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Clubista desenvolve sachê com extratos vegetais para combater larvas da dengue

Por: Victor Alves

Aluna do Clube de Ciências Cientistas do Jardim, em Toledo, aposta em alternativa natural para reduzir a proliferação do mosquito da dengue em recipientes com água parada

A estudante Izabela Maria Belotto usando o uniforme para representar a escola de jaleco, clubista do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, desenvolveu um sachê à base de extratos vegetais capaz de controlar o desenvolvimento das larvas do mosquito transmissor da dengue, como é visto nos tubos em que ela está manuseando com as mãos. Justifica a proposta da clubista que foi utilizar compostos naturais de plantas como alternativa mais sustentável no controle do vetor.
As etudante Izabela Belotto trabalha com um sachê sustentável que combate as larvas do mosquito da Dengue (Foto/Arquivo pessoal)

Uma pesquisa desenvolvida em um clube de ciências da cidade de Toledo chamou atenção pelo potencial de impacto na saúde pública. A estudante Izabela Maria Belotto, clubista do Clube Cientistas do Jardim, no Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, desenvolveu um sachê à base de extratos vegetais capaz de controlar o desenvolvimento das larvas do mosquito transmissor da dengue.

Clubista realizando análises químicas (Foto/Arquivo pessoal)

O projeto, que foi orientado pela professora Dioneia Schauren, partiu de um problema recorrente: a presença de água parada em recipientes domésticos, que favorece a proliferação do mosquito. A proposta da clubista foi utilizar compostos naturais de plantas como alternativa mais sustentável no controle do vetor.

A pesquisa foi desenvolvida ao longo de 2025, período em que foram testados diversos extratos vegetais em diferentes fases do desenvolvimento das larvas do mosquito. Os resultados mostraram-se promissores, com alguns extratos alcançando 100% de mortalidade das larvas nos testes realizados. A partir desses dados, a estudante avançou para a etapa de desenvolvimento de um sachê funcional.

A estudante processa o material da pesquisa em laboratório (foto/Arquivo pessoal)

A ideia do produto foi possibilitar o uso prático pela população, permitindo  aplicação em cisternas, vasos de plantas e outros recipientes que eventualmente acumulem água parada. Além de contribuir para o controle do mosquito, a solução buscou reduzir a dependência de agroquímicos, alinhando saúde pública e sustentabilidade ambiental.

A pesquisa, uma das várias que foram desenvolvidas ao longo de 2025 pelo clube, demonstra o potencial em  gerar soluções concretas para problemas reais da sociedade. O trabalho encerrou seu ciclo inicial com resultados promissores e pode avançar para novas etapas de aprimoramento e validação em estudos futuros.Para acompanhar mais sobre este e muitos outros projetos desenvolvidos no clube de ciências Cientistas do Jardim, visite e siga o perfil no Instagram @cdc_cienciasjpa.