integração entre instituições de ensino e pesquisa”, destacou a professora Débora Sant’ Ana.
Com o avanço das discussões, a organização busca garantir um evento estruturado e acessível a todos os envolvidos. Uma nova reunião foi agendada para o dia 7 de abril para acompanhar o progresso das decisões.
Rede de Clubes vai ganhar mais força feminina com projeto recém-criado
As coordenadoras e professoras de Clubes de Meninas e Mulheres na Ciência, que vão integrar mais uma parte da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, reuniram-se na última sexta-feira, 21, pela primeira vez. A ideia é aproveitar a estrutura em Rede já existente para os 200 clubes da Rede Paraná Faz Ciência e os 45 clubes Maker para agregar mais iniciativas e troca de ideias entre os participantes e universidades envolvidas.

A professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, Débora Sant´Ana, abriu a reunião explicando a importância e a abrangência da Rede de Clubes para a comunicação científica e o desenvolvimento da ciência no âmbito escolar e universitário.
“A Rede Clubes é um projeto muito caro para nós, com 200 clubes de ciências financiados pelo estado do Paraná, mais uma estrutura de apoio no valor total de R$ 23 milhões, para 30 meses de trabalho. E mais 45 fomentados pelo governo federal. O intuito é fomentar algo que chamamos de cultura da ciência. É um projeto que envolve muita gente, em diferentes regiões do estado e trabalhamos em intensa articulação com a Secretaria de Estado de Educação para que tudo funcione bem”, explicou.
Entre as professoras propositoras de projetos que destinam pesquisa para a visibilidade de mulheres na ciência está a professora Mara Parisoto, da área de Engenharias e Exatas, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), campus Palotina. Ela coordena seis clubes de ciência de âmbito nacional e se sente agradecida pela proposta de uma rede voltada para meninas na ciência. “Estou grata em ver essa proposta de soma de esforços para a visibilidade das meninas na ciência. É uma ótima oportunidade de aprendizado para as articulações em rede”, comentou.

As professoras participantes do Rede de Clubes para meninas também terão a vantagem de acessar os cursos de formação oferecidos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), a entidade certificadora desses cursos no âmbito do NAPI PR Faz Ciência. Existem opções síncronas (em dias marcados) ou assíncronas, gravadas, para serem acessadas quando interessar. Outro benefício da entrada na Rede Clubes será a bolsa-auxílio de participação para as professoras coordenadoras dos clubes, com horas dedicadas para desenvolver esse trabalho, conforme prevê as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação (SEED).
Nos próximos encontros, o grupo deve tratar de detalhes do fluxo de comunicação sobre as atividades da nova rede de clubes para meninas e outros detalhes práticos para que os trabalhos entrem em funcionamento.

Turismo científico e Clubes de Ciências nas escolas públicas são os temas da contribuição do Arranjo para o evento
O Smart City Expo Curitiba 2025 chega à sexta edição. Este ano, além de um novo cenário, tem como temática principal “Transformando cidades: construindo felicidade”. As atividades ocorrem de 25 a 27 de março, na Ligga Arena. O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência estará presente, interagindo com gestores de municípios de todo o Paraná e do país.
O maior evento de cidades inteligentes das américas é inspirado na mega iniciativa global, o Smart City Expo World Congress. O congresso e a feira na versão brasileira reúnem conhecimento, inovação e networking para impulsionar soluções urbanas mais sustentáveis, conectadas e humanas.
“O objetivo do evento é expor e promover ações, programas e serviços voltados para técnicos e gestores municipais, e o NAPI Paraná Faz Ciência oferece oportunidades importantes para as áreas de educação e turismo científico. Queremos mostrar a importância da ciência aplicada para a solução de desafios estratégicos do Paraná, fortalecendo a conexão entre Academia, setor produtivo e poder público”, apontou o articulador do Arranjo, Rodrigo Reis.
A equipe do NAPI vai mostrar o site Turismo Científico, que disponibiliza uma parte do conteúdo do Guia de Espaços de Divulgação Científica do Estado do Paraná. A publicação, disponível tanto na versão on-line quanto em brochura, apresenta um panorama detalhado dos principais espaços científicos do estado, permitindo que os participantes do evento conheçam mais sobre as iniciativas locais.

