
Iniciativa é financiada por edital publicado pela Itaipu Binacional, em 2024
O projeto Saúde nas Mídias se reuniu com um dos financiadores, nesta semana. Os analistas educacionais do Itaipu Parquetec, Ana Paula Trevisan Lied e Alysson de Lima Guimarães, estiveram na Universidade Federal do Paraná (UFPR), para conhecer de perto as ações da equipe, que foi contemplada com recursos do Programa de Extensão para Sustentabilidade Territorial, financiado pela Itaipu Binacional.
O Saúde nas Mídias é uma iniciativa que reúne o Laboratório de Popularização das Ciências da Saúde, da UFPR, e um dos projetos que compõem o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência. Nesta ação financiada pela Itaipu, trabalha em parceria com o Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) e o projeto Conexão Ciência – C², ambos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), para ampliação da popularização da ciência e da ciência cidadã no Estado.
A coordenadora do projeto, a professora Luciana Schleder Gonçalves, contou um pouco sobre todos os projetos que estão sendo desenvolvidos com recursos do edital da Itaipu. O Saúde nas Mídias/LabPOPsaude congrega várias iniciativas: ‘Sinais saúde’, que divulga o uso de libras em situações de saúde; ‘MY Strengths My Health’, um sistema adaptado para a realidade brasileira, para avaliação whole person de pacientes; ‘Dados da dengue no Paraná’; e ‘Saúde Única’ são alguns deles.
Luciana anunciou que, até setembro, estará disponível material de divulgação científica para surdos atendidos pelo banco de leite humano do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR; material educativo para enfermeiros sobre a atenção frente às mudanças climáticas; e uma pesquisa com alunos de clubes de ciência do Paraná sobre a relação entre sociedade e mudanças climáticas.
“Além disso, serão produzidos vídeos curtos sobre pesquisas publicadas em artigos científicos de autoria de professores e pesquisadores das universidades do Paraná. O material será veiculado no Conexão Ciência – C2, uma plataforma multimídia dedicada à divulgação da ciência. A equipe do C² está, inclusive, reformulando o website do Saúde nas Mídias e do LabPOPsaúde, para divulgação de todas as produções”, comemorou a professora.

Estiveram presentes à reunião a pedagoga que dá apoio à coordenação do Saúde nas Mídias, Josi Fernandes Dourado; a estudante de farmácia que produz vídeos para as plataformas Instagram e TikTok, Gabriela Honório; Danielle de Mattos aluna de enfermagem que tem formação em interpretação de libras; Vitória Burichak, também graduanda de enfermagem, que criou uma identidade visual do Saúde Única; e o estudante de estatística Alexandre Kobus, que cria relatórios automatizados sobre a evolução dos casos de dengue.
Os avaliadores ficaram impressionados “com a quantidade de subprojetos que recebem o apoio do edital da Itaipu e com o engajamento dos alunos, que explicaram com detalhes a participação nas iniciativas”, concluiu a analista Ana Paula Lied.

Evento reforça a importância da integração entre pesquisa, setor produtivo e poder público
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) chegou ao fim nesta quarta-feira (12), no Campus da Indústria, da Fiep, em Curitiba, com um balanço positivo das iniciativas apresentadas e debates sobre os desafios e avanços da pesquisa e inovação no Paraná. O evento, promovido pela Fundação Araucária, reuniu mais de 500 participantes, incluindo pesquisadores, empresários, clubes de ciências e gestores públicos, para discutir soluções inovadoras e fortalecer parcerias entre instituições de ensino e setor produtivo.
Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana, coordenadora do NAPI PRFC, compartilhou sua visão sobre o evento. “Nós podemos considerar que foi um sucesso, tanto pelo número de participantes e inscritos quanto pela qualidade da participação de quem esteve presente. Tivemos 39 NAPIs apresentando suas inovações, com apresentações orais e em palcos interativos, um recorde em relação às edições anteriores. O evento gerou muitas oportunidades de troca, parcerias e trouxe visibilidade para o trabalho que está sendo feito com os recursos financeiros investidos”.

A professora e colaboradora da Fundação Araucária destacou ainda a importância da transmissão ao vivo do evento no YouTube, que permitiu que pessoas de outras cidades e locais pudessem acompanhar as apresentações, tornando o evento ainda mais acessível. “Foi um sucesso, e ficamos muito felizes com a execução, especialmente no âmbito do Paraná Faz Ciência, porque tivemos a chance de conhecer mais sobre os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação e de mostrar nossas redes, como a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, que trouxe uma nova perspectiva com a participação de jovens cientistas”, completou Débora de Mello, que também é coordenadora da Rede.

O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo Reis, que divide com Débora a gestão do NAPI PRFC e da Rede de Clubes, destacou a importância da participação de estudantes da educação básica na pesquisa. Ele ressaltou que a presença dos jovens no cenário da Semana dos NAPIs foi “disruptiva e enriquecedora. Ficamos muito contentes ao perceber o impacto da interação desses estudantes entre pesquisadores experientes. Essa participação foi uma grande oportunidade para que os estudantes aprendessem mais sobre a ciência no Paraná e para que todos reconhecessem o valor do trabalho que estão realizando lá na ponta, na escola”, afirmou.

