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Clubes recebem as primeiras visitas de bolsistas e articuladores da UEPG em 2026

Por: Talula Boldt de Souza

Quatro clubes já foram visitados e estão previstas visitas em Ponta Grossa e na região de União da Vitória

Na foto, uma sala de aula com quadro ao fundo e três pessoas em pé conversando: a professora regente, a articuladora da UEPG e a bolsista responsável pelo clube. À frente, estudantes estão sentados em mesas organizadas em grupos. Há um monitor ligado em uma apresentação de slides sobre o dia da água, tema da atividade realizada pelos clubistas no dia da visita.
O primeiro clube a receber a visita da equipe da UEPG foi o Ciência em Ação, do Colégio Estadual Amálio Pinheiro, em Ponta Grossa (Foto/ Talula)

Retomando o acompanhamento das atividades dos clubes, articuladoras e bolsistas técnicos da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) iniciaram em março, as primeiras visitas de 2026 às instituições de ensino com clubes de ciências. As primeiras unidades a receberem o grupo foram os clubes Ciência em Ação, do Colégio Estadual Amálio Pinheiro; Feras Científicas, do Colégio Estadual Sirley Jagas; Cabeceira do Rio Iapó, do Colégio Estadual Antônio e Marcos Cavanis; e o EcoIndoor, do Colégio Estadual de Ensino Profissional Olegário Macedo.

As visitas têm como objetivo compreender de forma mais aprofundada as atividades desenvolvidas em cada clube, bem como identificar demandas específicas, orientar práticas pedagógicas e acompanhar o desenvolvimento dos projetos. Além disso, os encontros buscam fortalecer a integração entre estudantes, professores responsáveis pelos clubes e as equipes de gestão escolar.

No dia 19 de março, a visita foi ao Ciência em Ação em Ponta Grossa. A principal meta do Clube é a criação de um espaço verde na escola, visando promover a educação ambiental, o contato dos alunos com a natureza e o desenvolvimento de práticas sustentáveis. A pesquisa a respeito do espaço emergiu como demanda dos clubistas no ano passado, e agora, para que a ideia seja concretizada, ainda são necessários alguns materiais e para isso a visita é importante: a solicitação de recursos passa pelos bolsistas técnicos.

Na semana seguinte, as visitas ocorreram em Castro, nos clubes Cabeceira do Rio Iapó e EcoIndoor. No clube EcoIndoor, houve mudanças na escola, com a substituição do ensino técnico integrado para a modalidade em tempo integral.Isso impactou no número de alunos e na composição da turma, que agora faz parte de uma disciplina eletiva. As eletivas são oferecidas apenas aos alunos dos primeiros e segundos anos, e vários clubistas do ano passado ou se formaram ou não têm eletivas no segmento de ensino.

Esse aumento no número de alunos e a mudança para disciplina eletiva impactam diretamente na continuidade das pesquisas e exigem um esforço maior por parte dos professores e do Bolsistas-Técnicos de Nível Superior (BTNS) Pedagógicos que apoiam os clubes.

1. A foto mostra um grupo de clubistas reunido em torno de uma mesa em um laboratório, iluminado por luz natural que entra pelas janelas ao fundo. Uma das pessoas está sentada e parece explicar ou mostrar algo em um papel, enquanto as outras observam atentamente, incluindo Fernanda, que está de costas para a câmera. Há materiais sobre a mesa, os estudantes estavam escrevendo seus projetos. Ao fundo, é possível ver uma pia e alguns objetos encostados na parede.
A bolsista pedagógica Fernanda em visita ao Clube Ecoindoor, em Castro (Foto/Talula)

Fernanda Beatriz ingressou como bolsista pedagógica da Rede de Clubes no final de 2025 e acompanha algumas das escolas citadas. Até então, havia conhecido pessoalmente apenas um clube, por isso, as visitas ainda são uma novidade para ela. Segundo Fernanda, ir até o colégio faz diferença tanto para os BTNS e outros membros da equipe, quanto para os professores clubistas, pois o contato presencial fortalece bastante o diálogo. Além disso, conhecer a escola de perto permite compreender melhor a realidade, as formas de organização, necessidades materiais, as atividades desenvolvidas e os espaços de trabalho.

A agenda de acompanhamento segue ao longo das próximas semanas, com visitas previstas aos demais clubes de ciências de Ponta Grossa e também uma viagem ao núcleo de União da Vitória, com duração de uma semana. Durante esse período, sete escolas da região deverão ser visitadas.

Acompanhe mais atividades dos Clubes de Ciências pelo Instagram da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência @clubesparanafazciencia e pelo site Paraná Faz Ciência.