No site, é possível localizar museus e centros de ciências, jardins botânicos e herbários, bosques, parques e reservas, planetários, zoológicos e aquários. Esses são atrativos que vêm colocando ‘combustível’ no chamado turismo científico, uma oportunidade para municípios de todos os tamanhos.
“Além disso, vamos apresentar a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, um investimento público que tem visa fomentar a cultura científica nas escola; isto é, uma estratégia de fortalecimento da área da educação na rede pública de ensino do Paraná”, explicou Débora Sant’ Ana, articuladora do NAPI junto com Reis.
Conheça o site de Turismo Científico em: paranafazciencia.uvpr.pr.gov.br/turismocientifico

Estudos sobre saúde humana, alimentação, desenvolvimento tecnológico, combustível renovável, inteligência artificial, foram alguns dos temas presentes na III Semana dos NAPIs no Campus da Indústria – FIEP, em Curitiba, entre os dias 11 e 12 de março.
Dentre tantos trabalhos desenvolvidos por graduandos, mestrandos e doutorandos de universidades, estavam o dos Clubes de Ciência dos colégios estaduais de Curitiba e região Metropolitana: Clube de Ciência e Robótica, Clube Exploradores das Ciências: Uma questão de cidadania, Clube Steam e Clube Geração Científica.
Os clubistas também tiveram oportunidade de apresentar os resultados de seus projetos para as mais de 500 pessoas que participaram nos dois dias de evento. Foram realizadas palestras, 16 balcões de exposição com produtos, protótipos e inovações desenvolvidos por diferentes pesquisadores do Ensino Médio ao universitário.
A professora Deize Dias Lopes, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), esteve presente nos dois dias e enxergou, no evento, a oportunidade de conhecer outros projetos. “Eu passei por três NAPIs que me interessaram muito, inclusive para o desenvolvimento da minha atividade como docente dentro do curso de Engenharia. São coisas que, às vezes, você não sabe que seu vizinho está fazendo”, afirmou.

Já Ligia Gomes Oliveira, pós-doutoranda da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ressaltou a chance que teve para aprender mais na III Semana dos NAPIs. “Nós temos a oportunidade de conhecer outras áreas. E a disseminação desse conhecimento é importante pra gente valorizar outros projetos”, disse.
A professora Rosana Moreira da Roca, do setor de Zoologia da UFPR, defende que a divulgação científica é uma forma de integrar escolas e universidades. “A gente trabalha com a ideia de divulgação das nossas pesquisas nas escolas do Paraná. Então, foi uma oportunidade de se comunicar um pouquinho com o Napi Paraná Faz Ciência, com os projetos de ensino e de divulgação científica. Por isso, é interessante ter esses momentos de encontro dos vários projetos pra gente trocar algumas ideias”, argumenta.
O professor Fernando Camargo Passos acrescentou o trabalho que vem sendo desenvolvido através do NAPI TaxiOnline e que fortalece a ciência cidadã. “Este evento é importante pela integração com a indústria, com financiamentos voltados ao fortalecimento de coleção científica que, na verdade, contribui pra gente conhecer nossa biodiversidade”, resume.
Gabriela Sipoli representa a PUC de Curitiba e atua num projeto que desenvolve tecnologias que possam ajudar no dia-a-dia das pessoas, focado em pessoas com deficiência. Sipoli considerou o segundo dia mais produtivo porque pode acompanhar mais de perto trabalhos parecidos com o seu, já que no primeiro dia estava muito lotado. “A gente conseguiu se conectar melhor com outros projetos correlatos no segundo dia, porque no primeiro estava muito cheio. Mas no geral, o evento foi muito bom porque conseguimos, juntos, construir coisas melhores pra sociedade e evoluir”, finaliza.
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) é uma iniciativa da Fundação Araucária. Consiste numa mostra de projetos de pesquisa e inovação, além de possibilitar a construção de redes colaborativas para promover o avanço científico e tecnológico do Estado do Paraná.

O Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE) está prestes a dar um passo significativo rumo à popularização da ciência cidadã com o lançamento da versão beta de seu aplicativo. A fase de testes ocorre entre os dias 21 e 28 deste mês e permitirá que pesquisadores e voluntários contribuam para a coleta de dados em dois protocolos específicos: Cobertura do Solo e Observando e Identificando Insetos.
A iniciativa busca envolver a população na construção do conhecimento científico por meio de um sistema colaborativo de coleta e análise de dados. Segundo Tamara Domiciano, doutora em Educação em Ciências e em Matemática, pela UFPR, professora de Ciências, e integrante do PICCE, o aplicativo segue a mesma lógica de plataformas como o iNaturalist e o GLOBE Observer, permitindo que qualquer pessoa participe da coleta de informações essenciais para pesquisas científicas.

“A participação voluntária e colaborativa da população é fundamental para alcançarmos um volume significativo de dados. Esses dados ajudam a responder perguntas que exigem grande abrangência e detalhamento, tornando a ciência mais acessível e democratizada”, explica Domiciano.
Os protocolos escolhidos para a versão beta são fundamentais para a plataforma. O protocolo de Cobertura do Solo, por exemplo, é uma adaptação do protocolo do GLOBE Observer e fornece informações sobre o tipo de solo, vegetação e condição climática do local. Os usuários preenchem questionários e tiram fotografias do solo e do entorno, auxiliando no monitoramento de riscos geotécnicos, como deslizamentos de terra e enchentes.
Já o protocolo Observando e Identificando Insetos conta com uma ferramenta de identificação visual por meio de imagens comparativas, permitindo que os participantes fotografem e classifiquem os insetos encontrados. “Esse protocolo é essencial porque apresenta subdivisões que facilitam a identificação e análise dos insetos, contribuindo para estudos sobre biodiversidade e impactos ambientais”, destaca a pesquisadora.
Os interessados em testar o aplicativo podem acessar todas as informações na página do PICCE, onde encontrarão o link de acesso ao aplicativo, um vídeo tutorial sobre sua instalação e um formulário para feedbacks. Como se trata de um software livre, o aplicativo não estará disponível em lojas de aplicativos convencionais, exigindo um processo de instalação específico, de acordo com o vídeo tutorial que estará disponível na página do Programa.
A fase de testes permitirá que a equipe do PICCE avalie a usabilidade da ferramenta, o envio de dados e a visualização das informações coletadas. “Nosso principal objetivo nesta etapa é testar a curadoria e a visualização dos dados. Se tudo correr bem, replicaremos o modelo para os demais protocolos”, explica Domiciano.
Com lançamento oficial previsto para maio, o aplicativo do PICCE promete se consolidar como uma ferramenta acessível e colaborativa para o monitoramento ambiental e a educação científica, incentivando a população a se engajar na produção de conhecimento e na busca por soluções para desafios ambientais e urbanos.

O professor Emerson Joucoski, coordenador do PICCE, explicou as expectativas em relação ao impacto do aplicativo. “A expectativa é que, até o final do ano, já tenhamos dados enviados para o aplicativo. Com isso, poderemos realizar a curadoria, ou seja, a limpeza desses dados, garantindo que sejam fidedignos e reflitam exatamente o que os protocolos solicitam. Só então poderemos fazer um lançamento em grande escala”.
O coordenador explicou que a ideia é disponibilizar esse aplicativo de forma pública em vários repositórios disponíveis na internet e fazer uma divulgação forte. “Ainda estamos nesse sentido, com uma boa expectativa agora que o aplicativo está tomando seu rumo final. Esse é o impacto que ele terá: muita coleta de dados de qualidade e muito trabalho para ser feito, contribuindo para a produção científica em locais onde os pesquisadores não conseguem chegar”, disse.
A adoção de protocolos de ciência cidadã tem o potencial de fortalecer a participação de professores e estudantes na produção científica, criando uma rede colaborativa de coleta e análise de dados. De acordo com Joucoski, a iniciativa permite que cidadãos realizem coletas de informações cientificamente válidas, beneficiando tanto pesquisadores quanto a comunidade escolar.
“A ideia dos protocolos de ciência cidadã é que os cidadãos possam fazer a coleta de dados cientificamente válidos. Isso permite que, por um lado, os pesquisadores que produziram os protocolos tenham acesso a esses dados e possam utilizá-los em suas pesquisas, e, por outro, que esses dados, coletados em diferentes locais do estado do Paraná, possam ser utilizados pelas escolas e professores para estudos comparativos”, explicou.
Ele também vislumbra um futuro de maior interação entre cientistas e cidadãos, com possibilidades de coautoria nos protocolos e na análise de dados. “Ainda não chegamos ao nível de alguns países que já fazem esse trabalho de coautoria entre cientistas cidadãos e pesquisadores, mas é o que pretendemos alcançar. No futuro, queremos que os cidadãos que coletam os dados também possam contribuir para a melhoria dos protocolos e até mesmo na análise dos dados junto aos pesquisadores”, finalizou.
🎙️ Ouça o coordenador do PICCE, Emerson Joucoski.