O evento foi oficialmente encerrado com a fala do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa. O diretor destacou o empenho dos pesquisadores e a relevância das parcerias com instituições apoiadoras, agradecendo a todos que contribuíram para o sucesso dos dois dias de programação.
“É com grande satisfação que vemos o crescimento e a qualidade dos NAPIs. O futuro nos reserva um grande desafio: a ampliação desses arranjos e a transformação de alguns deles em projetos maiores, mais perenes e ainda mais impactantes para a inovação no Paraná”, afirmou Spinosa, enfatizando o compromisso da Fundação Araucária com a evolução da pesquisa e inovação no Estado.
Spinosa também reforçou a importância da plataforma iAraucária, um sistema desenvolvido pela Fundação Araucária para facilitar a conexão entre pesquisadores e necessidades da sociedade. Além da busca por pesquisadores, o iAraucária também conta com um módulo de inteligência artificial para aprimorar os resultados e sugerir conexões estratégicas. Com essa ferramenta, a Fundação busca otimizar a ponte entre pesquisa acadêmica e soluções concretas para as demandas sociais e tecnológicas do Estado.
A última palavra ficou por conta do professor Gustavo Biasoli Alves, da Universidade do Oeste do Paraná, (Unioeste), que ‘convocou’ os participantes da Semana a dar início a um movimento que transforme “os NAPIs em uma política de Estado, e não de governo, para garantir a continuidade do processo de desenvolvimento da área de ciência e tecnologia do Paraná, que os NAPIs vêm garantindo”
Saiba mais sobre o iAraucária em /www.iaraucaria.pr.gov.br

Evento reúne líderes e pesquisadores para discutir avanços e desafios da pesquisa e inovação no Paraná
Nos dias 11 e 12 de março, o Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba, recebe a III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs). O evento, promovido pela Fundação Araucária, reúne pesquisadores, acadêmicos, empresários e gestores públicos para apresentar avanços e soluções inovadoras desenvolvidas nas universidades do Paraná.

A programação teve início na manhã desta segunda-feira (11) com o cerimonial de abertura, que contou com a presença de autoridades importantes para o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. O evento contou com as falas do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Márcio Spinosa; do pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá e presidente do Conselho de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação, Mauro Ravagnani; do presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig; do secretário de Inovação, Modernização e Transformação Digital, Alex Canziani; e do secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona. Durante seus discursos, as autoridades destacaram a importância dos NAPIs na integração dos ativos de pesquisa e inovação, bem como no fortalecimento das parcerias entre instituições de ensino, setor produtivo e poder público.

Ao longo do dia, os pesquisadores dos 38 NAPIs apresentaram seus projetos nos três palcos temáticos montados no evento. O NAPI PRFC teve sua apresentação no Palco 1, onde os coordenadores Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana e Rodrigo Arantes Reis destacaram as ações, principais resultados e desafios enfrentados pelo NAPI.
Débora Sant’Ana ressaltou a importância da apresentação. “Quando a gente faz uma apresentação geral, até para nós mesmos, toma corpo a dimensão que é essa grande rede no Paraná Faz Ciência, que envolve tantos pesquisadores, tantos bolsistas, tantos estudantes de graduação e pós-graduação que estão diretamente vinculados. Então, é muito positivo poder fazer um balanço, a gente se autoavalia, pensa e repensa nas ações atuais e nas próximas ações também. E esse aspecto positivo também envolve mostrar um pouco do que a gente tem feito, esclarecer para as pessoas a nossa área de atuação e demonstrar também todo esse esforço público que tem sido feito no financiamento, no apoio para a realização do NAPI”.
Em relação às expectativas para o próximo ano, ela destacou os desafios da consolidação dos clubes de ciências, que tiveram início em setembro de 2024, e o impacto esperado para 2025. “Vai ser o grande ano dos clubes, com certeza com um impacto grande na sua atuação. Também é um ano muito importante para a consolidação da rede de museus e para a formação das redes de feiras de ciências, que ainda estão na fase de articulação. Então, temos aí um crescimento esperado, além do desafio da implantação da rede das quintas da ciência. Em 2025, o nosso NAPI tem muitas redes de trabalho para serem fortalecidas”.
Rodrigo Arantes Reis também avaliou positivamente o evento e a apresentação do NAPI PRFC. “O processo de apresentar para os pares, para a sociedade, os resultados do NAPI é um momento-chave para sua consolidação e expansão. Temos uma grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma grande felicidade, porque o Paraná Faz Ciência trouxe muitos resultados e um impacto forte na sociedade. Nossa atuação envolve muitos parceiros, escolas e estudantes, e os resultados são muito significativos”, afirmou o coordenador.
Ele também ressaltou a importância da articulação e do fortalecimento da identidade do NAPI PRFC. “Nosso desafio é continuar fortalecendo a rede. O Paraná Faz Ciência começa como um tecido mais frouxo e a ideia é que ele vá se organizando e se consolidando. Isso passa pelo fortalecimento da identidade do NAPI, para que seja reconhecido como um projeto estratégico. Além disso, há uma preocupação com a continuidade da política dos NAPIs, que precisa ser mantida além de 2026. Eventos como esse possibilitam que os grupos dialoguem entre si e com futuros gestores, reforçando a relevância do programa para a ciência, tecnologia e desenvolvimento social e econômico do Estado.”A III Semana dos NAPIs segue até esta terça-feira (12), com apresentação de produtos, materiais, protótipos e pesquisas que demonstram a força da inovação paranaense. Todas as palestras são transmitidas pelo canal da Fundação Araucária no Youtube. A FIEP Campus da Indústria fica na Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba.

