Programação inclui palestras com especialistas nacionais e internacionais

Entre os dias 27 a 29 de agosto, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) receberá o III Encontro Brasileiro de Alimentos Funcionais e o II Encontro NAPI – Proteínas Alternativas. Os eventos são organizados pelo Grupo de Pesquisa em Alimentos Funcionais (GPAF) da UEM e pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Proteínas Alternativas.
Os encontros reunirão pesquisadores, profissionais da indústria e estudantes para discutir a temática central definida pelos organizadores: “O futuro dos alimentos funcionais e proteínas alternativas: caminho para inovação sustentável e ética”.
A professora da UEM, coordenadora do GPAF e uma das coordenadoras do NAPI Proteínas Alternativas, Paula Matumoto Pintro, explica que “o objetivo do evento é fomentar a discussão sobre alimentos funcionais entre estudantes, professores, pesquisadores e profissionais da área, promovendo a divulgação de pesquisas, inovação tecnológica e o bem estar da população”.
Além de palestras com especialistas nacionais e internacionais, a programação também inclui mesas redondas e apresentações de trabalhos científicos. Os temas vão desde propriedades bioativas de alimentos, até tecnologias emergentes, como fermentação de precisão e cultivo celular para produção de alimentos, técnicas que fazem parte da agricultura celular.
Uma das coordenadoras do NAPI Proteínas Alternativas e a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Carla Molento, justifica que eventos como estes compõem uma parte fundamental do desenvolvimento das novas formas de produzir alimentos por meio da agricultura celular. “Eventos técnicos como estes permitem interações e um aumento exponencial de conhecimento, que são importantes para que inovações possam ser compreendidas por todos os atores e interessados. E mais: os encontros científicos permitem a formação de uma rede de contatos que, em última instância, é essencial para o estabelecimento das novas cadeias alimentares em nosso Estado”, completa.
De acordo a professora da PUCPR Paraná, Renata Macedo, que também coordena o NAPI Proteínas Alternativas, as expectativas visam “promover um espaço de diálogo interdisciplinar, estimular parcerias entre academia e setor produtivo, e impulsionar a geração de conhecimento e inovação voltados ao desenvolvimento de alimentos mais sustentáveis, saudáveis e acessíveis para a população”.
O evento será presencial. Para se inscrever e saber mais informações acesse o link.
Projeto do Clube de Ciências da Escola do Campo de Barão de Lucena promove conscientização ambiental e incentiva boas práticas de gestão de resíduos sólidos

Os alunos da Escola do Campo de Barão de Lucena realizaram uma pesquisa sobre o descarte de resíduos sólidos na comunidade local. O projeto, conduzido pelo Clube de Ciências da escola, incluiu visitas a locais de descarte, debates sobre impactos ambientais e soluções sustentáveis para a redução de danos ao meio ambiente.
Durante o estudo, os alunos analisaram os efeitos da disposição irregular de resíduos e discutiram temas como consumo acelerado, biodegradabilidade e obsolescência programada, com foco especial nos eletrônicos. Para aprofundar a investigação, realizaram uma visita a um ponto de descarte na comunidade, onde documentaram a situação por meio de fotografias e entrevistas com moradores.
Com base nas informações coletadas, os estudantes participaram de pesquisas orientadas em periódicos acadêmicos no laboratório de informática da escola. As análises apontaram que a reciclagem e a destinação correta dos resíduos para aterros sanitários são as alternativas mais viáveis para minimizar os impactos ambientais. Para disseminar esse conhecimento, o Clube de Ciências desenvolveu uma maquete ilustrativa de um aterro sanitário, apresentada à comunidade escolar.

O professor Gilvan Andrade, um dos responsáveis pelo projeto, destacou a importância da iniciativa para a formação dos alunos: “Tive a oportunidade de explorar um tema essencial que muitas vezes não está presente no currículo tradicional. O engajamento dos estudantes foi impressionante, pois perceberam que suas ações podem transformar a realidade ao seu redor”.
Para este ano, o Clube de Ciências já tem novos planos. O professor Gilvan está desenvolvendo um projeto de horta agroflorestal na escola, com o objetivo de ampliar o impacto da iniciativa para além da comunidade escolar. “Essa nova etapa permitirá aos alunos aprenderem sobre solos, microbiologia, alimentação saudável e preservação ambiental, promovendo um diálogo direto com a comunidade”, acrescentou o professor.
O projeto reforça o compromisso da Escola do Campo de Barão de Lucena com a educação ambiental e a formação de cidadãos conscientes e atuantes na preservação do meio ambiente. A iniciativa também demonstra a importância da ciência na solução de problemas locais, incentivando o pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes.
Rede de Clubes vai ganhar mais força feminina com projeto recém-criado
As coordenadoras e professoras de Clubes de Meninas e Mulheres na Ciência, que vão integrar mais uma parte da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, reuniram-se na última sexta-feira, 21, pela primeira vez. A ideia é aproveitar a estrutura em Rede já existente para os 200 clubes da Rede Paraná Faz Ciência e os 45 clubes Maker para agregar mais iniciativas e troca de ideias entre os participantes e universidades envolvidas.

A professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, Débora Sant´Ana, abriu a reunião explicando a importância e a abrangência da Rede de Clubes para a comunicação científica e o desenvolvimento da ciência no âmbito escolar e universitário.
“A Rede Clubes é um projeto muito caro para nós, com 200 clubes de ciências financiados pelo estado do Paraná, mais uma estrutura de apoio no valor total de R$ 23 milhões, para 30 meses de trabalho. E mais 45 fomentados pelo governo federal. O intuito é fomentar algo que chamamos de cultura da ciência. É um projeto que envolve muita gente, em diferentes regiões do estado e trabalhamos em intensa articulação com a Secretaria de Estado de Educação para que tudo funcione bem”, explicou.
Entre as professoras propositoras de projetos que destinam pesquisa para a visibilidade de mulheres na ciência está a professora Mara Parisoto, da área de Engenharias e Exatas, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), campus Palotina. Ela coordena seis clubes de ciência de âmbito nacional e se sente agradecida pela proposta de uma rede voltada para meninas na ciência. “Estou grata em ver essa proposta de soma de esforços para a visibilidade das meninas na ciência. É uma ótima oportunidade de aprendizado para as articulações em rede”, comentou.

As professoras participantes do Rede de Clubes para meninas também terão a vantagem de acessar os cursos de formação oferecidos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), a entidade certificadora desses cursos no âmbito do NAPI PR Faz Ciência. Existem opções síncronas (em dias marcados) ou assíncronas, gravadas, para serem acessadas quando interessar. Outro benefício da entrada na Rede Clubes será a bolsa-auxílio de participação para as professoras coordenadoras dos clubes, com horas dedicadas para desenvolver esse trabalho, conforme prevê as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação (SEED).
Nos próximos encontros, o grupo deve tratar de detalhes do fluxo de comunicação sobre as atividades da nova rede de clubes para meninas e outros detalhes práticos para que os trabalhos entrem em funcionamento.

Turismo científico e Clubes de Ciências nas escolas públicas são os temas da contribuição do Arranjo para o evento
O Smart City Expo Curitiba 2025 chega à sexta edição. Este ano, além de um novo cenário, tem como temática principal “Transformando cidades: construindo felicidade”. As atividades ocorrem de 25 a 27 de março, na Ligga Arena. O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência estará presente, interagindo com gestores de municípios de todo o Paraná e do país.
O maior evento de cidades inteligentes das américas é inspirado na mega iniciativa global, o Smart City Expo World Congress. O congresso e a feira na versão brasileira reúnem conhecimento, inovação e networking para impulsionar soluções urbanas mais sustentáveis, conectadas e humanas.
“O objetivo do evento é expor e promover ações, programas e serviços voltados para técnicos e gestores municipais, e o NAPI Paraná Faz Ciência oferece oportunidades importantes para as áreas de educação e turismo científico. Queremos mostrar a importância da ciência aplicada para a solução de desafios estratégicos do Paraná, fortalecendo a conexão entre Academia, setor produtivo e poder público”, apontou o articulador do Arranjo, Rodrigo Reis.
A equipe do NAPI vai mostrar o site Turismo Científico, que disponibiliza uma parte do conteúdo do Guia de Espaços de Divulgação Científica do Estado do Paraná. A publicação, disponível tanto na versão on-line quanto em brochura, apresenta um panorama detalhado dos principais espaços científicos do estado, permitindo que os participantes do evento conheçam mais sobre as iniciativas locais.

No site, é possível localizar museus e centros de ciências, jardins botânicos e herbários, bosques, parques e reservas, planetários, zoológicos e aquários. Esses são atrativos que vêm colocando ‘combustível’ no chamado turismo científico, uma oportunidade para municípios de todos os tamanhos.
“Além disso, vamos apresentar a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, um investimento público que tem visa fomentar a cultura científica nas escola; isto é, uma estratégia de fortalecimento da área da educação na rede pública de ensino do Paraná”, explicou Débora Sant’ Ana, articuladora do NAPI junto com Reis.
Conheça o site de Turismo Científico em: paranafazciencia.uvpr.pr.gov.br/turismocientifico