Pesquisadores têm participado de eventos e explicado ao público os impactos da Rede de Clubes de Ciência
Tornar a ciência acessível e incentivar a inovação no Paraná. Este é o objetivo da Rede de Clubes de Ciências, parte do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência. Entre os projetos em desenvolvimento estão os das escolas articuladas pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu.
Em fevereiro de 2025, a equipe do NAPI Paraná Mais Ciência esteve no Paraná Mais Cidades – Construindo o Futuro, um evento de gestão pública que visa a união entre os municípios e destes com o Estado do Paraná. De acordo com o professor Ronaldo Adriano Ribeiro da Silva, integrante do NAPI pela UNILA, os representantes do Arranjo utilizaram slides para mostrar aos visitantes informações dos clubes intermediados pela instituição. “Apresentamos o que são os clubes, objetivos e os projetos que estão sendo desenvolvidos nas escolas”, explicou.
Entre os projetos divulgados, estava o “Biogás na Escola”, do Colégio Estadual Gustavo Dobrandino da Silva, de Foz do Iguaçu. O clube busca construir um biodigestor na escola para experimentos com biogás e biofertilizante, além de instruir sobre produção de energia e adubação. Para isso, os pesquisadores têm planejado a instalação do biodigestor e estudado sobre sustentabilidade ambiental, reciclagem e economia circular.

O projeto “CCM Bee!”, do Colégio Cívico Militar Nestor Victor dos Santos, em São Miguel do Iguaçu, também foi pauta no evento. O foco do Clube de São Miguel é construir um jardim de mel na escola e capturar enxames de abelhas sem ferrão. Além disso, pretendem cuidar das abelhas, aprender sobre o manejo do meliponário e fazer análises do mel e seus benefícios.

Os pesquisadores já estudaram a morfologia das abelhas, participaram de palestras, visitaram um
meliponário e criaram materiais didáticos para mostrar o processo de aprendizagem. O Clube dará continuidade ao projeto com atividades de captura de enxames, ao ensinar a fazer produtos com mel e com o compartilhamento de conhecimentos com a comunidade.
Outros projetos apresentados pela equipe do NAPI – PRFC (Paraná Faz Ciência) no evento Paraná Mais Cidades foram o “Clube Interação” do Colégio Cívico Militar Presidente Costa e Silva, de Foz do Iguaçu; o “Clube Sustentec” do Colégio Estadual José de Anchieta, em Planalto; e o “Clube Estudo e Pesquisas de Plantas Medicinais” do Colégio Estadual Pioneiros, também em Foz do Iguaçu.
Evento reforça a conexão entre pesquisa, inovação e sociedade, destacando novas ferramentas e iniciativas para a popularização da ciência no Paraná.

A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs), realizada nos dias 11 e 12 de março, no campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), na capital paranaense, consolidou-se como um marco para a ciência, tecnologia e inovação no estado. O evento reuniu pesquisadores, gestores públicos e representantes do setor produtivo para debater soluções estratégicas e apresentar os avanços alcançados pelos NAPIs em diferentes áreas do conhecimento.
Criados no plano de governo 2019-2022, os NAPIs têm como objetivo mobilizar e integrar os ativos de ciência e tecnologia do Paraná, promovendo a inovação como um bem comum da sociedade. Coordenada pela Fundação Araucária, a iniciativa tem formado grupos de pesquisa de padrão internacional, incentivando a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo.
Durante os dois dias da III Semana dos NAPIs, a programação contou com palestras de especialistas em três palcos interativos, além de 16 balcões exibindo projetos, produtos, materiais, protótipos e serviços resultantes de pesquisas universitárias.