Ao lado de centenas de cientistas, clubistas vão apresentar suas pesquisas na Semana dos NAPIs, em Curitiba
O campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) será palco da 3ª Semana dos NAPIs — Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação. Este é um evento imperdível voltado à ciência, à tecnologia e à inovação. As atividades estão programadas para os dias 11 e 12 de março, esta terça e quarta-feira, o dia todo. Entre as ‘atrações’ estarão quatro integrantes da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.
O objetivo da Semana é promover a integração entre a Academia, a sociedade, a iniciativa privada e o governo, criando um ambiente dinâmico para interação, troca de ideias e a apresentação de resultados de projetos financiados pela Fundação Araucária, como a Rede de Clubes.
A programação será diversificada. Haverá palestras de especialistas em três palcos interativos; 16 balcões com projetos, produtos, materiais, protótipos e serviços oriundos de pesquisas desenvolvidas em nossas universidades. Em outro espaço, exposições de inovações focadas no desenvolvimento e na difusão da ciência, tecnologia e inovação.

Além disso, estarão presentes integrantes da recém-criada Rede de Clubes de Ciências, um dos projetos do NAPI Paraná Faz Ciência. Essa é mais uma iniciativa da Fundação Araucária, que tem “o objetivo de fortalecer a cultura científica e ‘formar’ os cientistas dentro das escolas de ensino fundamental”, disse uma das articuladoras do NAPI e coordenadora da Rede, Débora Sant’Ana.
No dia 11, terça-feira, de manhã, o Clube de Ciências e Robótica Castelo Branco, do Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, localizado em Pinhais, vai exibir projetos montados com impressão 3D como um braço robótico, um robô de luta sumô e o robô tank.
“Esses trabalhos foram desenvolvidos pelos estudantes do Clube, na organização da Primeira Competição de Robótica da nossa escola, realizada no final do ano passado”, explicou o professor Guido Valmor Buss. Ele vai à Semana dos NAPIS acompanhado das alunas Camili Laura Ferlizi, Kézia Borges Paiva e Yasmin Isabral de Ribas.
À tarde, será a vez do Colégio Estadual Profª Maria Aguiar Teixeira, de Curitiba, ocupar o espaço. Os integrantes do clube Exploradores das Ciências: uma questão de cidadania, criado na escola, vai apresentar dados iniciais da pesquisa sobre “Uso Racional da Água”.
“Por meio de cartazes, os alunos vão expor os comportamentos do consumo de água na escola. A ideia é mostrar ações que podemos mudar no cotidiano para poupar esse bem tão importante, como: tomar banhos menos demorados, escovar os dentes sem deixar a torneira e não lavar carros e calçadas com mangueira”, adiantou o responsável pelo Clube, o professor Jeremias Ferreira da Costa. Quem vai estar por lá para mostrar as descobertas serão as alunas Luiza Sartori Shombo, Sophia Gabrielle de Lima e Agatha Christhie Carvalho.
Dia 12, quarta, de manhã, o Clube Steam, do Colégio Estadual Teotônio Vilela, de Curitiba, “vai apresentar tudo que a equipe produziu ano passado, assim como quais são os objetivos do clube e o dos clubistas”, diz a professora Francini Vila dos Santos, que estará na FIEP ao lado da aluna Ana Clara Carvalho.
O Colégio Estadual Alfredo Parodi, também de Curitiba, vai ocupar o estande à tarde, na quarta. São os integrantes do Clube Geração Científica. A coordenação da apresentação é da professora Corine Vanessa Los Costa, que vai ao evento com o aluno Marcos Roberto Ribeiro Camargo. Eles prometem contar suas histórias utilizando um notebook e um barco pequeno.
“Não perca a oportunidade de explorar o futuro da ciência e da tecnologia desenvolvidas em nossa região e conhecer um pouco dos clubes que estão movimentando a ciência nas escolas da rede estadual de ensino fundamental”, convidou o outro articulador do NAPI Paraná Faz Ciência e coordenador da Rede de Clubes, o professor Rodrigo Reis!
As atividades ocorrem nesta terça e quarta-feira, 11 e 12 de março, das 9h às 18h. A FIEP Campus da Indústria fica na Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba.
“Esperamos você para esse grande encontro! Participe, compartilhe e contribua para o avanço da ciência e inovação”, convida o diretor-presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.