Estudos sobre saúde humana, alimentação, desenvolvimento tecnológico, combustível renovável, inteligência artificial, foram alguns dos temas presentes na III Semana dos NAPIs no Campus da Indústria – FIEP, em Curitiba, entre os dias 11 e 12 de março.
Dentre tantos trabalhos desenvolvidos por graduandos, mestrandos e doutorandos de universidades, estavam o dos Clubes de Ciência dos colégios estaduais de Curitiba e região Metropolitana: Clube de Ciência e Robótica, Clube Exploradores das Ciências: Uma questão de cidadania, Clube Steam e Clube Geração Científica.
Os clubistas também tiveram oportunidade de apresentar os resultados de seus projetos para as mais de 500 pessoas que participaram nos dois dias de evento. Foram realizadas palestras, 16 balcões de exposição com produtos, protótipos e inovações desenvolvidos por diferentes pesquisadores do Ensino Médio ao universitário.
A professora Deize Dias Lopes, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), esteve presente nos dois dias e enxergou, no evento, a oportunidade de conhecer outros projetos. “Eu passei por três NAPIs que me interessaram muito, inclusive para o desenvolvimento da minha atividade como docente dentro do curso de Engenharia. São coisas que, às vezes, você não sabe que seu vizinho está fazendo”, afirmou.

Já Ligia Gomes Oliveira, pós-doutoranda da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ressaltou a chance que teve para aprender mais na III Semana dos NAPIs. “Nós temos a oportunidade de conhecer outras áreas. E a disseminação desse conhecimento é importante pra gente valorizar outros projetos”, disse.
A professora Rosana Moreira da Roca, do setor de Zoologia da UFPR, defende que a divulgação científica é uma forma de integrar escolas e universidades. “A gente trabalha com a ideia de divulgação das nossas pesquisas nas escolas do Paraná. Então, foi uma oportunidade de se comunicar um pouquinho com o Napi Paraná Faz Ciência, com os projetos de ensino e de divulgação científica. Por isso, é interessante ter esses momentos de encontro dos vários projetos pra gente trocar algumas ideias”, argumenta.
O professor Fernando Camargo Passos acrescentou o trabalho que vem sendo desenvolvido através do NAPI TaxiOnline e que fortalece a ciência cidadã. “Este evento é importante pela integração com a indústria, com financiamentos voltados ao fortalecimento de coleção científica que, na verdade, contribui pra gente conhecer nossa biodiversidade”, resume.
Gabriela Sipoli representa a PUC de Curitiba e atua num projeto que desenvolve tecnologias que possam ajudar no dia-a-dia das pessoas, focado em pessoas com deficiência. Sipoli considerou o segundo dia mais produtivo porque pode acompanhar mais de perto trabalhos parecidos com o seu, já que no primeiro dia estava muito lotado. “A gente conseguiu se conectar melhor com outros projetos correlatos no segundo dia, porque no primeiro estava muito cheio. Mas no geral, o evento foi muito bom porque conseguimos, juntos, construir coisas melhores pra sociedade e evoluir”, finaliza.
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) é uma iniciativa da Fundação Araucária. Consiste numa mostra de projetos de pesquisa e inovação, além de possibilitar a construção de redes colaborativas para promover o avanço científico e tecnológico do Estado do Paraná.
Evento reforça a conexão entre pesquisa, inovação e sociedade, destacando novas ferramentas e iniciativas para a popularização da ciência no Paraná.

A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs), realizada nos dias 11 e 12 de março, no campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), na capital paranaense, consolidou-se como um marco para a ciência, tecnologia e inovação no estado. O evento reuniu pesquisadores, gestores públicos e representantes do setor produtivo para debater soluções estratégicas e apresentar os avanços alcançados pelos NAPIs em diferentes áreas do conhecimento.
Criados no plano de governo 2019-2022, os NAPIs têm como objetivo mobilizar e integrar os ativos de ciência e tecnologia do Paraná, promovendo a inovação como um bem comum da sociedade. Coordenada pela Fundação Araucária, a iniciativa tem formado grupos de pesquisa de padrão internacional, incentivando a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo.
Durante os dois dias da III Semana dos NAPIs, a programação contou com palestras de especialistas em três palcos interativos, além de 16 balcões exibindo projetos, produtos, materiais, protótipos e serviços resultantes de pesquisas universitárias.