Um dos destaques da III Semana dos NAPIs foi o Balcão 2, onde foram apresentados resultados de pesquisas desenvolvidas pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência. Para Rodrigo Reis, articulador do NAPI PRFC e coordenador da Rede de Clubes e do Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE), o NAPI PRFC desempenha um papel estratégico na formação de capital humano para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no Paraná. “O Paraná Faz Ciência tem esse papel na sua essência – que é o fortalecimento da cultura científica, de trazer esses jovens que estão dentro dos clubes de ciência, que estão participando das feiras, que estão conhecendo a ciência através dos museus, para a área de ciência e tecnologia”, destacou Reis.
Além dos resultados apresentados no Palco 1, os coordenadores Débora Sant’Ana e Rodrigo Reis destacaram as ações e os desafios enfrentados pelo projeto. O NAPI PRFC também exibiu suas iniciativas, e representantes da recém-criada Rede de Clubes de Ciências, um de seus projetos, marcaram presença no evento.
Edinalva Oliveira, doutora em Ciências Biológicas pela UFPR, cursando pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (UFPR) e integrante do PICCE, destacou o impacto das ações do NAPI PRFC na educação e na divulgação científica no estado. “Temos uma primeira ação voltada para clubes de ciências. No Paraná, atualmente, já contamos com 245 clubes consolidados, todos em escolas públicas distribuídas por diferentes municípios”, explicou.
Além disso, o NAPI atua na valorização de espaços de divulgação científica. “Trouxemos também uma ação voltada para museus, centros de ciências, herbários e zoológicos, que desempenham um papel fundamental na disseminação do conhecimento para a sociedade”, ressaltou a pesquisadora.
Outra frente de atuação do NAPI PRFC é a produção de materiais voltados à ciência cidadã. “Desenvolvemos guias e materiais para auxiliar professores da educação básica no trabalho pedagógico com os estudantes, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. Nosso objetivo é impulsionar o conhecimento científico nas escolas e na sociedade, contribuindo para mudar o paradigma da ciência no Paraná”, afirmou Edinalva.
Durante a III Semana dos NAPIs, o Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE) apresentou seu aplicativo inovador para a coleta de dados científicos. Projetado para dispositivos móveis, o app opera diretamente pelo navegador, eliminando a necessidade de instalação e proporcionando um acesso mais ágil e simplificado. “O aplicativo está em fase de testes, com lançamento oficial previsto para o mês de maio, mas já é possível baixar e enviar os dados”, explicou Tamara Domiciano, doutora em Educação em Ciências e em Matemática pela UFPR, professora de Ciências e integrante do PICCE.
Para fazer o download do aplicativo PICCE, acesse: cienciaescola.c3sl.ufpr.br
Ainda durante o evento, foi lançado um site dedicado à memória do evento Paraná Faz Ciência 2024, organizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). A plataforma oferece uma retrospectiva, destacando os principais momentos, debates e inovações do evento, celebrando as conquistas da ciência no estado.
Saiba mais sobre o site Paraná Faz Ciência 2024 em: paranafazciencia.uem.br
O evento realizado no campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) também marcou o lançamento do site Turismo Científico, que disponibiliza uma parte do conteúdo do Guia de Espaços de Divulgação Científica do Estado do Paraná. A publicação, disponível tanto na versão on-line quanto em brochura, apresenta um panorama detalhado dos principais espaços científicos do estado, permitindo que os participantes do evento conheçam mais sobre as iniciativas locais. No site Turismo Científico é possível localizar museus e centros de ciências, jardins botânicos e herbários, bosques, parques e reservas, planetários, zoológicos e aquários.
Conheça o site de Turismo Científico em: paranafazciencia.uvpr.pr.gov.br/turismocientifico
A III Semana dos NAPIs reafirmou a importância da ciência aplicada para a solução de desafios estratégicos, fortalecendo a conexão entre academia, setor produtivo e sociedade. Com a ampliação das redes de pesquisa e a continuidade das ações dos NAPIs, a expectativa é que os avanços da III Semana dos NAPIs resultem em novas parcerias, maior impacto social e fortalecimento das políticas públicas de ciência e inovação no Paraná.
Parceria entre o MCN e o Parquetec recebe acompanhamento de técnicos

Em 2024, o Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Paraná (MCN-UFPR) foi contemplado no edital do Itaipu Parquetec com o projeto “O Museu de Ciências Naturais (MCN) do Setor de Ciências Biológicas da UFPR como espaço de fortalecimento da extensão universitária”, através do NAPI Paraná Faz Ciência.
No último dia 13 de março, Rodrigo Reis, articulador do NAPI Paraná Faz Ciência, e Fernando Sedor, diretor do Museu de Ciências Naturais, da UFPR, junto com vários bolsistas graduandos, receberam os representantes do Itaipu Parquetec, os analistas educacionais Ana Paula Trevisan Lied e Alysson G. de Lima.