Evento reunirá centenas de cientistas e divulgadores de ciência, em Curitiba
O campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) vai abrigar a programação da III Semana dos NAPIs. O evento é voltado à divulgação da ciência, da tecnologia e da inovação produzidas no Estado. As atividades ocorrem entre os dias 11 e 12 de março, esta terça e quarta-feira, o dia todo.
Os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação, NAPIs, nasceram no início do plano de governo 2019/2022. O objetivo é o de mobilizar e integrar os ativos de ciência, tecnologia e inovação do Paraná, incentivando o desenvolvimento do Paraná e com foco em garantir que estes sejam vistos como um bem comum da sociedade paranaense.
A Fundação Araucária mobilizou universidades e centros de pesquisa do Estado para formar grupos de pesquisadores de padrão internacional, de diferentes áreas do conhecimento. “São redes colaborativas incitadas por demandas reais de desenvolvimento de setores estratégicos para o estado. E o mais importante é que os Arranjos envolvem diretamente a fundação com mais de 3200 pesquisadores”, comemora o diretor-presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.

O objetivo da Semana dos NAPIs, que ocorre anualmente, é promover a integração entre a Academia, a sociedade, a iniciativa privada e o governo, criando um ambiente dinâmico para interação, troca de ideias e a apresentação de resultados dos projetos fomentados pela Fundação Araucária.
A programação será diversificada. Haverá palestras de especialistas em três palcos interativos; 16 balcões com projetos, produtos, materiais, protótipos e serviços oriundos de pesquisas desenvolvidas em nossas universidades. Em outro espaço, exposições de inovações focadas no desenvolvimento e na difusão da ciência, tecnologia e inovação.
Além disso, estarão presentes representantes da recém-criada Rede de Clubes de Ciências, um dos projetos do NAPI Paraná Faz Ciência. Essa é mais uma iniciativa da Fundação Araucária, que tem “o objetivo de fortalecer a cultura científica e ‘formar’ os cientistas dentro das escolas de ensino fundamental”, disse uma das articuladoras do NAPI e coordenadora da Rede, Débora Sant’Ana.
Serão quatro clubes presentes: o de Ciências e Robótica Castelo Branco, do Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, localizado em Pinhais; o do Colégio Estadual Profª Maria Aguiar Teixeira, que tem o clube Exploradores das Ciências; o Clube Steam, do Colégio Estadual Teotônio Vilela; e o Geração Científica, do Colégio Estadual Alfredo Parodi, também de Curitiba, Camargo. Os três últimos são de Curitiba e região.
O balcão do NAPI ainda vai contar com outros projetos do Arranjo, que está lançando dois sites: um de memória do evento Paraná Faz Ciência 2024, organizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM); e o de Turismo Científico. Este último apresenta parte do conteúdo do guia de Espaços de Divulgação Científica do Estado do Paraná, uma publicação on-line e em brochura, que poderá ser manuseada durante o evento.
O Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE), vinculado ao NAPI PRFC vai mostrar, também, um aplicativo inovador que reúne todos os protocolos científicos criados pelo Programa. A plataforma permite que os dados dos protocolos sejam coletados e compartilhados em um ambiente único, facilitando a colaboração entre pesquisadores e cidadãos. O app foi pensado para ser intuitivo e de fácil uso, utilizando tecnologias modernas para garantir uma experiência dinâmica e interativa.
“Com o aplicativo em mãos, qualquer pessoa, de qualquer lugar, pode participar da construção do conhecimento científico. Seja um professor guiando seus alunos em uma atividade de campo, um estudante curioso explorando fenômenos da natureza ou um cidadão interessado em contribuir para pesquisas reais, a ferramenta permite que todos tenham um papel ativo na ciência”, explicou o outro articulador do NAPI Paraná Faz Ciência e coordenador da Rede de Clubes e do PICCE, Rodrigo Reis!
As atividades da Semana dos NAPIs ocorrem nesta terça e quarta-feira, 11 e 12 de março, das 9h às 18h. A FIEP Campus da Indústria fica na Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba.

Professores e bolsistas apresentaram os Clubes de Ciências aos visitantes do evento
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – Paraná Faz Ciência esteve presente no Paraná Mais Cidades – Construindo o Futuro. As atividades vão até esta sexta-feira (14), no Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu. A participação é marcada pela exposição de projetos da Rede de Clubes ao público.
O Paraná Mais Cidades tem como objetivo transformar a gestão pública e fortalecer a união entre os municípios e o Estado. O evento conta com palestras voltadas para a administração municipal e workshops para gestores e servidores públicos. Além disso, oferece uma Feira de Serviços com estandes de diversas entidades públicas, permitindo a interação direta com Secretários de Estado.
Por meio da parceria entre as ações municipais e as estratégias do Estado, o evento busca impulsionar o progresso em todo o Paraná. As temáticas debatidas no Paraná Mais Cidades envolvem transformação digital, inovação, desenvolvimento profissional e melhorias na gestão dos municípios.
NAPI
Representantes da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), integrante do NAPI Paraná Faz Ciência, compareceram ao evento. A equipe de Foz do Iguaçu esteve responsável por um estande com informações da Rede de Clubes, que visa despertar o interesse pela ciência e tecnologia.
Entre os clubes apresentados no Paraná Mais Cidades, estavam o “Clube Interação” do Colégio Cívico Militar Presidente Costa e Silva; o “Clube Sustentec” do Colégio Estadual José de Anchieta; o “Clube Estudo e Pesquisa de Plantas Medicinais” do Colégio Estadual Pioneiros; o “Clube Biogás na Escola” do Colégio Estadual Gustavo Dobrandino da Silva; e o “Clube CCM Bee!” do Colégio Cívico Militar Nestor Victor dos Santos.

