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Expositor portátil amplia estratégias de divulgação científica dos NAPIs no Paraná

Por: Chananda Buss

O projeto foi desenvolvido pelo NAPI Paraná Faz Ciência, em parceria com a Fundação Araucária e Universidade Federal do Paraná

O NAPI Paraná Faz Ciência apresentou um expositor portátil de divulgação científica desenvolvido para circular por diferentes espaços e eventos. O modelo inicial foi apresentado, nesta segunda-feira (9), para o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Fundação Araucária, Márcio Spinosa. 

“É uma entrega fantástica, que traz a possibilidade de democratizar ainda mais o acesso ao conhecimento, a ciência, tecnologia e inovação. A ideia, agora, é trabalharmos numa escala que possibilite aos NAPIs apresentarem à sociedade tudo aquilo que podem oferecer”, afirma o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa. 

Serão entregues 25 exemplares do produto para a apoiar a comunicação das pesquisas realizadas por diferentes Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) do Paraná. O aparato foi pensado para ser adaptável à natureza de cada pesquisa, podendo ser montado em diferentes configurações.

O articulador do NAPI Paraná Faz Ciência, Rodrigo Reis, explica que a construção do expositor está alinhada com um dos eixos do projeto, que é a criação de estratégias de divulgação para outros NAPIs. “A ideia foi construir um aparato expositivo que pudesse atender essa diversidade de lógicas dos diferentes núcleos. Alguns trabalham com produção de materiais sólidos, líquidos, com maquetes, modelos 3D, e até focados na produção textual”, explica. 

O projeto foi desenvolvido em parceria entre a  Fundação Araucária, o Setor de Artes, Comunicação e Design, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e a Agência Escola UFPR. 

De acordo com o professor de Design da UFPR,  Vinícius Miranda de Morais, o desafio foi criar um produto compacto, mas que tivesse grande espaço de exposição. “Ele é modular, você pode colocar os componentes em qualquer lugar do painel”, conta, enquanto mostra as diferentes peças desenvolvidas, dentre elas, um porta livros, lupa de aumento, porta cartaz, olho mágico e vitrine.

O bolsista técnico que auxiliou a criação, Giuliano Perreto, completa, explicando sobre a facilidade de uso do expositor.  “A ideia é você conseguir fechar tudo e todos os componentes irem dentro da estrutura, que você consiga desmontar e carregar como um carrinho”.

“A expectativa é que, através desses aparatos, a gente possa em eventos, em atividades de itinerância, divulgar a produção e os conhecimentos que cada um desses NAPIs produzem em parceria”, finaliza Rodrigo Reis.