Eles vieram para uma visita de acompanhamento das ações desenvolvidas a partir do “Programa de Extensão para Sustentabilidade Territorial”, financiado pela Itaipu Binacional.
“O Museu de Ciências Naturais da UFPR completou ano passado 30 anos de atividades e a parceria com o Itaipu Parquetec é fundamental para novas ações voltadas para o ensino, pesquisa e extensão, além da popularização da ciência”, ressaltou Reis.

Na ocasião, os analistas puderam conhecer as peculiaridades do museu, que além de um acervo rico em história da biodiversidade, foge do tradicional ao abrigar e expor animais vivos como peixes, répteis e corais, o que os deixou positivamente surpresos e impressionados.
Na última etapa da visita, Reis detalhou aos analistas o projeto de ampliação e reestruturação do MCN, com inauguração prevista para o início do segundo semestre.

Sistema desenvolvido pela Fundação Araucária visa facilitar a conexão entre pesquisadores e necessidades da sociedade.
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) encerrou sua programação na última quarta-feira (12), em Curitiba, destacando a plataforma iAraucária como uma inovação essencial para aproximar pesquisadores das demandas sociais e tecnológicas do Paraná. Desenvolvido pela Fundação Araucária, a plataforma soluciona um desafio recorrente: encontrar pesquisadores com expertise específica para atender necessidades do setor produtivo e do poder público.
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência registrou a presença da equipe que estava divulgando a plataforma, durante o evento, que reuniu mais de 500 participantes no Campus da Indústria. O iAraucária foi apresentado ao público pelos chefes de setor dos NAPIs, Diego Iwankio e Caroline Franco. A plataforma foi detalhada durante as sessões de capacitação, destinadas aos participantes que agendaram atendimento.

Fernando Carneiro Pires, pesquisador do Grupo de Pesquisa Território e Sociedade e integrante do NAPI Trinacional, esteve no balcão do iAraucária durante a III Semana dos NAPIs para acompanhar a demonstração do uso da plataforma. Formado em Arquitetura e Urbanismo e mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), ele participou de uma capacitação personalizada fornecida no evento.
“Eu já utilizava o iAraucária por estar envolvido em um mapeamento internacional e fazer parte de um grupo de pesquisa que busca adotar ferramentas desenvolvidas para aprimorar nossas atividades. No entanto, tinha algumas dúvidas sobre suas funcionalidades. Durante a capacitação, compreendi melhor como a plataforma estrutura suas informações, desde a página dos NAPIs, que oferece dados gerais, até a parte de grupos de pesquisa, que funciona como uma rede social para colaboração entre pesquisadores”, explicou Pires.
O pesquisador destacou a importância do sistema para conectar profissionais com interesses semelhantes. “A funcionalidade de filtragem de dados permite encontrar pesquisadores, grupos e temas específicos, algo que eu ainda não conhecia. Foi interessante entender como o iAraucária trabalha com informações do Currículo Lattes para nos conectar a pessoas que podem contribuir para resolver problemas e atender demandas específicas”, afirmou o pesquisador.
Para Pires, a ferramenta também complementa a dinâmica dos eventos presenciais. “Acredito que o grande diferencial do iAraucária é permitir que as conexões criadas nesses encontros acadêmicos se estendam para o ambiente digital. No nosso grupo de pesquisa, temos adotado essa estratégia de combinar reuniões presenciais com plataformas digitais para registrar e dar continuidade ao que é produzido. O iAraucária pode desempenhar esse papel fundamental na integração e colaboração científica”, finalizou o pesquisador.