Segundo o professor Ronaldo Adriano Ribeiro da Silva, da UNILA, a presença no evento foi essencial para mostrar os trabalhos do NAPI – Paraná Faz Ciência e dos clubes. “A recepção foi ótima, a interação da SETI (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e o interesse dos visitantes mostraram relevância e como o projeto contribui na educação e na produção do conhecimento”, destaca.

Além do professor Ronaldo, coordenador da Rede de Clubes em Foz do Iguaçu, e do bolsista técnico pedagógico Lucas Azevedo, estiveram no evento parceiros do projeto Biogás na Escola. Entre eles, o professor Diego Flores, também da UNILA, e dois bolsistas. Foram apresentados slides e explicações a respeito dos clubes.

Evento é voltado à indústria de carnes cultivadas
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Proteínas Alternativas estará representado no evento New Meat Brazil 2025, a Conferência Nacional da Indústria de Novas Proteínas. O evento acontece nos dias 14 e 15 de março, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
A coordenadora do NAPI Proteínas Alternativas, Presidente da Cell Ag Brazil e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Carla Molento, vai moderar a mesa “O papel da academia no desenvolvimento do mercado. Oportunidades para a indústria”, no dia 14. Dia 15, ela participa da abertura com o tema “Avanços de pesquisa e ensino em carne cultivada no Brasil”.
Descrito como um evento dedicado exclusivamente à indústria de carnes cultivadas e proteínas alternativas, a Conferência colocará em pauta a preocupação mundial da indústria de alimentos e dos órgãos governamentais, que é: como fornecer proteínas para as populações futuras sem agredir o meio ambiente?
Diante desse desafio, a New Meat Brazil 2025 vai refletir sobre o setor promissor da carne cultivada em laboratório, assim como outras carnes alternativas ao abate de animais. O evento visa responder às dúvidas frequentes como, por exemplo, de que forma é possível criar carne em laboratório, quais os entraves, vantagens e desvantagens dessa forma de produção e muito mais.
A professora Carla Molento acrescenta que esse tipo de evento é importante por vários motivos. “Em primeiro lugar, em função do pioneirismo da New Meat Brazil, o encontro já pode ser considerado tradicional no Brasil. A organização sempre demonstra excelente capacidade de promover um evento produtivo entre Academia, setor produtivo e outros interessados. Adicionalmente, a New Meat Brazil, sem dúvida, contribui para consolidar o nosso país como líder no setor de proteínas alternativas na América Latina”.
Mais informações podem ser encontradas no site do evento.

A VI Escola Brasileira de Ressonância Magnética Nuclear, promovida pelo Departamento de Química, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), está em pleno andamento no campus Centro Politécnico, em Curitiba. O evento, promovido de 3 a 14 de fevereiro, combina atividades acadêmicas para alunos de graduação e pós-graduação com uma programação voltada para a comunidade externa, incluindo visitas ao Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear (LabRMN).
Além dos cursos especializados, a iniciativa tem atraído crianças e adultos interessados em conhecer mais sobre a ciência por trás da Ressonância Magnética Nuclear (RMN). Durante as visitas, os participantes podem levar pequenas amostras de produtos do cotidiano, como sucos, refrigerantes, café e azeite, para análise nos equipamentos do laboratório.
Segundo o professor e coordenador do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação em Ressonância Magnética Nuclear (NAPI RMN), Andersson Barison, a proposta de abrir o laboratório ao público surgiu como uma forma de aproximar a sociedade da universidade. “A ideia é trazer as crianças, os pais e as escolas para conhecerem um pouco do que fazemos aqui, para terem uma noção do que é a universidade e do que significa fazer ciência”, explica.

O professor destaca ainda a interatividade da atividade, que permite visualizar em tempo real as diferenças na composição de diversas substâncias. “É muito interessante, por exemplo, comparar uma cerveja com álcool e outra sem. No espectro, o álcool aparece claramente, e isso facilita a compreensão até mesmo para as crianças. Da mesma forma, podemos analisar um suco de laranja e verificar se há presença de álcool ou outras substâncias”, acrescenta.
A recepção do público tem sido positiva, e muitos visitantes demonstram entusiasmo ao ver na prática como funciona a tecnologia da RMN. “É uma experiência única para quem nunca teve contato com esse tipo de equipamento. Além de despertar a curiosidade, pode até incentivar os jovens a seguirem carreiras na ciência”, conclui Barison.
As visitas ao LabRMN continuam até o fim do evento, e escolas interessadas ainda podem agendar a participação de turmas e consultar a programação completa no site do evento.

