Com o novo laboratório de ciências do Colégio Eugênio de Almeida, os clubistas do Ouro Verde estão entre os beneficiados

No final do mês de fevereiro, foi inaugurado o Laboratório de Ciências Professora Adélia Lúcia Janik Piovesan, no Colégio Estadual Eugênio de Almeida. O novo espaço em São Mateus do Sul vai ampliar as possibilidades de ensino, beneficiando toda a comunidade escolar e também as possibilidades de pesquisa, especialmente para os estudantes do Cube de Ciências Ouro Verde.
A cidade de São Mateus do Sul é um polo produtor de erva-mate e o Clube Ouro Verde tem a planta como tema geral de pesquisa, além de pequenos projetos que partem do interesse de cada clubista. Em 2025, o clube participou de diversos eventos como o Ciclo de Encontros da Semana da Biologia, na UNOPAR de União da Vitória, do 5º Paraná Faz Ciência, em Guarapuava, e da primeira edição da Feira de Cultura Científica (FECCI), em Curitiba. Inclusive, na FECCI, o clube ficou com o 3º lugar na premiação Década dos Oceanos, na categoria Jovem.
O novo laboratório
O antigo espaço de atividades do clube e após a reforma, o novo Laboratório Adélia Lúcia Janik Piovesan (Talula/Arquivo pessoal) O antigo espaço de atividades do clube e após a reforma, o novo Laboratório Adélia Lúcia Janik Piovesan (Edinei Cruz/Portal RDX) O antigo espaço de atividades do clube e após a reforma, o novo Laboratório Adélia Lúcia Janik Piovesan (Edinei Cruz/Portal RDX)
O nome do laboratório é uma homenagem à professora Adélia Lúcia Janik Piovesan, que fez parte da comunidade escolar Eugênio de Almeida. A escolha do nome busca registrar sua passagem pela instituição e manter sua memória vinculada às atividades educacionais do colégio. A construção do espaço de pesquisa contou com um investimento de R$100 mil, viabilizado por meio de recursos públicos destinados à melhoria da infraestrutura escolar.
Os clubistas já estão aproveitando o laboratório, a reforma associada aos novos equipamentos facilitará as pesquisas relacionadas a erva-mate (Talula/Arquivo pessoal) (Edinei Cruz/Portal RDX) Os clubistas já estão aproveitando o laboratório, a reforma associada aos novos equipamentos facilitará as pesquisas relacionadas a erva-mate (Talula/Arquivo pessoal) (Edinei Cruz/Portal RDX) Os clubistas já estão aproveitando o laboratório, a reforma associada aos novos equipamentos facilitará as pesquisas relacionadas a erva-mate (Talula/Arquivo pessoal) (Edinei Cruz/Portal RDX) Os clubistas já estão aproveitando o laboratório, a reforma associada aos novos equipamentos facilitará as pesquisas relacionadas a erva-mate (Talula/Arquivo pessoal) (Edinei Cruz/Portal RDX)
Os estudantes já estão utilizando o local para suas atividades, de acordo com a professora Rosana Wichineski de Lara de Souza, e uma das práticas foi uma extração de DNA. Estão também programadas atividades de extração de óleo essencial, micropropagação vegetativa, uma espécie de geração de clones da planta-mãe, e a fabricação de sabonetes.
A professora Rosana comentou ainda que os alunos estão empolgados e que, juntamente com os equipamentos adquiridos por meio da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, o novo espaço tem permitido ampliar as experiências práticas realizadas pelo grupo.
Acompanhe as atividades dos clubes de ciências pelo Instagram da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência @clubesparanafazciencia ou aqui pelas notícias do site Paraná Faz Ciência.






