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Clubistas da escola mais antiga do Paraná apresentam iniciativas científicas no Conselho Estadual de Educação

Por: Marilaine Martins

Apresentação reuniu estudantes, professores e conselheiros em torno das práticas desenvolvidas nos clubes de ciência

Imagem de uma apresentação em uma sala de reunião institucional. No centro, quatro estudantes adolescentes estão em pé, lado a lado, vestindo camisetas de equipe e calças esportivas, apresentando um projeto. Um deles segura um objeto e outro segura um boneco de pelúcia. Ao redor, em mesas dispostas em formato de “U”, estão diversos adultos sentados, acompanhando a apresentação. Sobre as mesas há microfones, copos de água, laptops e documentos. Ao fundo, um telão exibe um slide com o título “Clube de Ciências” e informações sobre um projeto relacionado à robótica e método científico. O ambiente é amplo, com iluminação interna, cadeiras de escritório e clima formal. A cena mostra um momento de apresentação e avaliação de projetos científicos desenvolvidos por estudantes.
Clubistas do Colégio Estadual do Paraná apresentam projetos durante reunião do Conselho Estadual de Educação (Foto/Arquivo do clube)

O Clube de Ciência e o Clube de Ciência Maker do Colégio Estadual do Paraná (CEP) participaram de uma reunião ordinária do Conselho Estadual de Educação do Paraná, realizada no dia 20 de março. Na ocasião, estudantes, professores e equipe gestora foram recebidos pelos conselheiros para apresentar as atividades dos clubes e compartilhar experiências construídas no ambiente escolar.

Os clubistas assumiram papel central ao apresentar projetos que articulam investigação científica, tecnologia e resolução de problemas. Entre as iniciativas destacadas estão o desenvolvimento de soluções sustentáveis, como um tijolo produzido a partir da casca de pinhão e propostas voltadas à acessibilidade, como um protótipo robótico para auxiliar na tradução em Libras.

Imagem de um grupo grande de pessoas em um ambiente institucional, posando para foto. Ao centro e ao fundo estão adolescentes e jovens, acompanhados por alguns adultos, formando várias fileiras. A maioria sorri e olha em direção à câmera. Na parte da frente, algumas pessoas estão agachadas ou sentadas no chão, próximas a projetos expostos, incluindo pequenos robôs, maquetes e protótipos tecnológicos. Alguns participantes seguram objetos, como um urso de pelúcia, placas e um banner. Há diversidade de idades, com estudantes e profissionais juntos. Muitos vestem camisetas de projetos ou equipes, algumas com cores escuras e detalhes em amarelo e verde. O espaço possui mesas laterais, cadeiras de escritório e iluminação interna, caracterizando uma sala de reunião ou auditório. A cena transmite um momento coletivo de apresentação e celebração de projetos educacionais e científicos.
Clubistas, coordenadores e equipe participaram do encontro e apresentaram projetos desenvolvidos nos clubes de ciência (Foto/Arquivo do clube)

O professor Tony Marcio Groch destacou o caráter investigativo e aplicado das atividades. Segundo ele, os projetos estão articulados a desafios reais e a competições científicas. “Os clubes trabalham com investigação científica dentro de competições como o Torneio Brasil de Robótica e a First Lego League, em que os estudantes desenvolvem soluções a partir de temas propostos, envolvendo tecnologia e resolução de problemas”, conta.

Imagem de uma mesa de reunião institucional. Três pessoas estão sentadas lado a lado, atrás de uma mesa com microfones e copos de água. Ao fundo, há uma parede branca com o logotipo e o nome “Conselho Estadual de Educação do Paraná” em destaque, nas cores azul e verde. À esquerda, um homem de barba, com camisa social vermelha, olha em direção ao centro. No meio, uma mulher de cabelo curto, vestindo blusa vermelha, também está voltada para a direita, com expressão atenta. À direita, um homem de barba e óculos, usando camiseta preta e vermelha com detalhes, fala ao microfone, gesticulando com a mão. O ambiente é formal, com cadeiras de escritório e uma janela com persianas ao fundo.
Coordenador Tony apresentou aos conselheiros o papel dos clubes na formação dos adolescentes (Foto/Arquivo do clube)

A participação no Conselho apresentou os resultados dos projetos ao mesmo tempo em que expôs as práticas que sustentam essas iniciativas nos clubes. Os participantes destacaram que essas experiências contribuem para a formação acadêmica e pessoal, ampliando habilidades como trabalho em equipe, pensamento crítico e comunicação.

Para a professora e integrante do NAPI Paraná Faz Ciência Edinalva Oliveira, o momento também representa reconhecimento e pertencimento dentro de uma rede mais ampla de incentivo à ciência. “Foi uma grata satisfação participar desse momento no Conselho. Os estudantes foram protagonistas e, para nós do NAPI Paraná Faz Ciência, isso nos orgulha, pois mostra o quanto os clubes têm feito diferença no cenário paranaense.”

Imagem de uma reunião em ambiente institucional. Em primeiro plano, uma mulher de cabelos cacheados e escuros, usando óculos e uma blusa estampada com flores, fala ao microfone com as mãos apoiadas sobre a mesa. À sua frente, há uma caixa de papelão pequena, uma xícara de café, um pires e um copo de água. À esquerda, um homem idoso, de cabeça calva e usando óculos, camisa clara e suspensórios, está sentado e escreve em um caderno. O ambiente possui uma mesa de madeira, cadeiras de escritório e, ao fundo, uma parede de vidro com janelas que deixam entrar luz natural, mostrando o céu azul do lado de fora. Um microfone aparece em destaque no canto inferior da imagem, indicando que a fala está sendo registrada.
Representando o NPFC, a pesquisadora Edinalva destacou o impacto dos clubes da Rede no estado (Foto/Arquivo do clube)

Os conselheiros ressaltaram a qualidade das apresentações e a desenvoltura dos estudantes, reconhecendo o papel do Colégio Estadual do Paraná na promoção de uma educação pública comprometida com a formação integral. Destacaram ainda a importância do trabalho dos professores e da gestão escolar, que possibilitam a realização de projetos e a participação em atividades de alcance municipal, estadual e até internacional.

“Os clubes de ciência aproximam os alunos da ciência e despertam o interesse e o envolvimento. É possível perceber o entusiasmo dos estudantes e o papel fundamental dos professores e coordenadores para manter essas iniciativas vivas nas escolas”, destacou a conselheira Fátima Padoan, gerente de pesquisa da Fundação Araucária, durante a comemoração dos 180 anos do Colégio Estadual do Paraná, realizada no Teatro Guaíra.