Fotos: Ádamo Antonioni

Encontro com os cientistas ocorreu nesta quinta-feira (20), no Centro de Ciências Biológicas da UEL e no Parque Arthur Thomas
O NAPI Paraná Faz Ciência foi convidado para participar de um evento com pesquisadores da Macquarie University, da Austrália, na Universidade Estadual de Londrina (UEL). As atividades ocorreram nesta sexta-feira, 20 de dezembro.

Os ecologistas, doutores Julian Schrader e Cornelia Sattler, vieram a Londrina para compartilhar as pesquisas desenvolvidas na Austrália e formalizar parcerias científicas com pesquisadores paranaenses.
Na parte da manhã, os cientistas realizaram palestras no Centro de Ciências Biológicas (CCB), da UEL. Schrader falou sobre o futuro dos ecossistemas de ilhas como a Austrália. O foco foram os impactos das mudanças climáticas e as variações de temperatura provocadas por elas na diversidade das espécies de plantas.
Schrader busca entender “quão rápido ganhamos e perdemos espécies conforme as mudanças de temperatura dos continentes do mundo, fenômeno que pode mudar totalmente o cenário de espécies vegetais”.

Já Sattler apresentou sobre os seus trabalhos com abelhas produtoras de mel e em divulgação científica. A pesquisadora atua diretamente com os apicultores, oferecendo consultoria, orientando sobre melhores formas de cultivo e de monitoramento das colmeias.
Além disso, trabalha com criação de conteúdo e edição audiovisual em um canal do YouTube, o EcolClips. “Os temas das produções têm o objetivo de ‘traduzir’ a linguagem científica para uma linguagem mais popular. A ideia é proporcionar visualização e exemplificação da ciência, além de educação de qualidade, para reforçar a confiança na ciência e dar acessibilidade, isto é, para que qualquer pessoa compreenda, mesmo se não for da área da ecologia”, alertou Cornelia.

É esse conteúdo que chamou atenção do NAPI Paraná Faz Ciência. Por isso, a coordenadora de comunicação do Arranjo, Ana Paula Machado Velho, participou do dia de atividades e propôs parceria aos pesquisadores da Macquarie University.
“O NAPI faz parte de um projeto de criação de um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), que tem o objetivo de promover divulgação científica, conectando universidades do norte ao sul do Brasil. E a expertise de Connie e Julian será importante para atingirmos nossos objetivos de produzir informação com linguagem adaptada ao público que temos em mente, que são ribeirinhos, quilombolas, indígenas e os estudantes das escolas de ensino básico”, explicou Ana Paula.
Para finalizar o dia mais perto da natureza, os pesquisadores australianos conheceram o Parque Municipal Arthur Thomas, entrando em contato direto com um pouco da biodiversidade brasileira, em especial, com espécies da Mata Atlântica, como macacos-prego. Foram conduzidos pelos professores da UEL, Halley Caixeta e Ana Paula Vidotto.

O Palácio Iguaçu foi palco, nesta terça-feira (17), da 2ª edição do Prêmio Mecenas e
Embaixadores da Inovação. A homenagem, promovida pelo Governo do Estado, por meio
da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), tem como objetivo
reconhecer personalidades em destaque na área de inovação, sustentabilidade e
tecnologia. A articuladora do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz
Ciência, Débora Sant’Ana, recebeu o diploma de Embaixadora da Inovação – Paraná. A
responsável pelo NAPI Manna, Linnyer Aylon, e o presidente da Fundação Araucária,
Ramiro Wahrhaftig também foram prestigiados na cerimônia, que homenageou 36 pessoas
ao todo.
“Nossa missão é não só reconhecer quem contribuiu para a inovação do Estado, mas
também continuar a estimular essas pessoas, reconhecer novos líderes que estão
desenvolvendo esse trabalho para tornar o Paraná cada vez mais inovador e melhor para
todos”, afirmou o secretário da Inovação, Alex Canziani.
O secretário destacou, também, o papel dos NAPIs nesse contexto. “Uma grande
contribuição vem sendo feita através dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação, pois eles
dão oportunidade para que a Academia, os empresários e a indústria se unam e
desenvolvam pesquisas em áreas essenciais para o Estado, o que tem dado resultados
muito positivos. Temos hoje, inclusive, o privilégio de homenagear duas mulheres
representantes desses Arranjos”.

A escolha dos homenageados se deu por meio da Comissão Avaliadora das Comendas,
composta por membros das seguintes secretarias estaduais: Inovação, Modernização e
Transformação Digital; Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; Infraestrutura e Logística, e
da Cultura; além do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social
(Ipardes).
Foram considerados critérios como relevância no cenário nacional no campo da ciência,
tecnologia e inovação; relevância de inovação ou descoberta científica concreta; impacto
social de sua atuação, com utilização de design, processo ou tecnologia inovadora.
Foram entregues dois tipos de honrarias: a Comenda de Embaixadores da Inovação e o
Prêmio de Mecenas da Inovação. A professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, Débora Sant’Ana, recebeu o diploma de
Embaixadora da Inovação.
“É uma honra receber essa honraria, que vem em nome de todo um grupo, em nome de
todo o NAPI PRFC. É o reconhecimento de um trabalho certamente inovador que toda a
nossa equipe vem desenvolvendo. Para nós, é uma satisfação fecharmos o ano com mais
essa conquista”, afirmou a professora.