Diego Iwankio, chefe do setor dos NAPIs, destacou que a ferramenta soluciona dificuldades encontradas na busca por especialistas para atender demandas sociais e tecnológicas. “Antes, utilizávamos o Currículo Lattes, mas ele não nos fornecia exatamente as informações que precisávamos. Agora, com o iAraucária, temos um sistema com filtros avançados que nos permite localizar pesquisadores conforme sua área de atuação”, explicou.
O sistema busca dados diretamente da plataforma do CNPq e permite refinar os resultados de acordo com temas específicos. “Se precisamos de um especialista em computação quântica, por exemplo, conseguimos identificar quem são esses pesquisadores no Paraná, onde estão lotados e se atuam em universidades ou na iniciativa privada. Com essas informações, podemos entrar em contato e propor novos projetos para solucionar problemas da sociedade”, acrescentou Iwankio.
Ele destacou ainda um caso prático em que o iAraucária foi fundamental. “O NAPI Tecnologias Assistivas desenvolve próteses de baixo custo para pessoas que perderam membros devido a cirurgias ou doenças como o câncer. Com o sistema, conseguimos localizar especialistas na área e viabilizar colaborações para aperfeiçoar essas soluções.”
Além da busca por pesquisadores, o iAraucária também conta com um módulo de inteligência artificial para aprimorar os resultados e sugerir conexões estratégicas. Com essa ferramenta, a Fundação Araucária busca otimizar a ponte entre pesquisa acadêmica e soluções concretas para as demandas sociais e tecnológicas do estado.Saiba mais sobre o iAraucária em www.iaraucaria.pr.gov.br

A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) encerrou sua programação nesta quarta-feira (12), no Campus da Indústria, da FIEP, em Curitiba, com um saldo positivo de discussões e apresentações sobre inovação no Paraná. Promovido pela Fundação Araucária, o evento reuniu mais de 500 participantes, entre pesquisadores, empresários e gestores públicos, para debater desafios e oportunidades na área de ciência e tecnologia.
Dentre as inovações apresentadas, o Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE) se destacou ao demonstrar as funcionalidades do seu aplicativo para coleta de dados científicos. Tamara Domiciano, doutora em Educação em Ciências e em Matemática pela UFPR, professora de Ciências e integrante do PICCE, falou sobre o aplicativo apresentado no evento.
O aplicativo do PICCE foi desenvolvido para facilitar a coleta e análise de dados em diversos protocolos científicos. Segundo Tamara, ele funciona diretamente em dispositivos móveis, sem a necessidade de instalação via lojas de aplicativos. “Hoje o aplicativo está rodando em qualquer sistema operacional, mas ele não está em nenhuma loja de aplicativos. Ele funciona diretamente pelo navegador, e o usuário pode adicioná-lo à tela inicial do seu celular ou tablet para um acesso mais rápido”, explicou.
Um dos grandes diferenciais do aplicativo é a possibilidade de acesso sem login, permitindo que qualquer pessoa possa consultar os 16 protocolos disponíveis, que já passaram por testes e validação. “A ideia é que qualquer usuário consiga acessar e visualizar os protocolos. Quem entra sem registro consegue consultar os guias de campo e seguir as instruções de coleta de dados”, destacou Tamara.
Além disso, a ferramenta conta com funcionalidades avançadas, como georreferenciamento automático, que registra a localização do usuário no momento do envio dos dados. Caso o sistema identifique um erro na localização, o próprio usuário pode ajustá-la manualmente. Os formulários seguem a estrutura dos guias de campo e incluem questões de múltipla escolha, respostas escritas e envio de fotografias.
Após o envio, os dados podem ser consultados diretamente pelo usuário, garantindo acompanhamento contínuo das informações submetidas. “Os usuários podem visualizar tudo o que já enviaram e até excluir informações, se necessário. No computador, ao acessar a versão web com login, é possível visualizar dashboards com os dados enviados por outras pessoas, exportá-los em formato CSV e acompanhar os resultados validados pela equipe do PICCE”, detalhou Tamara.
Com essa tecnologia, o PICCE reforça seu compromisso com a inovação na educação científica, tornando a coleta e análise de dados mais acessível e eficiente para pesquisadores e cidadãos interessados em contribuir para a ciência no Paraná.
Para fazer o download do aplicativo, acesse: cienciaescola.c3sl.ufpr.br
Fonte: PICCE