Um dos destaques da III Semana dos NAPIs foi o Balcão 2, onde foram apresentados resultados de pesquisas desenvolvidas pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência. Para Rodrigo Reis, articulador do NAPI PRFC e coordenador da Rede de Clubes e do Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE), o NAPI PRFC desempenha um papel estratégico na formação de capital humano para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no Paraná. “O Paraná Faz Ciência tem esse papel na sua essência – que é o fortalecimento da cultura científica, de trazer esses jovens que estão dentro dos clubes de ciência, que estão participando das feiras, que estão conhecendo a ciência através dos museus, para a área de ciência e tecnologia”, destacou Reis.
Além dos resultados apresentados no Palco 1, os coordenadores Débora Sant’Ana e Rodrigo Reis destacaram as ações e os desafios enfrentados pelo projeto. O NAPI PRFC também exibiu suas iniciativas, e representantes da recém-criada Rede de Clubes de Ciências, um de seus projetos, marcaram presença no evento.
Edinalva Oliveira, doutora em Ciências Biológicas pela UFPR, cursando pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (UFPR) e integrante do PICCE, destacou o impacto das ações do NAPI PRFC na educação e na divulgação científica no estado. “Temos uma primeira ação voltada para clubes de ciências. No Paraná, atualmente, já contamos com 245 clubes consolidados, todos em escolas públicas distribuídas por diferentes municípios”, explicou.
Além disso, o NAPI atua na valorização de espaços de divulgação científica. “Trouxemos também uma ação voltada para museus, centros de ciências, herbários e zoológicos, que desempenham um papel fundamental na disseminação do conhecimento para a sociedade”, ressaltou a pesquisadora.
Outra frente de atuação do NAPI PRFC é a produção de materiais voltados à ciência cidadã. “Desenvolvemos guias e materiais para auxiliar professores da educação básica no trabalho pedagógico com os estudantes, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. Nosso objetivo é impulsionar o conhecimento científico nas escolas e na sociedade, contribuindo para mudar o paradigma da ciência no Paraná”, afirmou Edinalva.
Durante a III Semana dos NAPIs, o Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE) apresentou seu aplicativo inovador para a coleta de dados científicos. Projetado para dispositivos móveis, o app opera diretamente pelo navegador, eliminando a necessidade de instalação e proporcionando um acesso mais ágil e simplificado. “O aplicativo está em fase de testes, com lançamento oficial previsto para o mês de maio, mas já é possível baixar e enviar os dados”, explicou Tamara Domiciano, doutora em Educação em Ciências e em Matemática pela UFPR, professora de Ciências e integrante do PICCE.
Para fazer o download do aplicativo PICCE, acesse: cienciaescola.c3sl.ufpr.br
Ainda durante o evento, foi lançado um site dedicado à memória do evento Paraná Faz Ciência 2024, organizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). A plataforma oferece uma retrospectiva, destacando os principais momentos, debates e inovações do evento, celebrando as conquistas da ciência no estado.
Saiba mais sobre o site Paraná Faz Ciência 2024 em: paranafazciencia.uem.br
O evento realizado no campus da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) também marcou o lançamento do site Turismo Científico, que disponibiliza uma parte do conteúdo do Guia de Espaços de Divulgação Científica do Estado do Paraná. A publicação, disponível tanto na versão on-line quanto em brochura, apresenta um panorama detalhado dos principais espaços científicos do estado, permitindo que os participantes do evento conheçam mais sobre as iniciativas locais. No site Turismo Científico é possível localizar museus e centros de ciências, jardins botânicos e herbários, bosques, parques e reservas, planetários, zoológicos e aquários.
Conheça o site de Turismo Científico em: paranafazciencia.uvpr.pr.gov.br/turismocientifico
A III Semana dos NAPIs reafirmou a importância da ciência aplicada para a solução de desafios estratégicos, fortalecendo a conexão entre academia, setor produtivo e sociedade. Com a ampliação das redes de pesquisa e a continuidade das ações dos NAPIs, a expectativa é que os avanços da III Semana dos NAPIs resultem em novas parcerias, maior impacto social e fortalecimento das políticas públicas de ciência e inovação no Paraná.
Parceria entre o MCN e o Parquetec recebe acompanhamento de técnicos

Em 2024, o Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Paraná (MCN-UFPR) foi contemplado no edital do Itaipu Parquetec com o projeto “O Museu de Ciências Naturais (MCN) do Setor de Ciências Biológicas da UFPR como espaço de fortalecimento da extensão universitária”, através do NAPI Paraná Faz Ciência.
No último dia 13 de março, Rodrigo Reis, articulador do NAPI Paraná Faz Ciência, e Fernando Sedor, diretor do Museu de Ciências Naturais, da UFPR, junto com vários bolsistas graduandos, receberam os representantes do Itaipu Parquetec, os analistas educacionais Ana Paula Trevisan Lied e Alysson G. de Lima.