Além de Débora, 20 outras pessoas receberam a diplomação: André Rauen, André Telles,
Dario Paixão, Diogo Luiz Cordeiro Rodrigues, Fábio Oliveira, Fernando Guimarães, Graciela
Bolzon de Muniz, Henrique Domakoski, Hussein Bakri, Katia Bertol, Luciana Saito Massa,
Lorreine Santos Vaccari, Luiz Fernando Tomasi Keppen, Marcelo Rangel Cruz de Oliveira,
Michael Douglas Camilo, Natalie Unterstell, Patricia Saugo dos Santos, Pedro Arcain
Riccetto, Thatiane Verni Lopes de Araujo e Thiago Rodrigo da Silva.
Já o Prêmio de Mecenas da Inovação foi entregue a 16 pessoas, entre elas estavam a
professora da UEM, fundadora do Programa Manna Academy e articuladora do NAPI
Manna Academy, Linnyer Beatryz Ruiz Aylon; e o presidente da Fundação Araucária,
Ramiro Wahrhaftig.
“É muito importante que mulheres recebam prêmios e reconhecimento, assim como
professores universitários, para mostrar que as universidades estão, sim, inovando. Eu não
estou sozinha e queria deixar esse reconhecimento a toda a equipe Manna, que todos os
nossos mais de mil membros se sintam reconhecidos pelo trabalho que fazem com
coragem e dedicação”, comentou Linnyer.

Ramiro Wahrhaftig destacou a qualidade do trabalho realizado pela Fundação Araucária e o
bom momento vivido pela Inovação Paranaense. “O dia de hoje demonstra o quanto o
Paraná está num bom caminho com um evento como esse, que reconhece pessoas de
todas as matizes, sejam empresários, pessoal da academia, do governo, do poder judiciário
e legislativo que estão envolvidos na questão do desenvolvimento da tecnologia e da
inovação”.
Receberam o Prêmio Mecenas da Inovação: Álvaro Fernandes Dias, Celso Garcia Cid
(póstuma), Darci Piana, Francisco Simeão, Glaucia Marins, Gilberto Kassab, James Marins,
Linnyer Beatrys Ruiz Aylon, Mariangela Hungria da Cunha, Michel Angelo Bomtempo, Paulo
César Rezende de Carvalho Alvim, Paulo Cruz Pimentel, Phelipe Mansur (póstuma), Rafael
Fassio, Rafael Greca, Ramiro Wahrhaftig e Zaki Akel Sobrinho.

O reitor da UEM, Leandro Vanalli, prestigiou o evento que homenageou as duas docentes
do quadro da Universidade. Disse que “recebeu com alegria a notícia sobre o prêmio
concedido pela Secretaria de Estado de Inovação, para as professoras Débora e Linnyer. O
reconhecimento de todo o trabalho dedicado à ciência e à inovação mostra a grande
capacidade da nossa universidade, por meio do seu quadro de servidores altamente
capacitados a fazerem projetos de impacto e de transformação social. Isso é o que marca a
carreira das professoras, não só na UEM, mas também nos seus departamentos e na
Fundação araucária”.
LANÇAMENTO REVISTA – A cerimônia também marcou o lançamento da 2ª edição da
revista Revista Inovação, Inteligência Artificial e Gestão Pública. A publicação é resultado
de um trabalho da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), em
conjunto com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Fundação
Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná e o Instituto
Paranaense de Direito Administrativo (IPDA). Nesta segunda edição, o tema principal é a
Inteligência Artificial e seus impactos na gestão pública.

Evento discutiu novas metodologias que serão utilizadas nos próximos anos do projeto
O 15º Seminário da Rede Agropesquisa contou com a presença do secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Natalino Avance de Souza, e da diretora técnica do Sistema FAEP/SENAR-PR, Débora Grimm. A Rede é, na verdade, o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Prosolo, que gerenciou o evento ocorrido na última quinta-feira (5), no Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em Curitiba.
Todas as instituições que fazem parte do NAPI prestigiaram a programação: o IDR-Paraná; a Unicesumar, de Maringá; a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), de Dois Vizinhos; a Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), de Guarapuava; a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); e a Fundação Araucária.

O evento focou em discutir as novas metodologias e ações que serão utilizadas nos próximos cinco anos do NAPI, além de dialogar com o secretário sobre as demandas que estão vindo do agronegócio.
“A gente realiza a cada seis meses esse seminário, discutindo resultados, apresentando demandas e as ações de transferência de tecnologia. Então, é um Seminário de discussão e atualização de toda a Rede junto com a Fundação Araucária e o Sistema FAEP/SENAR-PR, que são as entidades que custeiam a Rede Agropesquisa e, agora, o NAPI Prosolo”, explica a coordenadora do Arranjo, Graziela Moraes de Cesare Barbosa.
O próximo Seminário já tem data marcada, será em 15 de abril de 2025, dia do lançamento do segundo livro da Rede Agropesquisa, em comemoração ao Dia Nacional da Conservação do Solo, celebrado nesta data.

