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Confira os projetos dos Clubes de Ciência da Unespar aprovados para a FICiências 2025

Por: Anna Julia Sbardelott

Cinco clubes das regiões de Paranavaí e do Litoral representarão a Unespar na Feira de Inovação em Ciências e Engenharias em Foz do Iguaçu

A imagem mostra dois estudantes e com a professora Andreia Petruy em um palco durante um evento. Os dois jovens, usando camiseta branca com mangas azuis, estão sorrindo, cada um segurando uma sacola de premiação. Um deles exibe também uma medalha no peito. Ao lado deles, a professora, de vestido verde, sorri enquanto posa para a foto. Ao fundo, há um painel colorido com a logo da "Ciência do Litoral Paranaense" e um cenário decorativo que imita uma cozinha desenhada. O clima é de celebração e reconhecimento.
Professora Andreia Petruy celebra a conquista dos alunos na Feira de Ciências do Litoral Paranaense. (Foto: Arquivo pessoal)

A XIV Feira de Inovação das Ciências e Engenharias (FIciências 2025) promete agitar o Paraná em outubro, reunindo jovens cientistas: Brasil, Paraguai e Argentina. O evento será em Foz do Iguaçu, entre os dias 21 e 25 de outubro e serão apresentados projetos em três categorias: Kids, Jovem e Júnior. Cinco clubes de ciência vão representar a Unespar. Entre eles, três são de escolas da região litoral e dois representam a cidade de Paranavaí (norte do estado) e região. Reunimos abaixo uma breve descrição dos projetos, quem são os professores orientadores dos trabalhos e as escolas que abrigam os clubes: 

Projeto: ENERGIA DAS MARÉS: POTENCIALIDADES E FRAGILIDADES NO LITORAL PARANAENSE

Professor: Jean Carlo Alves Da Silva

Escola: Colégio Estadual Tereza da Silva Ramos

Clube de Ciências: Clube de Ciências do Tereza

Em regiões costeiras, como as cidades do litoral paranaense, os movimentos constantes das marés podem oferecer uma falsa impressão aos leigos de que existe uma grande oportunidade para geração de energia. Foi assim que esta pesquisa se iniciou, em busca de bibliografias que tragam respostas à possibilidade de implantação de sistemas de maremotriz no litoral do Paraná. O intuito é buscar formas de diversificar a matriz energética sustentável. A região é conhecida por seu turismo e urbanização em expansão e poderia se beneficiar do uso de fontes de energia renováveis.

A imagem mostra um estande de feira científica ou educacional, com várias pessoas interagindo. No centro, um jovem de camiseta branca está falando e gesticulando, aparentemente explicando algo para o público. Sobre a mesa, há um projetor ligado e um notebook, com a projeção aparecendo na parede ao fundo. À direita, há um grande banner com o logotipo do “Colégio Estadual Professora Tereza da Silva Ramos”. Outras pessoas, incluindo visitantes e estudantes, observam e participam da atividade. O ambiente está movimentado, com materiais e cartazes afixados nas paredes do estande.
Estudantes do Colégio Estadual Professora Tereza da Silva Ramos apresentam seus trabalhos durante a Feira de Ciências do Litoral Paranaense, compartilhando conhecimento e interagindo com o público visitante. (Foto/ Arquivo pessoal)

Projeto: Caatinga: Exclusividade do Brasil

Professora: Andreia Cristina Bittencourt Petruy

Escola: Colégio Estadual Bento Munhoz da Rocha Neto

Clube de Ciências: Bagrinhos do Bento

O bioma Caatinga, o único exclusivamente brasileiro, ocupa 11% do território nacional, com 70% de sua área localizada na região Nordeste do país. Ele é relevante para a identidade e cultura brasileiras. Conhecer e se reconhecer pertencente a esse bioma faz parte da abordagem do jogo criado pelos alunos utilizando a metodologia aprendizagem por jogos.

Na foto, dois estudantes, usando camisetas brancas com mangas azuis, apresentam seu projeto sobre a Caatinga para uma visitante, que escuta atentamente com os braços cruzados e segura uma bolsa bege. Ao fundo, vê-se um painel expositivo com o título “Caatinga: Exclusividade do Brasil” e outros trabalhos da feira de ciências, todos sob uma grande tenda. Sobre a mesa, há uma maquete colorida e um notebook aberto, compondo a exposição do grupo.
Estudantes apresentam o projeto sobre a Caatinga durante a Feira de Ciências do Litoral Paranaense, destacando a importância desse bioma exclusivamente brasileiro. (Foto/ Arquivo pessoal)

Projeto: Por que o carangueijo-uçá está ameaçado de extinção?