Eles vieram para uma visita de acompanhamento das ações desenvolvidas a partir do “Programa de Extensão para Sustentabilidade Territorial”, financiado pela Itaipu Binacional.
“O Museu de Ciências Naturais da UFPR completou ano passado 30 anos de atividades e a parceria com o Itaipu Parquetec é fundamental para novas ações voltadas para o ensino, pesquisa e extensão, além da popularização da ciência”, ressaltou Reis.

Na ocasião, os analistas puderam conhecer as peculiaridades do museu, que além de um acervo rico em história da biodiversidade, foge do tradicional ao abrigar e expor animais vivos como peixes, répteis e corais, o que os deixou positivamente surpresos e impressionados.
Na última etapa da visita, Reis detalhou aos analistas o projeto de ampliação e reestruturação do MCN, com inauguração prevista para o início do segundo semestre.

Sistema desenvolvido pela Fundação Araucária visa facilitar a conexão entre pesquisadores e necessidades da sociedade.
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) encerrou sua programação na última quarta-feira (12), em Curitiba, destacando a plataforma iAraucária como uma inovação essencial para aproximar pesquisadores das demandas sociais e tecnológicas do Paraná. Desenvolvido pela Fundação Araucária, a plataforma soluciona um desafio recorrente: encontrar pesquisadores com expertise específica para atender necessidades do setor produtivo e do poder público.
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência registrou a presença da equipe que estava divulgando a plataforma, durante o evento, que reuniu mais de 500 participantes no Campus da Indústria. O iAraucária foi apresentado ao público pelos chefes de setor dos NAPIs, Diego Iwankio e Caroline Franco. A plataforma foi detalhada durante as sessões de capacitação, destinadas aos participantes que agendaram atendimento.

Fernando Carneiro Pires, pesquisador do Grupo de Pesquisa Território e Sociedade e integrante do NAPI Trinacional, esteve no balcão do iAraucária durante a III Semana dos NAPIs para acompanhar a demonstração do uso da plataforma. Formado em Arquitetura e Urbanismo e mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), ele participou de uma capacitação personalizada fornecida no evento.
“Eu já utilizava o iAraucária por estar envolvido em um mapeamento internacional e fazer parte de um grupo de pesquisa que busca adotar ferramentas desenvolvidas para aprimorar nossas atividades. No entanto, tinha algumas dúvidas sobre suas funcionalidades. Durante a capacitação, compreendi melhor como a plataforma estrutura suas informações, desde a página dos NAPIs, que oferece dados gerais, até a parte de grupos de pesquisa, que funciona como uma rede social para colaboração entre pesquisadores”, explicou Pires.
O pesquisador destacou a importância do sistema para conectar profissionais com interesses semelhantes. “A funcionalidade de filtragem de dados permite encontrar pesquisadores, grupos e temas específicos, algo que eu ainda não conhecia. Foi interessante entender como o iAraucária trabalha com informações do Currículo Lattes para nos conectar a pessoas que podem contribuir para resolver problemas e atender demandas específicas”, afirmou o pesquisador.
Para Pires, a ferramenta também complementa a dinâmica dos eventos presenciais. “Acredito que o grande diferencial do iAraucária é permitir que as conexões criadas nesses encontros acadêmicos se estendam para o ambiente digital. No nosso grupo de pesquisa, temos adotado essa estratégia de combinar reuniões presenciais com plataformas digitais para registrar e dar continuidade ao que é produzido. O iAraucária pode desempenhar esse papel fundamental na integração e colaboração científica”, finalizou o pesquisador.

Diego Iwankio, chefe do setor dos NAPIs, destacou que a ferramenta soluciona dificuldades encontradas na busca por especialistas para atender demandas sociais e tecnológicas. “Antes, utilizávamos o Currículo Lattes, mas ele não nos fornecia exatamente as informações que precisávamos. Agora, com o iAraucária, temos um sistema com filtros avançados que nos permite localizar pesquisadores conforme sua área de atuação”, explicou.
O sistema busca dados diretamente da plataforma do CNPq e permite refinar os resultados de acordo com temas específicos. “Se precisamos de um especialista em computação quântica, por exemplo, conseguimos identificar quem são esses pesquisadores no Paraná, onde estão lotados e se atuam em universidades ou na iniciativa privada. Com essas informações, podemos entrar em contato e propor novos projetos para solucionar problemas da sociedade”, acrescentou Iwankio.
Ele destacou ainda um caso prático em que o iAraucária foi fundamental. “O NAPI Tecnologias Assistivas desenvolve próteses de baixo custo para pessoas que perderam membros devido a cirurgias ou doenças como o câncer. Com o sistema, conseguimos localizar especialistas na área e viabilizar colaborações para aperfeiçoar essas soluções.”
Além da busca por pesquisadores, o iAraucária também conta com um módulo de inteligência artificial para aprimorar os resultados e sugerir conexões estratégicas. Com essa ferramenta, a Fundação Araucária busca otimizar a ponte entre pesquisa acadêmica e soluções concretas para as demandas sociais e tecnológicas do estado.Saiba mais sobre o iAraucária em www.iaraucaria.pr.gov.br