Evento recebeu mais de 10 mil estudantes e professores, no Parquetec, com o apoio da UEM e do NAPI Paraná Faz Ciência
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – Paraná Faz Ciência aterrissou na XIII Feira de Inovação das Ciências e Engenharias – FIciências, em 2024. As atividades ocorreram durante a última semana, no Itaipu Parquetec, em Foz do Iguaçu. A participação foi um sucesso e o Arranjo ainda deixou registrado o compromisso de repetir o apoio, no ano que vem.
Em 2024, 332 foram aprovados para se apresentarem na Feira. Quase 50% da Categoria Jovem são de escolas públicas. Isso fomenta muito a qualidade do ensino público. Mas não estão de fora os colégios particulares. Houve, ainda, 36 projetos da Categoria Júnior e 36 projetos da Categoria Kids.

O NAPI Paraná Faz Ciência contribuiu com parte da equipe de 62 avaliadores, que vieram de sete universidades públicas paranaenses. Eles elegeram os melhores trabalhos, que foram premiados na sexta-feira (29). Foram a Foz professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que são integrantes do NAPI.
A equipe ainda foi responsável por um estande com informações de projetos do Arranjo: do Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi/UEM); do LabMóvel; do Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE); além do ZikaBus, os últimos três ligados à UFPR.

A articuladora do NAPI, a professora Débora Sant’Ana, disse que a FIciências tem um certo protagonismo entre as grandes feiras do Paraná e, até, internacionalmente. “A Feria só cresce. Este ano, conta com projetos de mais dez estados do Brasil, além do Paraguai e da Argentina. Quem ganha é a ciência”, concluiu a professora. Ela é membro do Comitê Científico, avaliadora e ministrou uma palestra sobre Metodologia Científica, durante o evento.

Outra professora da UEM e membro do Comitê, Ana Paula Vidotti comemorou o fato de a Feira “ter crescido em tamanho e em importância, e a organização ter aumentado a faixa etária que participa. Este ano, tivemos a Ficiências Júnior e Kids, iniciativas que deixam a gente muito feliz, porque vemos a valorização das ciências nas primeiras séries do ensino fundamental acontecendo”.
A Feira de Ciência e Tecnologia de Curitiba terminou na sexta (29), pela manhã, com a premiação dos melhores trabalhos. Na classificação geral, o primeiro lugar foi entregue para o projeto “A inclusão no ensino da química: elaboração de materiais didáticos a partir da perspectiva de um aluno com Transtorno do Espectro Autista e TDAH”, do aluno Elias Tonial Correia, do Colégio Estadual Jardim Porto Alegr, de Toledo, orientado pela professora Dionéia Schauren.

Ele vibrou muito com o resultado. “É inacreditável chegar aqui e ver que deu certo”, disse o aluno, que recebeu a premiação foi de R$ 5 mil. Elias recebeu o prêmio ao lado das colegas de Colégio, que ficaram com o segundo e terceiro lugares com os trabalhos: “Uso de extratos vegetais como acelerador de velocidade de germinação e enraizamento para orquídeas no cultivo in vitro” e “Extrato vegetal: uma alternativa aos agroquímicos no controle do fungo Colletotrichum musae em frutos da bananeira – Fase V”. A premiação foi de R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

Uma das organizadoras do evento, Jéssica Fernanda, disse que se emociona a cada edição. “É incrível ver a energia das crianças e ver que estão sendo valorizadas pelo trabalho delas. Nós tivemos algumas situações que fugiram do nosso controle. Óbvio que o evento não saiu perfeito do que a gente imaginava, mas eu acredito que o pessoal está saindo daqui com muita bagagem, com muito conhecimento, e muito feliz”.
Segundo Jessica, isso marca o Parquetec também. “Depois de vários anos fazendo a Feira fora, retornamos para cá com muito incentivo da nossa direção para desenvolvimento e fomento da ciência. Tivemos a presença do Ministério de Direito Humano, do Ministério da Ciência e Tecnologia, com a Juana Nunes. Então, foi um marco não só para o Parquetec, não só para a Ficiência, mas foi um marco para o momento da ciência em geral”.

Rubiana Souza, também da comissão organizadora, soltou um spoiler para o ano que vem. Ela disse gente já a equipe já está organizando a Feira de 2025 e que tem consciência das melhorias necessárias por meio da avaliação que foi repassada ao grupo pela Ouvidoria do evento.
“Um dos spoilers que posso dar é que a data pode mudar de mês. E, talvez, o aumento dos números de trabalhos participantes e das premiações. A ideia é dar mais oportunidade. A gente dobrou o número de trabalhos dos outros anos para incluir, principalmente, a escola pública, que participou em peso. Para o ano que vem, se tivermos espaço, queremos aumentar ainda mais”, apostou Rubiana.
Para ver a lista completa com os vencedores em cada categoria da FIciências 2024, clique