Professora: Tatiana Kraiczei

Escola: Colégio Estadual Gabriel de Lara

Clube de Ciências: Clube Exploradores da Ciência

Nos últimos anos, a população do caranguejo-uçá tem sofrido um declínio preocupante, em virtude da degradação dos manguezais e captura fora dos padrões estabelecidos pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Outra ameaça é a poluição por micro e mesoplásticos, que se fragmentam e se acumulam nas regiões de manguezais, onde habitam esses organismos. As partículas podem ser ingeridas direta ou indiretamente pelo crustáceo, causando problemas que ainda são pouco estudados. Este trabalho estuda a possível relação entre a presença de micro e mesoplásticos nos manguezais e a diminuição drástica do crustáceo no litoral paranaense, visando contribuir para desenvolver estratégias de conservação e manejo sustentável da espécie e de seu habitat.

A imagem mostra duas pessoas posando para a foto em um estande da feira de ciências. À esquerda está uma jovem de cabelos longos e soltos, usando camiseta branca com detalhes em azul-marinho e calça jeans. À direita, uma mulher de cabelos loiros e lisos, vestindo um vestido colorido estampado e segurando uma garrafa rosa na mão. Ao fundo, é possível ver painéis com pôsteres científicos expostos e a identificação do estande, indicando a participação em um evento educacional.
Professora Tatiana Kraiczei e aluna apresentam o projeto na XIII Feira de Ciências do Litoral Paranaense, destacando dedicação e entusiasmo pela pesquisa. (Foto/ Arquivo pessoal)

Projeto: FARINHEIRAS: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS CASAS DE FARINHA EM MATINHOS-PR E REGIÃO

Professora: Nahyr Carneiro da Silva

Escola:  Escola Estadual Cívico-Militar Profª Abigail dos Santos Corrêa

Clube de Ciências: Periplaneta Norminhasfesial

O projeto Farinheiras investiga se as Casas de Farinha da região do litoral paranaense são uma tecnologia social e assim contribuem para a conservação do patrimônio natural e da biodiversidade no litoral do Paraná. Entre os objetivos do projeto, os alunos buscam conhecer a tradicional forma de produção de farinha de mandioca, além de entender as etapas de fabricação e identificar mudanças ao longo do tempo.

Na foto, uma professora e três estudantes sorriem ao lado de uma maquete intitulada “Casa de Farinha”. O trabalho é feito em papelão e decorado com figuras de plantas, animais e elementos da natureza, representando o ambiente de produção artesanal de farinha. Ao fundo, há painéis expositivos com informações científicas, indicando que a imagem foi registrada em um evento ou feira de ciências. Todos demonstram orgulho e entusiasmo pela apresentação do projeto.
Estudantes e professora Nahyr apresentam o projeto “Farinheiras”, unindo tradição, ciência e criatividade. (Foto: Arquivo pessoal)

Projeto: DO CASULO À SEDA: agrotóxicos como vilões das famílias de sericicultores de nova esperança

Professora: Adriana Renata Fernandes

Escola: Colégio Estadual Cecília Meireles

Clube de Ciências: Eco Historiadores

O projeto de pesquisa ‘Do casulo à seda’ investiga os impactos do uso de agrotóxicos sobre a sericicultura em Nova Esperança, com foco nos efeitos sobre o bicho-da-seda, a cultura local e a economia. A pesquisa também busca identificar práticas sustentáveis e alternativas ao uso de defensivos químicos.

A imagem mostra um grupo de pessoas reunidas em um espaço ao ar livre, próximo a um lago e cercado por árvores. À esquerda, uma mulher de camiseta clara com estampa verde sorri para a câmera. Ao lado dela, vários estudantes em uniforme escolar branco com detalhes em azul e vermelho posam juntos. Dois homens adultos, um de camiseta azul e outro de camiseta branca com estampa, também participam da foto, assim como outro homem de boné e camiseta vinho que está agachado ao lado de um cachorro preto e branco.
Estudantes e professores realizam atividade ao ar livre, aprendendo e explorando juntos a sericicultura em Nova Esperança. (Foto/Arquivo pessoal)

Projeto: Herborização de plantas nativas da região noroeste do Paraná

Professora: Adriana Renata Fernandes

Escola: Colégio Estadual Cecília Meireles

Clube de Ciências: Eco Historiadores

O projeto Herborização tem como objetivo coletar, identificar, preservar e catalogar  espécies  vegetais nativas da região Noroeste do Paraná. A iniciativa visa fins científicos, educacionais e de conservação da biodiversidade local. A herborização, processo de preparação de exemplares vegetais para a composição de um herbário, possibilita a criação  de um acervo botânico que poderá servir como base para pesquisas futuras e ações de educação ambiental desenvolvidas pelo clube.

A imagem mostra dois estudantes sentados lado a lado em uma sala de aula. À esquerda, um rapaz de boné preto, camiseta branca e mochila preta sorri enquanto observa. À direita, uma jovem de cabelos longos e soltos, usando camiseta cinza, aponta animada para algumas folhas e galhos dispostos sobre uma folha de jornal em cima da carteira escolar. O material parece fazer parte de uma atividade prática relacionada ao estudo de plantas.
Estudantes explorando a biodiversidade em atividade prática de Estudantes explorando a biodiversidade em atividade prática de ciências, com entusiasmo e aprendizado em sala de aula (Foto/Arquivo pessoal)