A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) encerrou sua programação nesta quarta-feira (12), no Campus da Indústria, da FIEP, em Curitiba, com um saldo positivo de discussões e apresentações sobre inovação no Paraná. Promovido pela Fundação Araucária, o evento reuniu mais de 500 participantes, entre pesquisadores, empresários e gestores públicos, para debater desafios e oportunidades na área de ciência e tecnologia.
Dentre as inovações apresentadas, o Programa Interinstitucional de Ciência Cidadã na Escola (PICCE) se destacou ao demonstrar as funcionalidades do seu aplicativo para coleta de dados científicos. Tamara Domiciano, doutora em Educação em Ciências e em Matemática pela UFPR, professora de Ciências e integrante do PICCE, falou sobre o aplicativo apresentado no evento.
O aplicativo do PICCE foi desenvolvido para facilitar a coleta e análise de dados em diversos protocolos científicos. Segundo Tamara, ele funciona diretamente em dispositivos móveis, sem a necessidade de instalação via lojas de aplicativos. “Hoje o aplicativo está rodando em qualquer sistema operacional, mas ele não está em nenhuma loja de aplicativos. Ele funciona diretamente pelo navegador, e o usuário pode adicioná-lo à tela inicial do seu celular ou tablet para um acesso mais rápido”, explicou.
Um dos grandes diferenciais do aplicativo é a possibilidade de acesso sem login, permitindo que qualquer pessoa possa consultar os 16 protocolos disponíveis, que já passaram por testes e validação. “A ideia é que qualquer usuário consiga acessar e visualizar os protocolos. Quem entra sem registro consegue consultar os guias de campo e seguir as instruções de coleta de dados”, destacou Tamara.
Além disso, a ferramenta conta com funcionalidades avançadas, como georreferenciamento automático, que registra a localização do usuário no momento do envio dos dados. Caso o sistema identifique um erro na localização, o próprio usuário pode ajustá-la manualmente. Os formulários seguem a estrutura dos guias de campo e incluem questões de múltipla escolha, respostas escritas e envio de fotografias.
Após o envio, os dados podem ser consultados diretamente pelo usuário, garantindo acompanhamento contínuo das informações submetidas. “Os usuários podem visualizar tudo o que já enviaram e até excluir informações, se necessário. No computador, ao acessar a versão web com login, é possível visualizar dashboards com os dados enviados por outras pessoas, exportá-los em formato CSV e acompanhar os resultados validados pela equipe do PICCE”, detalhou Tamara.
Com essa tecnologia, o PICCE reforça seu compromisso com a inovação na educação científica, tornando a coleta e análise de dados mais acessível e eficiente para pesquisadores e cidadãos interessados em contribuir para a ciência no Paraná.
Para fazer o download do aplicativo, acesse: cienciaescola.c3sl.ufpr.br
Fonte: PICCE

Iniciativa é financiada por edital publicado pela Itaipu Binacional, em 2024
O projeto Saúde nas Mídias se reuniu com um dos financiadores, nesta semana. Os analistas educacionais do Itaipu Parquetec, Ana Paula Trevisan Lied e Alysson de Lima Guimarães, estiveram na Universidade Federal do Paraná (UFPR), para conhecer de perto as ações da equipe, que foi contemplada com recursos do Programa de Extensão para Sustentabilidade Territorial, financiado pela Itaipu Binacional.
O Saúde nas Mídias é uma iniciativa que reúne o Laboratório de Popularização das Ciências da Saúde, da UFPR, e um dos projetos que compõem o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) – Paraná Faz Ciência. Nesta ação financiada pela Itaipu, trabalha em parceria com o Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) e o projeto Conexão Ciência – C², ambos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), para ampliação da popularização da ciência e da ciência cidadã no Estado.
A coordenadora do projeto, a professora Luciana Schleder Gonçalves, contou um pouco sobre todos os projetos que estão sendo desenvolvidos com recursos do edital da Itaipu. O Saúde nas Mídias/LabPOPsaude congrega várias iniciativas: ‘Sinais saúde’, que divulga o uso de libras em situações de saúde; ‘MY Strengths My Health’, um sistema adaptado para a realidade brasileira, para avaliação whole person de pacientes; ‘Dados da dengue no Paraná’; e ‘Saúde Única’ são alguns deles.
Luciana anunciou que, até setembro, estará disponível material de divulgação científica para surdos atendidos pelo banco de leite humano do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR; material educativo para enfermeiros sobre a atenção frente às mudanças climáticas; e uma pesquisa com alunos de clubes de ciência do Paraná sobre a relação entre sociedade e mudanças climáticas.
“Além disso, serão produzidos vídeos curtos sobre pesquisas publicadas em artigos científicos de autoria de professores e pesquisadores das universidades do Paraná. O material será veiculado no Conexão Ciência – C2, uma plataforma multimídia dedicada à divulgação da ciência. A equipe do C² está, inclusive, reformulando o website do Saúde nas Mídias e do LabPOPsaúde, para divulgação de todas as produções”, comemorou a professora.

Estiveram presentes à reunião a pedagoga que dá apoio à coordenação do Saúde nas Mídias, Josi Fernandes Dourado; a estudante de farmácia que produz vídeos para as plataformas Instagram e TikTok, Gabriela Honório; Danielle de Mattos aluna de enfermagem que tem formação em interpretação de libras; Vitória Burichak, também graduanda de enfermagem, que criou uma identidade visual do Saúde Única; e o estudante de estatística Alexandre Kobus, que cria relatórios automatizados sobre a evolução dos casos de dengue.
Os avaliadores ficaram impressionados “com a quantidade de subprojetos que recebem o apoio do edital da Itaipu e com o engajamento dos alunos, que explicaram com detalhes a participação nas iniciativas”, concluiu a analista Ana Paula Lied.

Evento reforça a importância da integração entre pesquisa, setor produtivo e poder público
A III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) chegou ao fim nesta quarta-feira (12), no Campus da Indústria, da Fiep, em Curitiba, com um balanço positivo das iniciativas apresentadas e debates sobre os desafios e avanços da pesquisa e inovação no Paraná. O evento, promovido pela Fundação Araucária, reuniu mais de 500 participantes, incluindo pesquisadores, empresários, clubes de ciências e gestores públicos, para discutir soluções inovadoras e fortalecer parcerias entre instituições de ensino e setor produtivo.
Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana, coordenadora do NAPI PRFC, compartilhou sua visão sobre o evento. “Nós podemos considerar que foi um sucesso, tanto pelo número de participantes e inscritos quanto pela qualidade da participação de quem esteve presente. Tivemos 39 NAPIs apresentando suas inovações, com apresentações orais e em palcos interativos, um recorde em relação às edições anteriores. O evento gerou muitas oportunidades de troca, parcerias e trouxe visibilidade para o trabalho que está sendo feito com os recursos financeiros investidos”.

A professora e colaboradora da Fundação Araucária destacou ainda a importância da transmissão ao vivo do evento no YouTube, que permitiu que pessoas de outras cidades e locais pudessem acompanhar as apresentações, tornando o evento ainda mais acessível. “Foi um sucesso, e ficamos muito felizes com a execução, especialmente no âmbito do Paraná Faz Ciência, porque tivemos a chance de conhecer mais sobre os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação e de mostrar nossas redes, como a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, que trouxe uma nova perspectiva com a participação de jovens cientistas”, completou Débora de Mello, que também é coordenadora da Rede.

O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo Reis, que divide com Débora a gestão do NAPI PRFC e da Rede de Clubes, destacou a importância da participação de estudantes da educação básica na pesquisa. Ele ressaltou que a presença dos jovens no cenário da Semana dos NAPIs foi “disruptiva e enriquecedora. Ficamos muito contentes ao perceber o impacto da interação desses estudantes entre pesquisadores experientes. Essa participação foi uma grande oportunidade para que os estudantes aprendessem mais sobre a ciência no Paraná e para que todos reconhecessem o valor do trabalho que estão realizando lá na ponta, na escola”, afirmou.

O evento foi oficialmente encerrado com a fala do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa. O diretor destacou o empenho dos pesquisadores e a relevância das parcerias com instituições apoiadoras, agradecendo a todos que contribuíram para o sucesso dos dois dias de programação.
“É com grande satisfação que vemos o crescimento e a qualidade dos NAPIs. O futuro nos reserva um grande desafio: a ampliação desses arranjos e a transformação de alguns deles em projetos maiores, mais perenes e ainda mais impactantes para a inovação no Paraná”, afirmou Spinosa, enfatizando o compromisso da Fundação Araucária com a evolução da pesquisa e inovação no Estado.
Spinosa também reforçou a importância da plataforma iAraucária, um sistema desenvolvido pela Fundação Araucária para facilitar a conexão entre pesquisadores e necessidades da sociedade. Além da busca por pesquisadores, o iAraucária também conta com um módulo de inteligência artificial para aprimorar os resultados e sugerir conexões estratégicas. Com essa ferramenta, a Fundação busca otimizar a ponte entre pesquisa acadêmica e soluções concretas para as demandas sociais e tecnológicas do Estado.
A última palavra ficou por conta do professor Gustavo Biasoli Alves, da Universidade do Oeste do Paraná, (Unioeste), que ‘convocou’ os participantes da Semana a dar início a um movimento que transforme “os NAPIs em uma política de Estado, e não de governo, para garantir a continuidade do processo de desenvolvimento da área de ciência e tecnologia do Paraná, que os NAPIs vêm garantindo”
Saiba mais sobre o iAraucária em /www.iaraucaria.pr.gov.br

Evento reúne líderes e pesquisadores para discutir avanços e desafios da pesquisa e inovação no Paraná
Nos dias 11 e 12 de março, o Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba, recebe a III Semana dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs). O evento, promovido pela Fundação Araucária, reúne pesquisadores, acadêmicos, empresários e gestores públicos para apresentar avanços e soluções inovadoras desenvolvidas nas universidades do Paraná.

A programação teve início na manhã desta segunda-feira (11) com o cerimonial de abertura, que contou com a presença de autoridades importantes para o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. O evento contou com as falas do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Márcio Spinosa; do pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá e presidente do Conselho de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação, Mauro Ravagnani; do presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig; do secretário de Inovação, Modernização e Transformação Digital, Alex Canziani; e do secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona. Durante seus discursos, as autoridades destacaram a importância dos NAPIs na integração dos ativos de pesquisa e inovação, bem como no fortalecimento das parcerias entre instituições de ensino, setor produtivo e poder público.

Ao longo do dia, os pesquisadores dos 38 NAPIs apresentaram seus projetos nos três palcos temáticos montados no evento. O NAPI PRFC teve sua apresentação no Palco 1, onde os coordenadores Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana e Rodrigo Arantes Reis destacaram as ações, principais resultados e desafios enfrentados pelo NAPI.
Débora Sant’Ana ressaltou a importância da apresentação. “Quando a gente faz uma apresentação geral, até para nós mesmos, toma corpo a dimensão que é essa grande rede no Paraná Faz Ciência, que envolve tantos pesquisadores, tantos bolsistas, tantos estudantes de graduação e pós-graduação que estão diretamente vinculados. Então, é muito positivo poder fazer um balanço, a gente se autoavalia, pensa e repensa nas ações atuais e nas próximas ações também. E esse aspecto positivo também envolve mostrar um pouco do que a gente tem feito, esclarecer para as pessoas a nossa área de atuação e demonstrar também todo esse esforço público que tem sido feito no financiamento, no apoio para a realização do NAPI”.
Em relação às expectativas para o próximo ano, ela destacou os desafios da consolidação dos clubes de ciências, que tiveram início em setembro de 2024, e o impacto esperado para 2025. “Vai ser o grande ano dos clubes, com certeza com um impacto grande na sua atuação. Também é um ano muito importante para a consolidação da rede de museus e para a formação das redes de feiras de ciências, que ainda estão na fase de articulação. Então, temos aí um crescimento esperado, além do desafio da implantação da rede das quintas da ciência. Em 2025, o nosso NAPI tem muitas redes de trabalho para serem fortalecidas”.
Rodrigo Arantes Reis também avaliou positivamente o evento e a apresentação do NAPI PRFC. “O processo de apresentar para os pares, para a sociedade, os resultados do NAPI é um momento-chave para sua consolidação e expansão. Temos uma grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma grande felicidade, porque o Paraná Faz Ciência trouxe muitos resultados e um impacto forte na sociedade. Nossa atuação envolve muitos parceiros, escolas e estudantes, e os resultados são muito significativos”, afirmou o coordenador.
Ele também ressaltou a importância da articulação e do fortalecimento da identidade do NAPI PRFC. “Nosso desafio é continuar fortalecendo a rede. O Paraná Faz Ciência começa como um tecido mais frouxo e a ideia é que ele vá se organizando e se consolidando. Isso passa pelo fortalecimento da identidade do NAPI, para que seja reconhecido como um projeto estratégico. Além disso, há uma preocupação com a continuidade da política dos NAPIs, que precisa ser mantida além de 2026. Eventos como esse possibilitam que os grupos dialoguem entre si e com futuros gestores, reforçando a relevância do programa para a ciência, tecnologia e desenvolvimento social e econômico do Estado.”A III Semana dos NAPIs segue até esta terça-feira (12), com apresentação de produtos, materiais, protótipos e pesquisas que demonstram a força da inovação paranaense. Todas as palestras são transmitidas pelo canal da Fundação Araucária no Youtube. A FIEP Campus da Indústria fica na Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba.